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	<title>PERSONALIDADES VALENCIANAS | Portal Valença RJ</title>
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	<description>O maior conteúdo sobre a Princesinha da Serra!</description>
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		<title>Dulcina de Moraes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2019 18:27:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[PERSONALIDADES VALENCIANAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dulcina de Moraes (Valença, 3 de fevereiro de 1908 — Brasília, 27 de agosto de 1996) foi uma atriz de teatro brasileira. Fundadora da Fundação Brasileira de Teatro, FBT, depois transformada na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, em Brasília. Biografia ﻿ Era filha de dois grandes nomes da época: Átila e Conchita de Moraes. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dulcina de Moraes (Valença, 3 de fevereiro de 1908 — Brasília, 27 de agosto de 1996) foi uma atriz de teatro brasileira. Fundadora da Fundação Brasileira de Teatro, FBT, depois transformada na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, em Brasília.<br />
Biografia<br />
<iframe src="https://www.youtube.com/embed/f3mDyHY_Fwc?rel=0" width="100%" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe><br />
Era filha de dois grandes nomes da época: Átila e Conchita de Moraes. O seu nome é uma homenagem a sua avó materna Dulcina de Los Rios Vallina, que também era atriz.<br />
Com apenas um mês de vida, Dulcina já estava em cena, no lugar de uma boneca que ocupava o berço utilizado na peça.<br />
Aos 15 anos estreou o espetáculo &#8220;Travessuras de Berta&#8221;, pela companhia Brasileira de Comédia no Teatro Trianon.<br />
Em 1925 é contratada pela companhia Leopoldo Fróes, uma das mais importantes da época, como Jeannine, papel principal de &#8220;Lua Cheia&#8221;, de André Birabeau.[2]<br />
Em 4 de julho de 1930, casa-se com o ator e escritor Odilon Azevedo.<br />
Em 1935, ao lado do marido Odilon Azevedo, funda a Cia. Dulcina-Odilon, responsável por êxitos nos palcos nacionais. A Cia. foi a primeira a apresentar ao público brasileiro autores como García Lorca (Bodas de Sangue), D’Annunzio (A Filha de Iório), Bernard Shaw (César e Cleópatra, Santa Joana, Pigmaleão) e Jean Giraudoux (Anfitrião 38).[3]<br />
Recebe a medalha do mérito da Associação Brasileira de Críticos Teatrais, ABCT, como melhor atriz do ano pelo conjunto de trabalhos em 1939.<br />
Em 1955, Dulcina inaugurou a Fundação Brasileira de Teatro, dedicando-se integralmente a este projeto, primeiro no prédio onde hoje está o teatro que leva seu nome, no centro do Rio de Janeiro, e mais tarde, em 1972, em Brasília, formando centenas de atores.[4]<br />
Em 1966 morre o marido e companheiro de palco Odilon Azevedo.<br />
Em 1972 transfere a FBT para Brasília e muda-se para a cidade. Em 21 de abril de 1980, inaugura o Teatro Dulcina em Brasília.<br />
Dulcina morreu em Brasília no dia 27 de agosto de 1996, aos 88 anos, devido a complicações depois de uma cirurgia de diverticulite.<br />
Legado<br />
Os autores nacionais também tiveram sua vez no repertório de Dulcina, como Viriato Correia (A Marquesa de Santos), Raimundo Magalhães Júnior (O Imperador Galante) e Maria Jacintha (Convite à Vida, Conflito, Já é Manhã no Mar), entre muitos outros.<br />
Espetáculos<br />
Como atriz<br />
• 1923 &#8211; O Discípulo Amado<br />
• 1923 &#8211; Zuzu<br />
• 1923 &#8211; Travessuras de Berta<br />
• 1923 &#8211; Fogo de Vista<br />
• 1923 &#8211; Viúva dos 500<br />
• 1924 &#8211; As Libélulas do Amor<br />
• 1925 &#8211; As Mulheres Não Querem Alma<br />
• 1925 &#8211; Partida para Citera<br />
• 1925 &#8211; Lua Cheia<br />
• 1925 &#8211; O Pulo do Gato<br />
• 1925 &#8211; A Melhor Aventura<br />
• 1926 &#8211; A Musa do Tango<br />
• 1926 &#8211; A Mulher de César<br />
• 1926 &#8211; O Homem das Cinco e Meia<br />
• 1927 &#8211; Vida e Morte de Santa Teresinha do Menino Jesus<br />
• 1929 &#8211; Chauffeur<br />
• 1930 &#8211; Com Amor não se Brinca<br />
• 1930 &#8211; O Rei dos Piratas<br />
• 1930 &#8211; A Descoberta da América<br />
• 1930 &#8211; O Hotel dos Amores<br />
• 1930 &#8211; O Homem de Fraque Preto<br />
• 1930 &#8211; Amor&#8230; Que Praga!<br />
• 1930 &#8211; Felicidade<br />
• 1930 &#8211; Coitado do Xavier<br />
• 1931 &#8211; A Vida É Um Sonho<br />
• 1931 &#8211; Um Tostãozinho de Gente<br />
• 1931 &#8211; Sorrisos de Mulher<br />
• 1931 &#8211; Manhãs de Sol<br />
• 1931 &#8211; Casamento a Yankee<br />
• 1933 &#8211; As Solteironas dos Chapéus Verdes<br />
• 1933 &#8211; Amor<br />
• 1934 &#8211; Ela e Eu<br />
• 1934 &#8211; Canção da Felicidade<br />
• 1934 &#8211; O Último Lord<br />
• 1934 &#8211; A Bela e a Fera<br />
• 1934 &#8211; Fredaine Vai Casar<br />
• 1934 &#8211; Matei!<br />
• 1934 &#8211; Bebezinho de Paris<br />
• 1935 &#8211; O Pássaro que Foge<br />
• 1935 &#8211; No Mundo da Lua<br />
• 1935 &#8211; Lê Bonheur<br />
• 1935 &#8211; Esta Noite ou Nunca<br />
• 1935 &#8211; Mascote<br />
• 1935 &#8211; Alegria de Amar<br />
• 1935 &#8211; Pancada de Amor<br />
• 1935 &#8211; O Nono Mandamento<br />
• 1936 &#8211; Mas, Que Pequena!<br />
• 1936 &#8211; Noites de Carnaval<br />
• 1937 &#8211; Certa Noite em Nova York<br />
• 1937 &#8211; Fontes Luminosas<br />
• 1938 &#8211; A Mentirosa<br />
• 1938 &#8211; O Oficial da Guarda<br />
• 1938 &#8211; A Marquesa de Santos<br />
• 1938 &#8211; Alegria de Amor<br />
• 1939 &#8211; Secretário de Madame<br />
• 1939 &#8211; Senhorita Minha Mãe<br />
• 1939 &#8211; Grã-Fina<br />
• 1939 &#8211; Cara ou Coroa<br />
• 1939 &#8211; Zazá<br />
• 1939 &#8211; Uma Mulher Livre<br />
• 1939 &#8211; Experiência de Amor<br />
• 1939 &#8211; A Voz Humana<br />
• 1939 &#8211; Conflito<br />
• 1940 &#8211; Sinhá Moça Chorou<br />
• 1941 &#8211; Os Homens Preferem as Viúvas<br />
• 1941 &#8211; As Loucuras de Madame Vidal<br />
• 1941 &#8211; Sinfonia Inacabada<br />
• 1941 &#8211; Nunca Me Deixarás<br />
• 1941 &#8211; A Comédia do Coração<br />
• 1941 &#8211; Alvorada<br />
• 1942 &#8211; Pigmalião<br />
• 1942 &#8211; A Mulher Inatingível<br />
• 1942 &#8211; Do Mundo Nada Se Leva<br />
• 1943 &#8211; Delírio<br />
• 1943 &#8211; Uma Mulher do Outro Mundo<br />
• 1943 &#8211; Os Maridos de Vitória<br />
• 1944 &#8211; César e Cleopatra<br />
• 1944 &#8211; Santa Joana<br />
• 1944 &#8211; Bodas de Sangue<br />
• 1944 &#8211; Anfitrião 38<br />
• 1944 &#8211; Convite à Vida<br />
• 1944 &#8211; Deslumbramento<br />
• 1945 &#8211; Rainha Vitória<br />
• 1945 &#8211; O Pirata<br />
• 1945 &#8211; Chuva<br />
• 1945 &#8211; Sereia Louca<br />
• 1946 &#8211; Avatar<br />
• 1946 &#8211; Ana Christie<br />
• 1947 &#8211; A Filha de Iório<br />
• 1948 &#8211; Já É Manhã no Mar<br />
• 1948 &#8211; Águia de Duas Cabeças<br />
• 1948 &#8211; A Família e a Festa na Roça<br />
• 1948 &#8211; Dona do Mundo<br />
• 1948 &#8211; Mulheres<br />
• 1949 &#8211; Nossa Querida Gilda<br />
• 1949 &#8211; Sorriso de Gioconda<br />
• 1949 &#8211; O Bar do Crepúsculo<br />
• 1949 &#8211; As Solteironas dos Chapéus Verdes<br />
• 1949 &#8211; Anita Garibaldi<br />
• 1950 &#8211; Loucuras de Madame Vidal<br />
• 1950 &#8211; Chuva<br />
• 1951 &#8211; A Doce Inimiga<br />
• 1952 &#8211; Vivendo em Pecado<br />
• 1953 &#8211; O Imperador Galante<br />
• 1954 &#8211; O Homem da Minha Vida<br />
• 1954 &#8211; Helena de Tróia<br />
• 1954 &#8211; Figueira do Inferno<br />
• 1955 &#8211; Porto Alegre RS &#8211; Leonora<br />
• 1959 &#8211; Tia Mame<br />
• 1963 &#8211; Tchin-Tchin<br />
• 1963 &#8211; Os Sábios se Divertem<br />
• 1963 &#8211; Oito Mulheres<br />
• 1965 &#8211; Vamos Brincar de Amor em Cabo Frio<br />
• 1965 &#8211; O Noviço<br />
• 1967 &#8211; O Inspetor Geral<br />
• 1967 &#8211; A Ópera dos Três Vinténs<br />
• 1969 &#8211; Catarina&#8230; da Russia<br />
• 1970 &#8211; Como É Que Eu Posso Ouvir Você Com a Torneira Aberta?<br />
• 1971 &#8211; Um Vizinho em Nossas Vidas<br />
• 1972 &#8211; Tia Mame (no Teatro Nacional, Sala Martins Penna, em Brasília)<br />
• 1981 &#8211; O Melhor dos Pecados</p>
<p style="text-align: justify;">Como diretora<br />
• 1923 &#8211; O Discípulo Amado<br />
• 1923 &#8211; Viúva dos 500<br />
• 1924 &#8211; As Libélulas do Amor<br />
• 1925 &#8211; As Mulheres Não Querem Alma<br />
• 1925 &#8211; O Pulo do Gato<br />
• 1925 &#8211; A Melhor Aventura<br />
• 1926 &#8211; A Musa do Tango<br />
• 1929 &#8211; Chauffeur<br />
• 1930 &#8211; Amor&#8230; Que Praga!<br />
• 1930 &#8211; Coitado do Xavier<br />
• 1931 &#8211; Manhãs de Sol<br />
• 1933 &#8211; As Solteironas dos Chapéus Verdes<br />
• 1935 &#8211; Lê Bonheur<br />
• 1935 &#8211; Mascote<br />
• 1935 &#8211; Alegria de Amar<br />
• 1935 &#8211; Pancada de Amor<br />
• 1935 &#8211; O Nono Mandamento<br />
• 1936 &#8211; Mas, Que Pequena!<br />
• 1936 &#8211; Noites de Carnaval<br />
• 1937 &#8211; Certa Noite em Nova York<br />
• 1937 &#8211; Fontes Luminosas<br />
• 1938 &#8211; A Mentirosa<br />
• 1938 &#8211; O Oficial da Guarda<br />
• 1938 &#8211; A Marquesa de Santos<br />
• 1938 &#8211; Alegria de Amor<br />
• 1939 &#8211; Secretário de Madame<br />
• 1939 &#8211; Senhorita Minha Mãe<br />
• 1939 &#8211; Grã-Fina<br />
• 1939 &#8211; Cara ou Coroa<br />
• 1939 &#8211; Zazá<br />
• 1939 &#8211; Uma Mulher Livre<br />
• 1939 &#8211; Experiência de Amor<br />
• 1939 &#8211; A Voz Humana<br />
• 1939 &#8211; Conflito<br />
• 1940 &#8211; Sinhá Moça Chorou<br />
• 1941 &#8211; Os Homens Preferem as Viúvas<br />
• 1941 &#8211; As Loucuras de Madame Vidal<br />
• 1941 &#8211; Sinfonia Inacabada<br />
• 1941 &#8211; Nunca Me Deixarás<br />
• 1941 &#8211; A Comédia do Coração<br />
• 1941 &#8211; Alvorada<br />
• 1942 &#8211; Pigmalião<br />
• 1942 &#8211; A Mulher Inatingível<br />
• 1942 &#8211; Do Mundo Nada Se Leva<br />
• 1943 &#8211; Delírio<br />
• 1943 &#8211; Uma Mulher do Outro Mundo<br />
• 1943 &#8211; Os Maridos de Vitória<br />
• 1944 &#8211; Santa Joana<br />
• 1944 &#8211; Anfitrião 38<br />
• 1944 &#8211; Convite à Vida<br />
• 1944 &#8211; Deslumbramento<br />
• 1945 &#8211; Rainha Vitória<br />
• 1945 &#8211; O Pirata<br />
• 1945 &#8211; Chuva<br />
• 1945 &#8211; Sereia Louca<br />
• 1946 &#8211; Avatar<br />
• 1946 &#8211; Ana Christie<br />
• 1947 &#8211; A Filha de Iório<br />
• 1948 &#8211; Já É Manhã no Mar<br />
• 1948 &#8211; Chuva<br />
• 1948 &#8211; Águia de Duas Cabeças<br />
• 1948 &#8211; A Família e a Festa na Roça<br />
• 1948 &#8211; Dona do Mundo<br />
• 1948 &#8211; Mulheres<br />
• 1949 &#8211; Nossa Querida Gilda<br />
• 1949 &#8211; Sorriso de Gioconda<br />
• 1949 &#8211; O Bar do Crepúsculo<br />
• 1949 &#8211; As Solteironas dos Chapéus Verdes<br />
• 1949 &#8211; Anita Garibaldi<br />
• 1950 &#8211; As Árvores Morrem em Pé<br />
• 1950 &#8211; Loucuras de Madame Vidal<br />
• 1951 &#8211; A Doce Inimiga<br />
• 1951 &#8211; Ninotchka<br />
• 1951 &#8211; Irene<br />
• 1953 &#8211; O Imperador Galante<br />
• 1954 &#8211; Os Inocentes<br />
• 1954 &#8211; O Homem da Minha Vida<br />
• 1954 &#8211; Helena de Tróia<br />
• 1954 &#8211; Figueira do Inferno<br />
• 1955 &#8211; Porto Alegre RS &#8211; Leonora<br />
• 1958 &#8211; O Processo de Jesus<br />
• 1959 &#8211; Tia Mame<br />
• 1960 &#8211; Auto da Compadecida<br />
• 1960 &#8211; A Compadecida<br />
• 1962 &#8211; Tia Mame<br />
• 1962 &#8211; Chuva<br />
• 1964 &#8211; Curitiba PR &#8211; Tia Mame<br />
• 1964 &#8211; Você Pode Ser um Assassino<br />
• 1965 &#8211; Curitiba PR &#8211; O Noviço<br />
• 1966 &#8211; Senhora da Boca do Lixo<br />
• 1966 &#8211; Senhora na Boca do Lixo<br />
• 1970 &#8211; O Comprador de Fazendas<br />
• 1971 &#8211; Um Vizinho em Nossas Vidas<br />
• 1972 &#8211; Tia Mame (no Teatro Nacional, Sala Martins Penna, em Brasília)<br />
Como produtora<br />
• 1951 &#8211; Ninotchka</p>
<p>Conheçam <a href="http://www.dulcina.art.br/historia-da-dulcina/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fundação Brasileira de Teatro, mantenedora da Faculdade de Artes Dulcina de Moraes</a></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre</p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/dulcina-de-moraes/">Dulcina de Moraes</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Sérgio Chapelin</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/sergio-chapelin/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Feb 2019 17:02:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[PERSONALIDADES VALENCIANAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sérgio Vieira Chapelin nasceu em 12 de maio de 1941 aqui em Valença RJ. Filho do ferroviário Mário Chapelin e da costureira Olinda Vieira Chapelin, iniciou sua carreira na Rádio Clube de Valença. Aos 18 anos, mudou-se para a capital fluminense, foi bancário e, em seguida, como locutor na Rádio Tamoio. Em 1962, fez um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sérgio Vieira Chapelin nasceu em 12 de maio de 1941 aqui em Valença RJ. Filho do ferroviário Mário Chapelin e da costureira Olinda Vieira Chapelin, iniciou sua carreira na Rádio Clube de Valença. Aos 18 anos, mudou-se para a capital fluminense, foi bancário e, em seguida, como locutor na Rádio Tamoio. Em 1962, fez um teste na Rádio Nacional e foi aprovado. Até 1964 ali permaneceu, foi quando se transferiu para a Rádio Jornal do Brasil.<br />
Estreou na Rede Globo em 1972 como âncora do Jornal Hoje substituindo Ronaldo Rosas, e no mesmo ano passou a ancorar o Jornal Nacional ao lado de Cid Moreira.<br />
Em 1983, Sérgio deixou a Rede Globo para apresentar o Show sem Limite, no SBT, mas a experiência não deu certo, e assim Sérgio logo retornou à Rede Globo em 1984 para ancorar novamente o Jornal Nacional a partir de 1989 e como âncora exclusivo do Fantástico até 1992.<br />
Sérgio tornou-se também o primeiro apresentador do Globo Repórter, programa que apresenta atualmente.<br />
Atualmente, Sérgio reside em uma fazenda em Itanhandu, interior de Minas Gerais, e se desloca semanalmente à Central Globo de Jornalismo situada no bairro carioca Jardim Botânico para apresentar ao vivo – desde 2010, ao lado da também jornalista e apresentadora Glória Maria – o Globo Repórter.</p>
<p><em><strong>Frase de Sérgio Chapelin: “a vantagem do telejornal é: pode mudar a abertura, o cenário, o apresentador, mas ele viverá. Alimenta-se da notícia.”</strong></em></p>
<p>Fonte: http://memoriaglobo.globo.com/perfis/talentos/sergio-chapelin.htm<br />
Wikipédia, a enciclopédia livre<br />
Foto: O Globo</p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/sergio-chapelin/">Sérgio Chapelin</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Clementina de Jesus</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/clementina-de-jesus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2018 18:38:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[PERSONALIDADES VALENCIANAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Clementina de Jesus da Silva OMC (Valença, 7 de fevereiro de 1901 — Rio de Janeiro, 19 de julho de 1987) foi uma cantora brasileira de samba. Também era conhecida como Tina ou Quelé. Biografia Nascida na comunidade do Carambita, bairro da periferia de Valença, no sul do Rio de Janeiro,[1] mudou-se com a família [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Clementina de Jesus da Silva OMC (Valença, 7 de fevereiro de 1901 — Rio de Janeiro, 19 de julho de 1987) foi uma cantora brasileira de samba. Também era conhecida como Tina ou Quelé.<br />
Biografia<br />
Nascida na comunidade do Carambita, bairro da periferia de Valença, no sul do Rio de Janeiro,[1] mudou-se com a família para a capital aos oito anos de idade,[2] radicando-se no bairro de Osvaldo Cruz. Lá acompanhou de perto o surgimento e desenvolvimento da escola de samba Portela, frequentando desde cedo as rodas de samba da região. Em 1940 casou-se e mudou para a Mangueira. Trabalhou como doméstica por mais de 20 anos, até ser &#8220;descoberta&#8221; pelo compositor Hermínio Bello de Carvalho em 1963, que a levou para participar do show &#8220;Rosa de Ouro&#8221;, que rodou algumas das capitais mais importantes do Brasil e virou disco pela Odeon, incluindo, entre outros, o jongo &#8220;Benguelê&#8221;. Devota da Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, participava de festas das igrejas da Penha e de São Jorge, cantando canções de romaria. Considerada rainha do partido alto, com seu timbre de vozinconfundível, foi homenageada por Elton Medeiros com o partido &#8220;Clementina, Cadê Você?&#8221; e foi cantada por Clara Nunes com o &#8220;P.C.J, Partido Clementina de Jesus&#8221;, em 1977, de autoria do compositor da Portela Candeia.<br />
Além deste gênero gravou corimás, jongos, cantos de trabalho etc., recuperando a memória da conexão afro-brasileira. Em 1968, com a produção de Hermínio Bello de Carvalho, registrou o histórico LP &#8220;Gente da Antiga&#8221; ao lado de Pixinguinha e João da Baiana. Gravou cinco discos solo (dois com o título &#8220;Clementina de Jesus&#8221;, &#8220;Clementina, Cadê Você?&#8221; e &#8220;Marinheiro Só&#8221;) e fez diversas participações, como nos discos &#8220;Rosa de Ouro&#8221;, &#8220;Cantos de Escravos&#8221;, Clementina e convidados e &#8220;Milagre dos Peixes&#8221;, de Milton Nascimento, em que interpretou a faixa &#8220;Escravos de Jó&#8221;. Em 1983 foi homenageada por um espetáculo no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, com a participação de Paulinho da Viola, João Nogueira, Elizeth Cardoso e outros nomes do samba.<br />
Rainha Ginga. Quelé. Duas maneiras de chamar Clementina de Jesus, com a imponência do título de realeza e com a corruptela carinhosa de seu nome. Clementina evocava tais sentimentos aparentemente contraditórios. A ternura e o profundo respeito.<br />
A ternura de negra velha sorridente. Todos com quem se envolvia tinham a compulsão de chamá-la Mãe, como a chamavam os músicos do musical Rosa de Ouro. Uma pessoa capaz de interromper um depoimento dado à televisão para discutir sobre o café com a moça que o servia. Um brilho especial nos olhos que cativou desde os mais humildes ao imperador Haile Selassiê. Talvez por ter trabalhado tantos anos como empregada doméstica e ter começado a carreira artística aos 63 anos, descoberta pelo poeta Hermínio Bello de Carvalho, nunca tratava de forma diferente devido à posição social.<br />
O respeito ao peso ancestral de sua voz: uma África que estava diluída em nossa cultura é evocada subitamente na voz e nos cânticos que Clementina aprendeu com sua mãe, filha de escravos. Clementina surgiu como o elo perdido entre a moderna cultura negra brasileira e a África Mãe.<br />
Clementina causou uma fascinação em boa parte da MPB. Artistas tão diferentes como João Bosco, Milton Nascimento e Alceu Valença fizeram questão de registrar sua voz em seus álbuns. Apesar disso Clementina nunca foi um grande sucesso em vendagem de discos. Talvez por ter gravado quase que somente temas folclóricos, ou por sua voz não obedecer aos padrões estéticos tradicionais. O que realmente impressionava eram suas aparições no palco, onde tinha um contato direto com seu público.<br />
Clementina, mesmo tendo iniciado tardiamente sua vida artística e com uma curta carreira, é sem dúvida uma das mais importantes artistas brasileiras. Faleceu em função de um derrame[2] na Vila Santo André &#8211; Inhaúma &#8211; Rio de Janeiro, em 19 de julho de 1987 e apesar disso, hoje em dia apenas o disco Clementina e Convidados existe em catálogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Discografia</p>
<p style="text-align: justify;">Discos-solo<br />
• 1966 &#8211; Clementina de Jesus (Odeon MOFB 3463)<br />
• 1970 &#8211; Clementina, cadê você? (MIS 013)<br />
• 1973 &#8211; Marinheiro Só (Odeon SMOFB 3087)<br />
• 1976 &#8211; Clementina de Jesus &#8211; convidado especial: Carlos Cachaça (EMI-Odeon SMOFB 3899)<br />
• 1979 &#8211; Clementina e convidados (EMI-Odeon 064 422846)<br />
Participações<br />
• 1965 &#8211; Rosa de Ouro &#8211; Clementina de Jesus, Araci Cortes e Conjunto Rosa de Ouro (Odeon MOFB 3430)<br />
• 1967 &#8211; Rosa de Ouro nº 2 &#8211; Clementina de Jesus, Araci Cortes e Conjunto Rosa de Ouro (Odeon MOFB 3494)<br />
• 1968 &#8211; Gente da Antiga &#8211; Pixinguinha, Clementina de Jesus e João da Baiana (Odeon MOFB 3527)<br />
• 1968 &#8211; Mudando de Conversa &#8211; Cyro Monteiro, Nora Ney, Clementina de Jesus e Conjunto Rosa de Ouro (Odeon MOFB 3534)<br />
• 1968 &#8211; Fala Mangueira! &#8211; Carlos Cachaça, Cartola, Clementina de Jesus, Nélson Cavaquinho e Odete Amaral (Odeon MOFB 3568)<br />
• 1982 &#8211; O Canto dos Escravos &#8211; Clementina de Jesus, Tia Doca e Geraldo Filme &#8211; Canto dos Escravos (Vissungos) da Região de Diamantina &#8211; MG. Memória Eldorado.<br />
Em 1983 foi homenageada por um espetáculo no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, com a participação de Paulinho da Viola, João Nogueira, Elizeth Cardoso e outros nomes do Samba.<br />
Coletâneas<br />
• 1999 &#8211; Raízes do Samba &#8211; Clementina de Jesus (EMI 522659-2)<br />
Teatro<br />
O espetáculo musical Clementina, Cadê Você? em homenagem a Clementina de Jesus estreou no Rio de Janeiro em 2013, no teatro Laura Alvim. O espetáculo teve duas indicações a prêmio pela revista eletrônica Questão de Crítica: Melhor Atriz (Ana Carbatti) e Iluminação (Renato Machado). O espetáculo estava na lista dos 10 melhores espetáculos de 2013 organizada pelo critico Daniel Schenker.</p>
<p>Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre<br />
Foto: O Globo</p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/clementina-de-jesus/">Clementina de Jesus</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Rosinha de Valença</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Sep 2018 17:54:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[PERSONALIDADES VALENCIANAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maria Rosa Canellas, conhecida por Rosinha de Valença, foi uma violonista, cantora e compositora brasileira. O nome artístico lhe teria sido dado por Sérgio Porto, que dizia que ela tocava por uma cidade inteira[1]. Rosinha de Valença (Maria Rosa Canelas) nasceu em Valença RJ em 30 de Julho de 1941. Ainda criança começou a se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Maria Rosa Canellas, conhecida por Rosinha de Valença, foi uma violonista, cantora e compositora brasileira. O nome artístico lhe teria sido dado por Sérgio Porto, que dizia que ela tocava por uma cidade inteira[1].</p>
<p style="text-align: justify;">Rosinha de Valença (Maria Rosa Canelas) nasceu em Valença RJ em 30 de Julho de 1941. Ainda criança começou a se interessar por violão, assistindo aos ensaios do conjunto regional de seu irmão Roberto. Estudou sozinha, ouvindo musicas de rádio, e aos 12 anos já tocava violão num regional que animava bailes e na Radio de Valença, acompanhando cantores. Em 1960 abandonou os estudos para se dedicar a carreira musical, indo para o Rio de Janeiro RJ em 1963. Através de Sérgio Porto, conheceu, na boate Au Bon Gourmet, o violonista Baden Powell e Aluísio de Oliveira, produtor da gravadora Elenco, que a contratou para gravar seu primeiro disco, Apresentando Rosinha de Valença. Seu nome artístico foi criado por Sérgio Porto, que costumava dizer que ela tocava por uma cidade inteira. Ainda em 1963, foi sucesso durante oito meses na boate carioca Bottle&#8217;s. Seguiram-se apresentações em televisão, rádio, teatro e outras casas noturnas, e em maio de 1964 apresentou-se no show O fino da bossa, no Teatro Paramount, em São Paulo SP. No fim do mesmo ano, excursionou durante oito meses pelos EUA com o conjunto Brasil 65, de Sérgio Mendes, e gravou dois discos. Viajou novamente no final de 1965, participando como solista de um grupo de musica brasileira, patrocinado pelo Itamaraty, que se apresentou em 24 países europeus. Foi a violonista do espetáculo Comigo me desavim, de Maria Bethânia, em 1967, e no ano seguinte iniciou uma série de apresentações na URSS, Israel, Suíça, Itália, Portugal e países africanos, voltando ao Brasil em 1971. Trabalhou então com Martinho da Vila, participando de seus quatro LPs seguintes. Realizou depois novas tournées no exterior, e de volta, em 1974, organizou uma banda que teve varias formações e contou com a participação de artistas como o pianista João Donato, o flautista Copinha e as cantoras Ivone Lara e Miúcha. Um dos espetáculos da sua banda foi gravado pela Odeon, que lançou em 1975 o LP com o titulo Rosinha de Valença e banda. Tem ainda 11 LPs editados no Brasil, EUA, RFA. e França, em diversas marcas, entre as quais RCA, Odeon, Forma, Pacific Jazz e Barclay. Abandonou a carreira artística algum tempo depois, por motivos graves de saúde.<br />
Quando sofreu a parada cardíaca (1992) que lhe causou uma lesão cerebral e a deixou em coma, ela estava de férias no Brasil. Desde então, Rosinha permaneceu em estado vegetativo e foi levada de volta para Valença. Dois anos após entrar em coma, um grupo de artistas realizou um show beneficente no Canecão para ajudar a custear suas despesas médicas.<br />
Desde então, diversos shows-tributo foram organizados por amigos e familiares para ajudar a custear o tratamento da violonista. Os primeiros oito anos em que permaneceu em coma passou-os na casa da irmã mais velha, Mariló e, após o falecimento desta, ficou aos cuidados de outra irmã, Maria das Graças, em um bairro humilde de Valença, na companhia de alguns parentes, como seu tio Finzinho e seu primo Marcos Aurélio, militar e também músico. Após 12 anos em coma, uma das mais destacadas instrumentistas da Bossa Nova foi internada no Hospital Escola Luiz Giosef Jannuzzi, onde veio a falecer no dia seguinte, em junho (2004), aos 62 anos, de insuficiência respiratória, em sua cidade natal, Valença, no sul do Estado do Rio de Janeiro. Seu corpo foi enterrado no cemitério Riachuelo, no centro de Valença.<br />
Rosinha faleceu em Valença, RJ, em 10 de junho de 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">Rosinha tem um teatro em sua homenagem que leva seu nome.</p>
<p style="text-align: justify;">Discografia<br />
• 2004 Namorando a Rosa • Quitanda/Biscoito Fino • CD<br />
• 1983 Encontro das águas • Espaço Produções Artísticas Ltda.• LP<br />
• 1980 Violões em dois estilos. Rosinha de Valença e Waltel Blanco • Som Livre • LP<br />
• 1977 Sivuca e Rosinha de Valença ao vivo • RCA Pure Gold • LP<br />
• 1976 Cheiro de mato • EMI-Odeon • LP<br />
• 1975 Rosinha de Valença e banda ao vivo • Odeon • LP<br />
• 1973 Rosinha de Valença • Som Livre • LP<br />
• 1971 Um violão em primeiro plano • RCA Victor • LP<br />
• 1970 Rosinha de Valença apresenta Ipanema beat • RCA Victor • LP<br />
• 1966 Rosinha de Valença ao vivo • Forma • LP<br />
• 1965 In person at El Matador. Sergio Mendes &amp; Brasil&#8217; 65 • Atlantic/Fermata<br />
• 1965 Brasil&#8217; 65-Wanda de Sah featuring The Sergio Mendes Trio • Capitol • LP<br />
• 1963 Apresentando Rosinha de Valença • Elenco • LP</p>
<p style="text-align: justify;">Biografia: Enciclopédia da Música Brasileira<br />
Art Editora e PubliFolha<br />
Fonte: Wikipedia<br />
Foto:https://www.pinterest.com/srferrer/</p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/rosinha-de-valenca/">Rosinha de Valença</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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