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	<title>CHARLES JOSÉ | Portal Valença RJ</title>
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	<description>O maior conteúdo sobre a Princesinha da Serra!</description>
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		<title>A TRISTEZA DO BERÇO VAZIO: SOBRE A DOR DE PERDER UMA GRAVIDEZ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2017 14:20:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CHARLES JOSÉ]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estranho um homem escrever um texto sobre a dor de perder uma gravidez, não é mesmo? Pelo menos para mim pareceu um pouco estranho. Mas o escritor não pode se dar ao luxo de somente escrever aquilo que acontece consigo mesmo, mas também aquilo que ele observa acontecer ao redor de si, no mundo daqueles [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: JUSTIFY;"><strong>Estranho um homem escrever um texto sobre a dor de perder uma gravidez, não é mesmo?</strong></p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Pelo menos para mim pareceu um pouco estranho.</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Mas o escritor não pode se dar ao luxo de somente escrever aquilo que acontece consigo mesmo, mas também aquilo que ele observa acontecer ao redor de si, no mundo daqueles que o cercam.</p>
<p style="text-align: JUSTIFYenter;">Além dessa breve justificativa, lembro que um psicanalista tem que estar atento à subjetividade dos fatos e dos meios em que vive, caso contrário, pagará um alto preço em sua prática clínica, por não conseguir compreender os fenômenos que o cercam e que se manifestam na vida dos seus pacientes.</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Perder um filho que ainda não nasceu, ou ter a dor de sabê-lo com algum tipo de má formação é uma dor que dificilmente consegue ser descrita, podendo afetar profundamente a vida da ex-futura mãe e, também, do ex-futuro pai.</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">De uma forma mais intensa, a mulher grávida sofre com a impossibilidade orgânica de manter a gravidez como desejaria, uma vez que o produto desta gravidez não viverá ou não é perfeitamente formado. Isso mexe de forma cruel com o narcisismo dos pais, que se perguntam: “O que fiz de errado para merecer tal sorte?”; “Por que Deus está me castigando?”; “Qual a razão disso acontecer justo comigo?”.</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Além das explicações teológicas /religiosas que não conseguem verdadeiramente aplacar de todo essa dor, fica um vazio. Esse é o vazio da ausência, uma ausência que é sentida sem que pudesse ter havido uma presença. É o vazio de esperanças que não se concretizaram e de sonhos que foram negados pelos acontecimentos inevitáveis da vida.</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Nessas horas, a dor é tamanha, que não há muito que dizer a quem está sofrendo. Faltam palavras&#8230; Mas algo ainda pode ser feito. Sim, algo humano ainda pode servir como um supremo consolo. Isso que pode ser feito é a escuta.</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Escutar alguém em sofrimento é um exercício de abnegação constante. Somos egocentristas, queremos falar e fazer que o nosso discurso seja ouvido e entendido. Faz parte de nossas fantasias infantis querermos ser o centro das atenções. É comum que nesse quadro de dor pela perda de uma gravidez todos se adiantem em falar mais do mesmo, dizendo: “Não fique assim, Deus sabe o que faz!”; “O bebezinho agora virou um anjinho”; “Deus vai te dar o seu consolo!”; “Não fique pensando nisso, pois assim você poderá ter uma depressão”; “Você precisa reagir e deixar de pensar nisso”.</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Em minha pratica clínica, o que ouço dos pacientes quanto a essas informações é que se eles pudessem responderiam a todas essas frases com um bom palavrão, o que talvez fosse muito positivo, pois haveria uma catarse, uma manifestação legítima do sentimento, da raiva de perder seus sonhos e esperanças.</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">O que essas pessoas mais necessitam nessa hora não é de palavras de consolação e sim de vivenciarem o luto, esgotando todos os sentimentos amargos falando e sendo ouvida. O que necessita é expressar sua dor através da fala que pode curar. Elas precisam desesperadamente ser ouvidas e não ouvir.</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Uma vez entendido esse processo tão salutar de escuta, podemos dedicar alguns minutos para nos abandonar a escuta dessas mães.</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Difícil dizer o que elas sentem, mas tentem em um esforço de pensamento comparar essa dor, a dor causada por um caco de vidro raspando a pele até que esta fique em carne viva! Essa foi a melhor comparação que já ouvi de uma mãe enlutada pela perda de sua gravidez.</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Escutá-las nesse momento, estar ao lado para ouvi-las, pode remeter a ideia de que não estão ao abandono e, de certa forma, fazer com que o vazio se torne um pouco menos vazio.</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Uma escuta profissional pode ser necessária no caso em que o luto se prolongue por um tempo muito longo, ou caso esse luto venha a paralisar a vida dessa mulher e talvez do próprio casal.</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Poucos compreendem o sofrimento e a dor na atualidade, pois vivemos a era do ser feliz a qualquer custo, mas é necessário entender que as dores são inevitáveis na vida dos seres humanos. O importante não é o sofrimento nem as dores mas sim o que vamos fazer disso. Aprender que se pode dar um sentido diferente ao sofrimento é libertador, o que também pode auxiliar a permitir que essas mulheres se manifestem vivenciando suas dores e sendo acolhidas para falarem o quanto quiserem, numa aposta de que somente falando conseguimos amenizar o sofrimento. Isso é um direito inalienável e deve ser respeitado.</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Encarar o sofrimento e as dores dessa forma e consentir que essas mulheres façam uso delas, como dizia Rubem Alves, possibilita que “ostras produzam pérolas com seus sofrimentos” (Livro: Ostra Feliz Não Faz Pérola).</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Autor:</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Charles José da Silva – Psicólogo Clínico e Psicanalista – CRP: 05/47.134</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Psicólogo Clínico formado pela Universidade Severino Sombra;</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Psicanalista com formação clínica pelo Corpo Freudiano Escola de Psicanálise – Núcleo de Barra Mansa;</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Especialista em Teoria e Clínica Psicanalítica pela Universidade Veiga de Almeida;</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Palestrante das áreas da educação, saúde, sexualidade e psicologia;</p>
<p style="text-align: JUSTIFY;">Sócio e Proprietário da Clínica Vida Plena, especializada em atendimentos psicológicos, psicanalíticos e psicopedagógicos, situada na Rua Durval Cúrzio, Bairro de Fátima, cidade de Valença / RJ.</p>
<blockquote><p><strong>CONTATOS</strong></p>
<p>(24) 2452-4478 (Clínica Vida Plena)</p>
<p>(24) 99273-4381 (claro – whatsapp).</p>
<p>E-mail: <a href="mailto:charlespsique@hotmail.com">charlespsique@hotmail.com</a></p></blockquote><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/a-tristeza-do-berco-vazio-sobre-a-dor-de-perder-uma-gravidez/">A TRISTEZA DO BERÇO VAZIO: SOBRE A DOR DE PERDER UMA GRAVIDEZ</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>APRENDI MAIS UMA LIÇÃO DE AMOR: O FILME</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/aprendi-mais-uma-licao-de-amor-o-filme/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2016 16:30:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CHARLES JOSÉ]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“[&#8230;] Não sou escravo de ninguém, ninguém é senhor do meu destino, sei o que devo defender e o valor eu tenho e temo que agora se desfaça [&#8230;]” (Música: Metal Contra as Nuvens – Legião Urbana) Iniciamos este nosso presente texto com a letra da música acima para tentar mostrar o quanto um simples [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“[&#8230;] Não sou escravo de ninguém, ninguém é senhor do meu destino, sei o que devo defender e o valor eu tenho e temo que agora se desfaça [&#8230;]” <em><strong>(Música: Metal Contra as Nuvens – Legião Urbana)</strong></em></p>
</blockquote>
<p>Iniciamos este nosso presente texto com a letra da música acima para tentar mostrar o quanto um simples personagem vivenciou os versos de Renato Russo.</p>
<p style="text-align: justify;">O brilhante filme “Uma Lição de Amor”, de Jessie Nelson, lançado nos E.U.A., em 22 de março de 2012, tendo como atores principais Sean Penn (Sam Dawson &#8211; pai), Dakota Fanning (Lucy &#8211; filha) e Michelle Pfeiffer (Rita Harrison – advogada), retrata como uma sociedade feita para os iguais pode ser tão dura e pouco sensível para com os diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">As dificuldades e desafios, demonstrados com o drama de Sam, um americano portador de Transtorno do Espectro Altista e pai solteiro de uma doce menina de 07 anos, nos faz refletir sobre a vivência de inúmeros portadores de transtornos mentais, discriminados em uma sociedade que, por hora, ainda privilegia os “iguais” em detrimento dos diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Sam não permite que os outros sejam senhores de seu destino e defende todos os valores que acredita serem corretos.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o filme pudemos ver o quanto esses valores sociais de grande relevância eram importantíssimos para Sam, tais como a amizade, a lealdade, o amor, o compromisso e a verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de possuir um QI de uma criança de 07 anos, Sam cumpria perfeitamente seu papel na sociedade, sendo produtivo e criando laços sociais por onde passava, desde o seu emprego, onde era querido pelo chefe e pelos seus colegas, até ao seu grupo de amigos (também portadores de algum tipo de transtorno mental ou síndrome). Mas Sam não restringe suas amizades apenas aos seus companheiros de deficiência mental, mas alarga suas fronteiras indo criar fortes vínculos de amizades com uma talentosa pianista, sua vizinha e por ele nomeada como babá de sua Lucy (filha).</p>
<p style="text-align: justify;">Ao abordar a questão da deficiência mental, pudemos sentir, na pele, através da magia da sétima arte, o quanto é dura as dificuldades enfrentadas por Sam e por todos aqueles julgados “imbecis” pela grande maioria das pessoas de nossa sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Esquecem essas pessoas que o amor é um sentimento e não uma questão de QI, e que como tal deve ser mais considerado pelos pais que não prestam, sequer, atenção em seus filhos. Sam ensina a todos, mais particularmente a sua advogada, que o amor nasce de pequenos gestos de importância e que não pode haver maior prova de amor do que se confessar muitas vezes incapaz de agir em prol do outro, mas se postando ao seu lado para simplesmente lhe dizer: “estou aqui”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para nós estudantes de psicologia, psicólogos e demais profissionais da área da saúde mental, resta à discussão sobre a dignidade e a qualidade de vida desses que são nossos pacientes rotineiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Criar condições, leis e mecanismos de amparo e promoção dessas pessoas portadoras de deficiência mental, em vez de os segregarmos dizendo o que eles podem e não podem fazer, deve ser nossa preocupação primeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Acreditamos que pessoas, tais como Sam, portadoras de deficiências mentais, podem ter uma vida perfeitamente produtiva e com qualidade de vida, muitas vezes superiores as de muitas pessoas consideradas “normais”. Tal atitude poderá trazer para mais perto de nós, aqueles que a bem pouco tempo eram empurrados, algemados e acorrentados, para dentro dos antigos muros dos já extintos Manicômios.</p>
<p style="text-align: justify;">Vistos como aberrações da natureza, imundos, endemoniados, possuídos e sem alma, tais pessoas sofreram por centenas de anos relegadas à própria sorte. Muitas delas se tornaram vítimas de violências inenarráveis, queimadas nas fogueiras da Santa Inquisição, acusadas como bruxas ou hereges.</p>
<p style="text-align: justify;">O século XXI apenas se inicia, e uma nova mentalidade já permeia a nossa cultura, pois vemos obras magníficas sendo produzidas no cinema, e em outras artes, que começam a questionar esses paradigmas de que uma pessoa com Deficiência Mental é incapaz de cuidar da própria vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Quantos casos como o de Sam não existem e que nos levariam a repensar nossa atitude de surpresa quanto ao que ocorreu no filme?</p>
<p style="text-align: justify;">Para finalizar esse singelo e despretensioso texto, poderíamos dizer que o filme “Uma lição de amor” nos fez ver, com os olhos de um Autista, a importância do afeto, do respeito e da admiração por pessoas que lutam em seu dia-a-dia para alcançarem a dignidade a elas negada.</p>
<p>Autor: Charles José da Silva. Psicólogo Clínico – e Psicanalista &#8211; CRP: 05/47134</p>
<p style="text-align: justify;">Sócio proprietário da Clínica Vida Plena – Consultórios de Psicologia, Psicanálise e Psicopedagogia Clínica, situada na cidade de Valença/RJ.</p>
<p style="text-align: justify;">Contatos:</p>
<p style="text-align: justify;">(24) 2452-4478 (Consultório);</p>
<p style="text-align: justify;">(24) 99273-4381 (claro – whatsapp).</p>
<p style="text-align: justify;">E-mail: <a href="mailto:charlespsique@hotmail.com">charlespsique@hotmail.com</a></p>
<p style="text-align: justify;">Site da Clínica: <a href="http://www.vidaplenapsicologia.com">www.vidaplenapsicologia.com</a></p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/aprendi-mais-uma-licao-de-amor-o-filme/">APRENDI MAIS UMA LIÇÃO DE AMOR: O FILME</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>A DEPRESSÃO COMO UMA DAS CAUSAS DE INFARTO E DE MORTE POR NÃO ENGAJAMENTO AO TRATAMENTO CARDÍACO.</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/a-depressao-como-uma-das-causas-de-infarto-e-de-morte-por-nao-engajamento-ao-tratamento-cardiaco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2015 13:04:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CHARLES JOSÉ]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>I. Introdução Este trabalho visa estabelecer uma relação entre o infarto agudo do miocárdio e a depressão como um dos fatores de risco e impedimentos de engajamento do paciente no tratamento pós-infarto, em linhas gerais, o que é o infarto agudo do miocárdio, bem como suas causas, fatores de risco, sintomas, e tratamento. Foi adotado [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/a-depressao-como-uma-das-causas-de-infarto-e-de-morte-por-nao-engajamento-ao-tratamento-cardiaco/">A DEPRESSÃO COMO UMA DAS CAUSAS DE INFARTO E DE MORTE POR NÃO ENGAJAMENTO AO TRATAMENTO CARDÍACO.</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>I. Introdução</strong><br />
Este trabalho visa estabelecer uma relação entre o infarto agudo do miocárdio e a depressão como um dos fatores de risco e impedimentos de engajamento do paciente no tratamento pós-infarto, em linhas gerais, o que é o infarto agudo do miocárdio, bem como suas causas, fatores de risco, sintomas, e tratamento. Foi adotado neste trabalho um viés psicológico no estudo do infarto, baseado em artigo científico que trata da correlação entre infarto e depressão, que retrata a última (depressão) como um dos fatores de risco para o acidente cardíaco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>II. O QUE É O INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO?<br />
</strong>É uma doença fatal, caso não haja um pronto atendimento, devido à falta de suprimento sanguíneo para o coração.<br />
Isso se dá quando algumas das artérias de alimentação sanguínea do coração estão entupidas, impedindo o bombeamento de sangue para todo o corpo.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17884" src="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2015/10/z.jpg" alt="z" width="620" height="400" srcset="https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2015/10/z.jpg 620w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2015/10/z-300x194.jpg 300w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2015/10/z-85x54.jpg 85w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>III. COMO OCORRE O INFARTO?<br />
</strong>O entupimento de uma artéria do coração é a principal causa. Isso ocorre devido a uma obstrução por uma placa de gordura, células ou colágeno. “Após uma oclusão coronária aguda, o fluxo sanguíneo cessa, nos vasos coronários distitais além da oclusão, exceto por pequenas quantidades de fluxo colateral dos vasos circunjacentes. A área do músculo com fluxo nulo ou tão pequeno que não pode sustentar a função muscular cardíaca é dita estar infartada.”¹<br />
O processo total é denominado infarto do miocárdio.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17886" src="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2015/10/z2.jpg" alt="z2" width="620" height="220" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>IV. MAIORES INCIDÊNCIAS EM HOMENS?<br />
</strong>Homens possuem muito mais chances de terem um infarto, devido a fatores endógenos (causas internas) e exógenos (causas externas), porém o número de casos de infartos agudos do miocárdio vem aumentando entre as mulheres nos últimos anos, pelo fato de uso de pílulas anticoncepcionais e tabagismo.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17887" src="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2015/10/z3.jpg" alt="z3" width="620" height="400" srcset="https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2015/10/z3.jpg 620w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2015/10/z3-300x194.jpg 300w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2015/10/z3-85x54.jpg 85w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>V. FATORES DE RISCO PARA 1ª OCORRÊNCIA DE INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO<br />
</strong>Tem sido apontado como principais fatores de risco para o Infarto Agudo do Miocárdio os seguintes fatores: tabagismo, obesidade, altos níveis de colesterol no sangue, histórico familiar de infarto agudo do miocárdio, sedentarismo e alimentação irregular, entre diversos outros que ainda estão sendo pesquisados.<br />
Entre estas pesquisas, algumas apontam para a depressão como um novo fator, seja direto ou indiretamente atuante. Segundo o artigo “Depressão e infarto agudo do miocárdio”², da Revista de Psiquiatria Clínica, de autoria de Tânia Correa de Toledo Ferraz Alves; Renério Fráguas; Mauricio Wajngarten:<br />
“Vários estudos têm identificado que a depressão se comporta como um fator de risco tanto para o surgimento da doença coronariana como para uma maior morbidade e mortalidade cardiovascular naqueles já portadores de doença cardíaca. A presença de sintomas de ansiedade e /ou depressão após um IAM (Infarto agudo do miocárdio) está associada a maior reincidência de IAM, morte por doença cardíaca, internação prolongada e prejuízo funcional pós-infarto”².<br />
“Pacientes com depressão apresentam maior dificuldade para realização de dietas, percepção distorcida quanto seu estado físico, baixa aderência ao tratamento e dificuldade de seguir orientações médicas. Na mesma direção, pacientes com depressão têm dificuldade de mudanças de hábitos e estilo de vida, como realização de atividades físicas e suspensão de tabagismo”².</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17888" src="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2015/10/z4.jpg" alt="z4" width="620" height="400" srcset="https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2015/10/z4.jpg 620w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2015/10/z4-300x194.jpg 300w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2015/10/z4-85x54.jpg 85w" sizes="auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte do Gráfico².</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VI. PRINCIPAIS SINTOMAS DO INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO<br />
</strong>Dor muito forte no meio do tórax, atrás do osso central da caixa torácica, o esterno. Esta dor é em aperto, podendo ser também uma queimação. Ainda se incluem nestes sintomas: dor forte no pescoço e região esquerda da mandíbula, dormência e sensação de formigamento no braço esquerdo, palpitação, taquicardia e escurecimento da visão.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17889" src="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2015/10/z5.jpg" alt="z5" width="620" height="250" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VII. TRATAMENTO<br />
</strong>Deve-se desentupir a artéria acometida com o uso de substâncias que diluem mais o sangue (trobolíticos). Se o infarto for por estreitamento do vaso (contração da musculatura do vaso), pode-se então dilatá-lo, com o uso de vasodilatadores coronarianos (nitratos).<br />
A respeito do tratamento cirúrgico, os procedimentos mais conhecidos são a revascularização (ponte de safena), onde se coloca um vaso que possa alimentar o coração no lugar do vaso entupido. Também há o procedimento de colocação de um “Stent” na área afetada pelo entupimento. Este stent é um tubo minúsculo, expansível e em forma de malha, feito de um metal como o aço inoxidável ou uma liga de cobalto. Os stents são usados para devolver um ritmo próximo ao normal ao fluxo sanguíneo da artéria coronariana.<br />
A longo prazo, deve-se prevenir novos episódios com o uso de medicamentos que diluem mais o sangue, evitando a formação de &#8220;rolhas nas artérias&#8221;. Pode-se também utilizar fármacos que diminuem os níveis sanguíneosde colesterol e triglicerídeos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VIII. PREVENÇÃO A OCORRÊNCIAS DE INFARTO<br />
</strong>O fator de maior relevância para a prevenção do infarto agudo do miocárdio é a mudança do estilo de vida. Deve-se extinguir o tabagismo, combater a obesidade e os níveis elevados de colesterol, praticar constantemente exercícios aeróbicos, reduzir o nível de estresse diário, entre outros. Periodicamente deve-se realizar uma avaliação cardiológica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
IX. DEPRESSÃO E INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO: UMA RELAÇÃO DE CAUSA E CONSEQUÊNCIA OU FENÔMENOS INDEPENDENTES?²”<br />
</strong>O presente resumo foi retirado da Revista de Psiquiatria Clínica, de autoria de Tânia Correa de Toledo Ferraz Alves; Renério Fráguas; Mauricio Wajngarten¹.<br />
A associação entre transtorno depressivo maior e doenças cardiovasculares, em particular infarto agudo do miocárdio, é frequente, levando a pior prognóstico, tanto da depressão como da doença cardiovascular, com maiores taxas de reinfarto e maior morbidade e mortalidade. Os autores discutem as evidências na literatura que demonstram essa associação entre infarto agudo do miocárdio e quadros depressivos, com enfoque nos avanços em fisiopatologia e terapêutica psiquiátrica. Vários estudos têm mostrado que o tratamento da depressão associada a quadros cardíacos é eficaz, melhora a qualidade de vida e pode ser feito com segurança. Embora o tratamento da depressão tenha sido associado à melhora de alguns parâmetros cardiovasculares, ainda não existem, entretanto, evidências de associação entre tratamento da depressão e melhora da morbidade e mortalidade cardiovascular.<br />
A fisiopatologia dos transtornos de humor em pacientes com doença cardiovascular é multifatorial, determinada pela associação de fatores genéticos, sociais e psicológicos. A associação entre depressão e comprometimento do sistema cardiovascular pode ocorrer em três direções. A depressão pode ser desencadeada pelo estresse psicológico de um evento cardíaco, a depressão pode direta ou indiretamente acarretar um impacto cardiovascular negativo ou uma predisposição genética comum pode aumentar o risco para a ocorrência de ambas.<br />
A figura 1 apresenta os principais fatores associados às particularidades da depressão no IAM.</p>
<p>Depressão como fator de risco para a doença coronariana e o infarto agudo do miocárdio.<br />
Em um estudo retrospectivo, a presença de depressão clínica em pacientes com infarto cardíaco de origem não coronariana se associou a um risco 25% maior para reinternações e três vezes maior para óbito. De acordo com o Cardiovascular Health Study, a elevada prevalência de sintomas depressivos foi um fator de risco independente para aumento de mortalidade, doença clínica e subclínica e um fator preditivo de eventos cardíacos em até cinco anos após IAM. Além dos quadros depressivos maiores, a presença de quadros subsindrômicospós-IAM também aumenta o risco de eventos cardíacos graves.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17890" src="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2015/10/z6.jpg" alt="z6" width="620" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>X. Considerações Finais<br />
</strong>Por ser uma das maiores causa de morte da atualidade, se faz imprescindível o esclarecimento da população a respeito dos fatores de risco e do estilo de vida que influenciam de forma muito intensa uma ocorrência de infarto agudo do miocárdio.<br />
Para os profissionais de psicologia, é importante frisar a depressão como um fator de infarto ou como complicador no tratamento do mesmo, face ao não engajamento do paciente, vítima de depressão, em um novo estilo de vida.<br />
Combater a depressão pode ser um dos meios de prevenção de infarto agudo do miocárdio, por propiciar ao sujeito uma qualidade de vida que dá a ele equilíbrio emocional para raciocinar melhor sobre todos os aspectos de sua saúde, tanto física quanto mental e emocional.<br />
Apenas um tratamento em conjunto, psicólogo, psiquiatra, cardiologista, nutricionista e educador físico, pode dar ao paciente que sofreu um primeiro infarto, possibilidades de adotar novo estilo de vida mais saudável, que impeça um re-infarto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>XI. Referências</strong></p>
<p style="text-align: justify;">⦁ Revista de psiquiatria clínica, vol.36  supl.3 São Paulo  2009;<br />
⦁ http://www.hub.unb.br/assistencia/informacoes/infarto.htm<br />
(16/05/2010 às 18 horas);<br />
⦁ http://www.bancodesaude.com.br/infarto-miocardio/infarto-agudo-miocardio (16/05/2010 às 18 horas);<br />
⦁ GUYTON, Arthur C., Tratado de fisiologia médica – Tradução: Bárbara de Alencar Martins, Rio de Janeiro: Elsevier, 2006 – 11ª edição;</p>
<blockquote><p><strong>Autor:</strong></p>
<p>Dr. Charles José da Silva – Psicólogo Clínico e Psicanalista – CRP: 05/47.134</p>
<p><strong>Telefones:<br />
</strong>(24) 99273-4381 (whatsapp – claro)<br />
(24) 98825-8105 (oi)<br />
(24) 2452-8184 (consultório)<br />
(24) 2452-6708 (residência)</p>
<p><strong>Site:</strong> <a href="http://www.vidaplenapsicologia.com" target="_blank">www.vidaplenapsicologia.com</a><br />
<strong>E-mail:</strong> <a href="mailto:charlespsique@hotmail.com" target="_blank">charlespsique@hotmail.com</a></p></blockquote><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/a-depressao-como-uma-das-causas-de-infarto-e-de-morte-por-nao-engajamento-ao-tratamento-cardiaco/">A DEPRESSÃO COMO UMA DAS CAUSAS DE INFARTO E DE MORTE POR NÃO ENGAJAMENTO AO TRATAMENTO CARDÍACO.</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>CONFIRA OS BENEFÍCIOS DE VIAGENS E PASSEIOS PELA REGIÃO DO VALE DO CAFÉ NA PREVENÇÃO E NO  TRATAMENTO DA DEPRESSÃO.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2015 10:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CHARLES JOSÉ]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portal Valença: O que é depressão? Psicólogo Charles José: Depressão é um transtorno de humor devidamente catalogado no CID 10 (Código Internacional de Doenças. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 3% a 5% da população mundial é afetada por este transtorno, isso devido aos fatores estressantes do atual estilo de vida adotado [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/confira-os-beneficios-de-viagens-e-passeios-pela-regiao-do-vale-do-cafe-na-prevencao-e-no-tratamento-da-depressao/">CONFIRA OS BENEFÍCIOS DE VIAGENS E PASSEIOS PELA REGIÃO DO VALE DO CAFÉ NA PREVENÇÃO E NO  TRATAMENTO DA DEPRESSÃO.</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Portal Valença: </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>O que é depressão?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Psicólogo Charles José: </span></p>
<p style="text-align: justify;">Depressão é um transtorno de humor devidamente catalogado no CID 10 (Código Internacional de Doenças. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 3% a 5% da população mundial é afetada por este transtorno, isso devido aos fatores estressantes do atual estilo de vida adotado pelo ser humano.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos dizer que a depressão é um distúrbio que decorre de conflitos internos e também de uma alteração na bioquímica cerebral, sendo que os conflitos internos podem ser desencadeados ou despertados por vários fatores, podendo ser eles psíquicos, orgânicos e sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Psicanaliticamente falando, a depressão está associada à frustração e a desejos não realizados, mas também pode estar associada a fatores tais como o estresse, o perfeccionismo, o medo do fracasso, desequilíbrios hormonais, perdas e lutos, morte da mãe antes da adolescência, doenças como a anemia, hipo ou hipertireoidismo, diabetes, alcoolismo, drogadição e problemas sexuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Se não tratada devidamente, a depressão pode ocasionar total perda de autonomia dos sujeitos afetados por ela, podendo levar a morte, seja por doenças que possuam causa relacionada a ela, tais como diabetes, hipertensão, cardiopatias, etc, ou por suicídio em casos mais graves do transtorno.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento indicado pela OMS para todos os países membros deve ser multidisciplinar, onde ao psicólogo caberá a busca pelas razões emocionais e os conflitos internos que originaram o transtorno, bem como a melhoria da qualidade de vida dos sujeitos afetados pelo transtorno através de uma ressignificação de todos os conflitos já mencionados. Por sua vez o psiquiatra deverá atuar, caso seja depressão de grau grave, com medicamentos que restabeleçam o reequilíbrio neuroquímico do cérebro.</p>
<p style="text-align: justify;">Frisamos que nem todos os graus de depressão possuem indicação para medicação, mais que às vezes apenas o trabalho psicoterápico (com psicólogo) pode dar resultado. Via de regra o melhor é fazer uma avaliação psicológica para saber se trata-se de depressão e, caso o psicólogo ache necessário, encaminhará o paciente para um psiquiatra.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Portal Valença:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Como identificar os primeiros sinais aparentes de depressão?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Psicólogo Charles José:</span></p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas que mais podem ser observados pelas pessoas, sejam elas as afetadas pela depressão ou seus familiares são: humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e angústia; desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas; diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas agradáveis; desinteresse falta de motivação e apatia; falta de vontade e indecisão; sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero, desamparo e vazio; pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa autoestima, sensação de falta de sentido na vida, inutilidade, ruína, fracasso, doença ou morte; a pessoa pode desejar morrer, planejar uma forma de morrer ou tentar suicídio; interpretação distorcida e negativa da realidade: tudo é visto sob a ótica depressiva, um tom &#8220;cinzento&#8221; para si, os outros e o seu mundo; dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento; diminuição do desempenho sexual (pode até manter atividade sexual, mas sem a conotação prazerosa habitual) e da libido; perda ou aumento do apetite e do peso; insônia (dificuldade de conciliar o sono, múltiplos despertares ou sensação de sono muito superficial), despertar matinal precoce (geralmente duas horas antes do horário habitual) ou, menos frequentemente, aumento do sono (dorme demais e mesmo assim fica com sono a maior parte do tempo); dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos, como dores de barriga, má digestão, azia, diarreia, constipação, flatulência, tensão na nuca e nos ombros, dor de cabeça ou no corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Portal Valença:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Qual a importância de cuidarmos de nossa saúde emocional?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Psicólogo Charles José:</span></p>
<p style="text-align: justify;">Muitas pessoas não atribuem o devido valor ao cuidado com suas emoções e seu bem estar psíquico, sendo muitas vezes acometidas de diversos transtornos mentais e emocionais devido a este sério descaso. Visitam regularmente o dentista para ter saúde bucal, o cardiologista para o checape anual, o oftalmologista para o cuidado imprescindível de seus olhos, o clínico geral para exames de rotina, o ginecologista para o preventivo a cada seis meses, o urologista para o exame da próstata e, além disso, procuram o nutricionista para uma dieta equilibrada e saudável, bem como um professor de educação física ou uma academia para cuidar dos exercícios que manterão o corpo em forma.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo isso esses cuidados são muito importantes para nossa qualidade de vida e longevidade, mas questionamos os leitores a parar e refletir: se tudo isso é importante para garantir nossa vida, o que dizer do cérebro e da mente, uma vez que são eles os principais responsáveis por gerir todos os outros sistemas de nosso organismo? Sem equilíbrio mental e emocional todo o resto deixa de fazer sentido e funcionar.</p>
<p style="text-align: justify;">Os devidos cuidados com nossa saúde emocional são de grande importância, pois não conseguimos funcionar perfeitamente dentro de nossas ocupações e responsabilidades se não possuímos certo equilíbrio emocional para tal. Esse fato fica claro com a avalanche de pessoas que estão procurando por atendimentos psicológicos e psiquiátricos devido à depressão e outros tipos de transtornos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fazer uma avaliação psicológica quando sentimos que estamos em desarmonia e quando outras pessoas começam a nos sinalizar que nossos comportamentos e humor estão “diferentes” é importante para que não venhamos a desenvolver transtornos mais graves, tais como depressão, transtornos de ansiedade, síndrome do pânico, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Portal Valença:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Quanto à rotina pode ser prejudicial ao funcionamento psíquico por ser estressante e o quanto podemos tratá-la a partir de passeios e lazeres?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Psicólogo Charles José:</span></p>
<p style="text-align: justify;">As leis trabalhistas no Brasil e em diversos países mais avançados na questão dos direitos dos trabalhadores, preveem um descanso semanal para todos os tipos de trabalhadores, bem como férias anuais. Ambos têm por objetivo principal o refazimento das forças físicas e psíquicas dos trabalhadores, imprescindíveis a manutenção adequada da saúde integral dos indivíduos. A falta desse descanso eleva o nível doentio de estresse e gera transtornos graves de humor, sendo o principal deles a depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">O descanso mental só é possível pela quebra da rotina de trabalho, bem como das obrigações diárias, realizando-se tarefas novas que motivem o sujeito à busca de momentos de alegria, descontração, aprendizado e cultura. São esses momentos de lazer que podem propiciar a quebra da rotina diário, fazendo com que, ao retornar as suas rotinas, as pessoas possam estar menos estressadas e mais aptas para exercê-las adequadamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Pequenos passeios pela cidade e visitas a teatros, cinemas, museus, tanto quanto assistir a programas de televisão, ler bons livros e realizar viagens a passeio podem trazer benefícios imensos para nossa qualidade de vida, pois trazem a quebra da rotina para nossas vidas e, principalmente, nos dão alegria de viver!</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Portal Valença:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>No que a região, vale do café, pode oferecer de terapêutico em seus passeios?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Psicólogo Charles José:</span></p>
<p style="text-align: justify;">Essa famosa região do Brasil, conhecida como Vale do Café, por oferecer diversos pontos turísticos naturais, bem como fazendas históricas que revivem os tempos áureos da produção de café em nosso país, nos proporciona belezas naturais, cultura diversificada e muito entretenimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A culinária dessa região, inspirada na tradicional cozinha mineira, dá um show de gastronomia a parte, fazendo que, além das vantagens já mencionadas como alimento e refazimento para a alma, possamos revigorar nossas energias e nos deliciarmos com pratos típicos. Uma região acolhedora, de povo hospitaleiro e de grande tradição histórica que nos estimula a pensar e a revisitarmos um pouco da história do ciclo do café.</p>
<p style="text-align: justify;">Os passeios e lazeres oferecidos por essa região, rica em belezas naturais, história e cultura, oferecem as pessoas a possibilidade de fins de semana agradáveis e revigorantes, onde no contato com a natureza poderá se beneficiar psicologicamente, reequilibrando-se para a volta a rotina diária estressante. Os conhecimentos históricos oferecidos pelas fazendas do período do império trazem novos pensamentos e aumenta a reserva cognitiva dos sujeitos, possibilitando que ampliem sua visão de mundo, o que é extremamente necessário para que simbolize melhor o mundo real e a sua própria vida. Um ditado de história que muito bem se encaixa nesse aspecto é aquele que diz que “quem não conhece a história de seu povo, não compreende a própria vida e os fenômenos sociais que a cercam”.</p>
<p style="text-align: justify;">Culturalmente a região do Vale do Café nos possibilita uma série de oportunidades de conhecer costumes e práticas sociais diferentes. Podemos encontrar desde música erudita, com orquestras sinfônicas, bandas de música tradicionais das cidades que compõem a região até a famosa dança do Jongo dos Quilombos remanescentes da época da escravidão. Em falando nisso, a região é rica de cultura afrodescendente, o que muito pode nos inspirar na busca de novos conhecimentos. Tudo isso é extremamente motivador e terapêutico para todos aqueles que possuem depressão.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Portal Valença:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Como viagens respondem como auxiliar no processo terapêutico?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Psicólogo Charles José:</span></p>
<p style="text-align: justify;">Há algum tempo atrás, tive a oportunidade de atender durante cerca de um ano e meio a uma paciente que me procurou com a queixa de depressão. Já havia sido diagnosticada por seu médico psiquiatra que a encaminhou para que pudesse começar um processo de análise comigo. A indicação médica foi precisa, o que possibilitou que em breve tempo pudéssemos observar os benefícios da terapia no quadro depressivo da paciente. A referida paciente, após a morte do marido, por não ter mais companhia diária (morava sozinha), começou a se retrair cada dia mais, evitando contato social.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato mais importante que determinou uma mudança significativa no quadro da paciente foi o fato de que conseguimos encontrar o que chamamos de viés saudável do paciente através de suas falas. O viés saudável é tudo aquilo que tende a gerar motivação ao paciente, pois vai de encontro com a realização de seus desejos e a satisfação de fazer aquilo que lhe dá prazer.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas mencionadas entrevistas, descobrimos que ela possuía um viés saudável que havia se perdido ao longo do tempo, principalmente após seu casamento. Quando adolescente a paciente adorava viajar com os seus pais, o que lhe trazia imensa alegria e motivação. Visitava museus e cidades históricas. Dedicava horas e horas na frente de pinturas apenas apreciando as pinceladas do pintor na tela.</p>
<p style="text-align: justify;">Pronto! Descoberto esse seu grande prazer do passado, que foi sufocado e reprimido pelo marido que não gostava de passeios e viagens, bastou ser estimulado para que ela falasse sobre assunto e relembrasse dos pequenos detalhes daquela época. O desejo saiu da gaveta do inconsciente e num breve espaço de tempo ela já estava integrada totalmente a um grupo de viagens de sua cidade, também da região do Vale do Café.</p>
<p style="text-align: justify;">Os passeios e o lazer histórico e cultural oferecidos pela região do Vale do Café fizeram a diferença, pois a cada sessão após as viagens eram visíveis os benefícios da paciente. Isso foi só se acentuando, a tal ponto que dentro de seis meses era dado alta psiquiátrica a ela, livrando-se, definitivamente, dos medicamentos de efeitos tão desagradáveis. Depois de oito meses não mais precisou de meus cuidados, pois recebeu alta do tratamento psicológico por já estar conseguindo lidar sozinha com seus próprios sentimentos e conflitos, esses últimos inerentes à condição humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que esse caso que expus acima, respeitando o sigilo da paciente, serve de exemplo prático dos benefícios que as viagens podem trazer ao tratamento do transtorno depressivo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Portal Valença:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Qual o perfil de pessoa que mais precisa desse tipo de tratamento?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Psicólogo Charles José:</span></p>
<p style="text-align: justify;">Não creio seja conveniente chamarmos esse tipo de auxílio de “tratamento”, uma vez que isso não é indicado para todos os casos, tal como o é o tratamento médico-psicológico. Mas podemos dizer que esse tipo de auxílio deverá ser motivado naqueles pacientes que demonstrem que seu desejo vai nesse sentido, ou seja, que gostem de viajar. Mas isso não quer dizer que todos os outros pacientes não poderão se beneficiar de passeios e viagens por regiões de belezas naturais, atrativos históricos e naturais. Tais passeios servirão, para todas as pessoas, no meu ponto de vista, como uma forma de prevenção em saúde mental e emocional, evitando que adoeçam e sejam acometidas pela depressão, que em última análise, é a perda do prazer de viver!</p>
<blockquote><p><strong>Autor:</strong></p>
<p>Dr. Charles José da Silva – Psicólogo Clínico e Psicanalista – CRP: 05/47.134</p>
<p><strong>Telefones:<br />
</strong>(24) 99273-4381 (whatsapp – claro)<br />
(24) 98825-8105 (oi)<br />
(24) 2452-8184 (consultório)<br />
(24) 2452-6708 (residência)</p>
<p><strong>Site:</strong> www.vidaplenapsicologia.com<br />
<strong>E-mail:</strong> charlespsique@hotmail.com</p></blockquote><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/confira-os-beneficios-de-viagens-e-passeios-pela-regiao-do-vale-do-cafe-na-prevencao-e-no-tratamento-da-depressao/">CONFIRA OS BENEFÍCIOS DE VIAGENS E PASSEIOS PELA REGIÃO DO VALE DO CAFÉ NA PREVENÇÃO E NO  TRATAMENTO DA DEPRESSÃO.</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>AUTISMO: COMPREENDA UM POUCO MAIS</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/autismo-compreenda-um-pouco-mais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 14:54:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CHARLES JOSÉ]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>INTRODUÇÃO AUTISMO Podemos dizer que a linguagem oral é uma das formas de comunicação mais importante do ser humano. A ausência da mesma traz conseqüências negativas à comunicação e à interação social. A ausência ou supressão da fala torna a vida mais dura e cheia de obstáculos. Aliada a supressão da fala, a incapacidade, inabilidades [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>INTRODUÇÃO AUTISMO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Podemos dizer que a linguagem oral é uma das formas de comunicação mais importante do ser humano. A ausência da mesma traz conseqüências negativas à comunicação e à interação social. A ausência ou supressão da fala torna a vida mais dura e cheia de obstáculos.</p>
<p style="text-align: justify;">Aliada a supressão da fala, a incapacidade, inabilidades sensóriomotoras, comprometimento cognitivo, distúrbios psicológicos e emocionais serão, para esses indivíduos, maiores dificuldades em comunicar-se, necessitando então de formas alternativas ou complementares para tal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DEFINIÇÃO E CONCEITUAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Podemos dizer que os transtornos do espectro autista são considerados, na atualidade, como um conjunto heterogêneo de síndromes clínicas, tendo em comum a os comprometimentos da interação social recíproca, comunicação verbal e não verbal e comportamentos repetitivos e estereotipados, variando desde as formas mais graves até as mais atenuadas. (OLIVEIRA e NUNES, 2005)</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Oliveira e Nunes (2005), “apresenta uma prevalência, considerando todo o espectro, de 3/1000, o autismo clássico, 1/1000, a síndrome de asperger, 0,25/1000 e as formas atípicas, 1,5/1000. Na população mundial a prevalência é de 0,5%. A prevalência em indivíduos do sexo masculino e feminino ocorre na razão de 4:1”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TIPOS OU NÍVEIS DE AUTISMO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">TRANSTORNO AUTISTA: Constitui o autismo clássico e pode cursar com diversos graus de acometimento de cognição e linguagem, variando desde o retardo mental e lingüístico severo até os níveis de desenvolvimento normal dessas competências (PONTES, 2014).</p>
<p style="text-align: justify;">SÍNDROME DE ASPERGER (Autismo de alto funcionamento): A tendência atual é o desaparecimento desta denominação, já que é indistinguível do autismo com cognição e linguagem normais (PONTES, 2014).</p>
<p style="text-align: justify;">TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA INESPECÍFICO (Autismo atípico): São indivíduos com formas clínicas intermediárias, que não possuem todas as características clínicas do autismo, apenas parte delas (PONTES, 2014).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TRANSTORNO NO RECONHECIMENTO SOCIAL</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Pontes (2014), podemos dizer que a forma mais grave seria a do isolamento e a indiferença às pessoas. Por outro lado a forma mais atenuada pode ser vista naqueles que não procuram espontaneamente o contato social, mas aceitam ser procurados sem oferecer resistência. Neste nível as pessoas procuram o contato social de forma inadequada e unilateral. Pode ser apontada uma pobreza na capacidade de aprender as regras mais sutis da interação social, tanto quanto uma falta de percepção em relação aos outros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ALTERAÇÕES NA COMUNICAÇÃO SOCIAL</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É ainda Pontes (2014) que diz haver uma total ausência ou interesse de qualquer intenção de se comunicar com os outros. Existem formas de expressão de necessidades sem outra forma de comunicação que não seja a gestual. Os indivíduos com fala podem fazer comentários ocasionais e que não fazem parte de uma troca social e que são irrelevantes dentro do contexto. Algumas crianças de mais idade podem falar bastante, mas não se envolvem numa verdadeira conversação recíproca.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DEFICIÊNCIA DA IMAGINAÇÃO E COMPREENSÃO SOCIAL</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Existe uma ausência de imitação e brincadeiras de faz-de-conta nos autistas, podendo até ocorrer imitação mecânica sem compreensão do significado. Às vezes poderá ocorrer de haver uma representação repetitiva e estereotipada de um papel, como um personagem de TV, um animal ou objeto inanimado, sem variações ou empatia. Algumas pessoas mais velhas com leves distúrbios podem ter uma noção que algo ocorre na mente dos outros, mas sem que com isso possam especular o que seja (PONTES, 2014).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINAIS DE ALERTA PARA O ESPECTRO AUTISTA SOCIALIZAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns sinais de alertas, observando-se a interação social, para que se possa pensar em espectro autista são: a criança não sorri socialmente; prefere brincar sozinho; ele mesmo pega o que deseja; é muito independente; faz determinadas coisas precocemente; faz pouco contato com o olhar; vive em seu próprio mundo; ele ignora as pessoas ao seu redor e não tem interesse em outras crianças (PONTES, 2014)..</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINAIS DE ALERTA PARA O ESPECTRO AUTISTA COMUNICAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Podem ser perceptíveis alguns sinais ao se observar a comunicação, sendo que as crianças com autismo: não responde ao próprio nome; não consegue dizer o que quer; possuí atraso na linguagem; não atende ordens; aparenta ser surdo algumas vezes; não aponta, nem acena tchau; falava poucas palavras e agora não fala mais; crises de raiva constantes; é hiperativo, opositivo e não coopera; não sabe como brincar com brinquedos; anda na ponta dos pés; possui o hábito de se interessar demasiadamente por determinados objetos; apresenta gosto em enfileirar objetos; é muito sensível a determinadas texturas ou sons e; faz movimentos estranhos, estereotipados (PONTES, 2014).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TRATAMENTO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não existe, na atualidade, tratamento médico específico para o autismo (PONTES, 2014). Os medicamentos que são utilizados, servem apenas para as complicações neuropsiquiátricas e para epilepsia. O tratamento mais eficaz consiste em reabilitação global, incluindo fonoaudiologia especializada em linguagem, psicologia comportamental, terapia ocupacional, e métodos psicoeducacionais e comportamentais tais como imagens facilitadoras no processo ensino-aprendizagem, pois permitem aos pacientes, com maior comprometimento, demonstrarem mais atenção na elaboração de atividades escolares.</p>
<p style="text-align: justify;">A introdução dos símbolos incita a ampliação do vocabulário, devido a ser-lhes solicitados que a nomeiem a partir de perguntas verbais apoiadas nos recursos simbólicos (PONTES, 2014). Além disso, a inclusão em programa pedagógico de educação especial, em escola regular, tem o benefício de socializar os indivíduos autistas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DIREITOS ADQUIRIDOS PELOS AUTISTAS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012 instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. A inclusão oficial do transtorno do espectro autista no âmbito das deficiências traz um impacto fundamental para este grupo e suas famílias, garantindo-lhes todos os direitos na atenção à saúde, por exemplo, pois até o momento não eram incluídos como público alvo da reabilitação, nas garantias dos benefícios sociais e do trabalho. Há também a inclusão de sua representatividade no âmbito dos conselhos de direitos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MÉTODO PSICOPEDAGÓGICO CLÍNICO DE TRABALHO COM A DEFICIÊNCIA DE APRENDIZAGEM EM AUTISTAS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Comunicação Facilitada:</p>
<p style="text-align: justify;">A Comunicação Facilitada foi um meio facilitador da comunicação desenvolvido em Melbourne, Austrália, inicialmente para pessoas portadoras de paralisia cerebral, e mais tarde adotado também para pessoas com autismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos resumi-la ao uso de um teclado de máquina de escrever ou computador, no qual uma pessoa que tem autismo transmite seus pensamentos com a ajuda do facilitador, que lhe oferece o necessário suporte físico. (MELLO, 2007, p. 44)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O computador:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O uso do computador como apoio a crianças portadoras de autismo é relativamente recente em comparação às outras intervenções citadas. Existem poucas informações disponíveis, mesmo na internet, sobre a utilização do computador como apoio ao desenvolvimento destas crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas crianças ignoram o computador, enquanto outras se fixam em determinadas imagens ou sons, sendo muitas vezes difícil decifrar o que tanto as atrai. A AMA de São Paulo desenvolveu uma técnica que teve resultados muito interessantes. Consiste na utilização do computador como apoio ao aprendizado da escrita em crianças que já haviam adquirido a leitura e, por dificuldades na coordenação motora fina ou por desinteresse, não conseguiam adquirir a escrita através dos métodos tradicionais de ensino.</p>
<p style="text-align: justify;">A sistemática, muito simples, apresentou resultados positivos comprovados em pelo menos três crianças que apresentavam uma resistência muito grande ao aprendizado da escrita, e com as quais haviam sido tentadas diversas técnicas de ensino, sem sucesso durante pelo menos um ano. Inicia-se com traços simples e sessões muito curtas, com apoio sempre que necessário. O trabalho vai evoluindo em tempo e complexidade à medida em que a criança vai conseguindo movimentar o mouse da forma esperada e sem apoio. Depois de algum tempo é introduzido o quadro negro, e depois o lápis e papel. É muito importante limitar o espaço disponível para desenho ou escrita. No início esse espaço é maior, e vai diminuindo à medida em que a criança vai desenvolvendo a habilidade. (MELLO, 2007, p. 45)</p>
<ol style="text-align: justify;" start="3">
<li>Integração Auditiva</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A Integração Auditiva foi desenvolvida inicialmente nos anos sessenta pelo otorrinolaringologista francês Guy Berard. A idéia inicial é que algumas das características do autismo seriam resultado de uma disfunção sensorial e poderiam envolver uma sensibilidade anormal a determinadas freqüências de som. Na AIT a criança ou adulto ouve música através de fones de ouvido, com algumas freqüências de som eliminadas através de filtros, durante dois períodos de meia hora por noite, durante dez dias. (MELLO, 2007, p. 46)</p>
<ol style="text-align: justify;" start="4">
<li>Integração Sensorial</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A Integração Sensorial pode ser considerada como uma intervenção semelhante à Integração Auditiva, mas com atuação em outra área. Nos Estados Unidos é muito aplicada por terapeutas ocupacionais e por fonoaudiólogos, embora outros terapeutas também a apliquem.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito resumidamente, é uma técnica que visa integrar as informações que chegam ao corpo da criança, através de brincadeiras que envolvem movimentos, equilíbrio e sensações táteis &#8211; são utilizados toques, massagens, vibradores e alguns equipamentos como balanços, gangorras, trampolins, escorregadores, túneis, cadeiras que giram, bolas terapêuticas grandes, brinquedos, argila e outros. O terapeuta trabalha no sentido de ensinar à criança, através de brincadeiras, a compreender e organizar as sensações. (MELLO, 2007, p. 47)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>REFERÊNCIAS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção à Reabilitação da Pessoa com Transtornos do Espectro do Autismo/Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013.</p>
<p style="text-align: justify;">MEC. Saberes e práticas da inclusão: dificuldades acentuadas de aprendizagem: autismo &#8211; 2. ed. rev. &#8211; Brasília: SEESP, 2003.</p>
<p style="text-align: justify;">MELLO, Ana Maria S. Ros de, Autismo: guia prático. 7ª ed. São Paulo: AMA; Brasília: CORDE, 2007.</p>
<p style="text-align: justify;">OLIVEIRA, Margareth Maria Neves e NUNES, Leila Regina d’ Oliveira da Paula. <strong>Efeitos da Comunicação Alternativa em Alunos com Deficiência Múltipla em  Ambiente Escolar.</strong> Disponível em: <a href="http://www.lateca-uerj.net/publicacoes/docs/Efeitos%20da%20Comunica%C3%A7%C3%A3o%20Alternativa%20em%20Alunos%20com%20Defici%C3%AAncia%20M%C3%BAltipla%20em%20Ambiente%20Escolar.pdf." target="_blank">latecauerj</a> -FAETEC, 2005. Acesso em: 01.jun.2014.</p>
<p style="text-align: justify;">PONTES, Adailton Tadeu Alves. Transtorno do Espectro Autista. Disponível em: <a href="http://www.lncc.br/~alm/neupsico12/adailton.pdf" target="_blank">http://www.lncc.br/~alm/neupsico12/adailton.pdf</a>. Instituto Fernandes Figueira &#8211; Fundação Oswaldo Cruz. Acesso em: 01.jun.2014.</p>
<p><strong>Autor:</strong></p>
<p>Dr. Charles José da Silva – Psicólogo Clínico e Psicanalista – CRP: 05/47.134</p>
<p><strong>Telefones:<br />
</strong>(24) 99273-4381 (whatsapp – claro)<br />
(24) 98825-8105 (oi)<br />
(24) 2452-8184 (consultório)<br />
(24) 2452-6708 (residência)</p>
<p><strong>Site:</strong> www.vidaplenapsicologia.com<br />
<strong>E-mail:</strong> charlespsique@hotmail.com</p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/autismo-compreenda-um-pouco-mais/">AUTISMO: COMPREENDA UM POUCO MAIS</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A LOUCURA NA TELA CINEMETOGRÁFICA: “O BICHO DE SETE CABEÇAS” – CONSIDERAÇÕES PSICOLÓGICAS.</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/a-loucura-na-tela-cinemetografica-o-bicho-de-sete-cabecas-consideracoes-psicologicas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2015 14:01:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CHARLES JOSÉ]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> “Enquanto você se esforça pra ser um sujeito normal, e fazer tudo igual&#8230; eu do meu lado aprendendo a ser louco, maluco total, na loucura real&#8230; controlando a minha maluquez, misturada com minha lucidez [&#8230;]” (Música: Maluco Beleza – Raul Seixas) Iniciamos o presente texto com a letra da música acima, para tentar mostrar o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;"> “Enquanto você se esforça pra ser um sujeito normal, e fazer tudo igual&#8230; eu do meu lado aprendendo a ser louco, maluco total, na loucura real&#8230; controlando a minha maluquez, misturada com minha lucidez [&#8230;]”</p>
<p style="text-align: justify;">(Música: Maluco Beleza – Raul Seixas)</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Iniciamos o presente texto com a letra da música acima, para tentar mostrar o quanto um simples personagem vivenciou os versos de Raul Seixas.</p>
<p style="text-align: justify;">As dificuldades e desafios, demonstrados com o drama de Neto, um jovem brasileiro de classe média de São Paulo, que ao passar pela crise da adolescência, busca calar seus conflitos internos e seus problemas familiares com o uso indiscriminado de maconha.</p>
<p style="text-align: justify;">O brilhante filme de Laís Bodanzky, lançado no Brasil em 2000, foi inspirado nos fatos reais ocorridos com Austregésilo Carrano Bueno e narrados em seu livro “<em>Canto dos Malditos”. </em>O filme conta com um grande elenco, tendo como atores principais Rodrigo Santoro (Neto), Othon Bastos e Cássia Kiss (pais de Neto) além dos atores Jairo Mattos, Caco Ciocler, Luis Miranda, Valéria Alencar, Gero Camilo e Marcos Cesana.</p>
<p style="text-align: justify;">No filme, o jovem Neto, ainda na fase de sua crise da adolescência, conhece o mundo das drogas, tornando-se arredio com os pais e também agressivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sua vez, por falta de tato em lidar com o próprio filho caçula da família, os pais de Neto começam a se impor de forma dura e pouco educadora. Tal fato se agrava ao ser descoberto pelo pai de Neto um cigarro de maconha que teria caído de seu bolso após uma discussão entre ambos.</p>
<p style="text-align: justify;">Apavorado, o pai de Neto usa de uma medida drástica para resolver o problema das drogas de seu filho: internação compulsória.</p>
<p style="text-align: justify;">Num bem bolado estratagema, ilude Neto convidando-o para acompanhá-lo em uma visita a um amigo, o que o rapaz atende prontamente, por não saber estar sendo levado para uma clínica psiquiátrica e de tratamento de dependência química.</p>
<p style="text-align: justify;">Internado a força, Neto é medicalizado o tempo todo para que se torne dócil e pare de questionar os procedimentos terapêuticos que estão sendo adotados contra sua vontade. Mesmo sem um acompanhamento médico que fosse realmente eficaz, Neto é constantemente drogado, chegando a ser submetido a tratamento de eletrochoque por ter tentado fugir quando lhe surge a oportunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Após algum tempo de internação, Neto retorna a sociedade e, como era de se esperar, tal descaso nos cuidados de sua saúde mental, tornaram Neto uma sombra perto do que havia sido antes da internação.</p>
<p style="text-align: justify;">Completamente abatido, apático e vivenciando inúmeros problemas de adaptação, Neto começa a procurar a bebida e baladas por não ser compreendido por seus familiares em seu transtorno. Frisamos que tal transtorno poderia até existir em Neto, o que não conseguimos identificar antes, mas que se agravou, ou mesmo foi gerado, por um ato de covardia praticado contra ele por profissionais mercenários, que só visavam maiores repasses de verbas do governo, mesmo que isso significasse aumento nos números de internos, sãos ou doentes, tanto faz.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do consumo de álcool e de sua inadaptação ao convívio social, Neto se vê impotente sexual em uma das cenas do filme, o que gera nele um surto, fazendo com que quebre vidros e se auto-lesione no banheiro de uma boate. De novo Neto é trancado dentro de um hospício que irá, mas uma vez, com sua estrutura de horror, gerar danos irreversíveis a este nosso pobre herói.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao fim da história, vemos Neto saindo do hospício e voltando para a sociedade, como também vemos seus pais sofrerem por não terem compreendido a tempo que a melhor opção para Neto não seria uma internação em uma clínica psiquiátrica.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando, neste momento, a música que utilizamos no início de nossa apreciação desse filme, fazemos um paralelo com o mesmo e pensamos quantas formas subjetivas de ser existem e que são tidas como “loucura”, levando inúmeras criaturas a serem trancafiadas em manicômios, tal como ocorreu com Neto.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa sociedade disciplinadora atribui valores e comportamentos a todos, excluindo os que não se enquadram dentro de suas diretrizes de normalidade. A estes é dada a alcunha de “loucos”. Mas o que será realmente loucura? Viver dentro de padrões pré-estabelecidos como “normais”, mesmo que eles violentem nossa forma de ser? Ou será ser autêntico e sincero com suas próprias posturas, idéias e conteúdos?</p>
<p style="text-align: justify;">Inegável a existência dos transtornos mentais e das consequências de determinadas escolhas para o indivíduo, tal como a opção pelas drogas. Mas daí a afirmar que qualquer comportamento ou forma de extravasamento do nosso mundo interno sejam “loucuras”, vai um caminho imenso.</p>
<p style="text-align: justify;">Quantos artistas e quantos gênios da humanidade deveriam ter sido jogados para sempre dentro das fábricas de loucos (os manicômios), somente por serem diferentes da caveira comum? Quantos não foram queimados na época da Santa Inquisição por serem considerados “demoníacos” ou “bruxos”, simplesmente por estarem em desacordo com as normas de submissão impostas pela sociedade  à época comandada pela Igreja Católica?</p>
<p style="text-align: justify;">No filme, Neto é apenas um rapaz que difere do modo de ser de sua família nuclear, procurando encontrar a própria identidade, às vezes de forma arriscada, com comportamentos perigosos. Não era um portador de transtorno mental, mas apenas um “maluco beleza” que preferia controlar a própria vida com um pouco de loucura mesclada a sua lucidez.</p>
<p style="text-align: justify;">A trama coloca em cheque-mate a questão das internações compulsórias, pois mostra o quanto podem ser equivocadas e despropositadas. É na sensibilidade de um filme como esse que criamos a empatia com os ditos “loucos” que vivem condições desumanas, atrás de muros que encobrem a vergonha de uma sociedade que não conseguiu aprender, ainda, a lidar com os diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Negar a necessidade de internação em casos extremos não é nosso objetivo ao fim deste texto. Apenas chegamos à conclusão de que, internação é um recurso extremo, que deve ser muito bem pensada e acompanhada por equipes compromissadas com o bem estar físico, mental e emocional desses seres humanos que perderam, momentaneamente, o juízo crítico sobre suas próprias vidas. Tratar com dignidade e humanidade, conferindo a eles o status de cidadãos com direitos, deve ser o afã de todos os que atuam no campo das ciências psíquicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Link para assistir ao filme “O Bicho de Sete Cabeças”:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=F6Yky54edpo">https://www.youtube.com/watch?v=F6Yky54edpo</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autor:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dr. Charles José da Silva – Psicólogo Clínico e Psicanalista – CRP: 05/47.134</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Telefones:<br />
</strong>(24) 99273-4381 (whatsapp – claro)<br />
<span style="line-height: 1.5;">(24) 98825-8105 (oi)<br />
</span><span style="line-height: 1.5;">(24) 2452-8184 (consultório)<br />
</span><span style="line-height: 1.5;">(24) 2452-6708 (residência)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Site:</strong> www.vidaplenapsicologia.com<br />
<strong>E-mail:</strong> charlespsique@hotmail.com</p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/a-loucura-na-tela-cinemetografica-o-bicho-de-sete-cabecas-consideracoes-psicologicas/">A LOUCURA NA TELA CINEMETOGRÁFICA: “O BICHO DE SETE CABEÇAS” – CONSIDERAÇÕES PSICOLÓGICAS.</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>EXISTE CURA GAY? COMO A PSICOLOGIA ENCARA TAL IDÉIA?</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/existe-cura-gay-como-a-psicologia-encara-tal-ideia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2015 13:23:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CHARLES JOSÉ]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIA]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autor: Charles José da Silva – Psicólogo Clínico – CRP: 05/47.134 Falar sobre a questão da heterossexualidade ou homossexualidade no atual momento é suscitar uma série de questionamentos e conflitos de opiniões, estas arraigadas a pré-preconceitos ou intolerância de todas as formas, muitas das vezes desconhecendo-se a verdadeira face científica do tema. Durante muito tempo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Autor:</strong> </span>Charles José da Silva – Psicólogo Clínico – CRP: 05/47.134</p>
<p>Falar sobre a questão da heterossexualidade ou homossexualidade no atual momento é suscitar uma série de questionamentos e conflitos de opiniões, estas arraigadas a pré-preconceitos ou intolerância de todas as formas, muitas das vezes desconhecendo-se a verdadeira face científica do tema.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante muito tempo a questão da homossexualidade foi vista como uma questão de falta de caráter, de “sem-vergonhice” e/ou doença, levando muitas pessoas a posições extremamente agressivas para com todos aqueles que possuíam uma expressão da sua sexualidade diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">Formas de tratamentos foram criadas para tentar curar a “doença” gay, pois no entender das organizações mundiais de saúde, a homossexualidade era uma doença causada por distúrbios hormonais e/ou psicológicos no desenvolvimento do ser humano.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, no ano de 1952, a <em>Associação Americana de Psiquiatria</em> publicou, em seu primeiro <em>Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM I)</em>, que a homossexualidade era uma desordem mental, o que fez com que a opção sexual fosse estudada por cientistas, que acabaram falhando por diversas vezes ao tentarem comprovar que a homossexualidade era, cientificamente, um distúrbio. Com a falta desta comprovação, a <em>Associação Americana de Psiquiatria</em> retirou a opção sexual da lista de transtornos mentais em 1973.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1975, a <em>Associação Americana de Psicologia</em> adotou a mesma postura adotada pela <em>Associação Americana de Psiquiatria</em>, e orientou os profissionais a não lidarem mais com este tipo de pensamento, evitando preconceito e estigmas falsos.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, a <em>Organização Mundial de Saúde</em> incluiu o homossexualismo na classificação internacional de doenças de 1977 (CID) como uma doença mental.</p>
<p style="text-align: justify;">Há exatos 25 anos, no dia 17 de maio de 1990, a <em>Organização Mundial de Saúde (OMS)</em> – órgão das <em>Nações Unidas (ONU)</em> retirou o homossexualismo da lista internacional de doenças. Com isso o Código Internacional de Doenças, CID 10, que classifica todas as doenças humanas reconhecidas e estudadas no mundo, já não lista mais a homossexualidade como doença. Antes disso, até os países mais liberais, lidavam com a questão da opção sexual como caso de saúde pública. Este foi o motivo que fez do dia 17 de maio o dia que ficou marcado como Dia Internacional contra a Homofobia.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, apesar desta resolução internacional, cada país e cultura trata a questão da homossexualidade de maneira diferente. O Brasil, por exemplo, por meio do <em>Conselho Federal de Psicologia</em> deixou de considerar a opção sexual como doença ainda em 1985, antes mesmo da resolução da <em>OMS</em>. Por outro lado, a China somente adotou a mesma atitude em 2001.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil a Psicóloga carioca Rozângela Alves Justino sofreu uma censura pública em 31 de julho de 2009, feita como forma de punição do <em>Conselho Federal de Psicologia (CFP)</em>, pelo fato da referida psicóloga estar oferecendo terapia para curar o homossexualismo. Ela já havia sido condenada à censura pública no <em>Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro</em> em 2007, pelo mesmo fato.</p>
<p style="text-align: justify;">A resolução do <em>CFP </em>de 1999 proíbe os psicólogos de tratarem a homossexualidade como doença, distúrbio ou perversão e de oferecer qualquer tipo de tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Segue na íntegra a <em>Resolução do Conselho Regional de Psicologia (CFP) 001/99:</em></p>
<p style="text-align: justify;">“Nota de esclarecimento</p>
<p style="text-align: justify;">Resolução do CFP não impede atendimento a pessoas que queiram reduzir seu sofrimento psíquico causado por sua orientação sexual</p>
<p style="text-align: justify;">Em virtude de uma interpretação errônea da <a href="http://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/1999/03/resolucao1999_1.pdf">Resolução CFP 001/99</a> – que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual – o Conselho Federal de Psicologia esclarece que a norma não proíbe as (os) psicólogas (os) de atenderem pessoas que queiram reduzir seu sofrimento psíquico causado por sua orientação sexual, seja ela homo ou heterossexual, e nem tampouco, pretende proibir as pessoas de buscarem o atendimento psicológico.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a regulamentação, em seu art. 1º, as (os) psicólogas (os) atuarão segundo os princípios éticos da profissão notadamente aqueles que disciplinam a não discriminação e a promoção e bem-estar das pessoas e da humanidade, o que também está disposto no art. 2º do Código de Ética da profissão, que veda à categoria praticar ou ser conivente com quaisquer atos que caracterizem negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade ou opressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Estão sim proibidos as (os) psicólogas (os) de exerceram qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, e adotarem ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados. O que é corroborado pelo Código de Ética que em seu art. 2º, alínea i, que diz que é vedado à categoria induzir qualquer pessoa ou organização a recorrer a seus serviços.”</p>
<p style="text-align: justify;">Ao publicar a Resolução, o CFP atuou de acordo com a sua função de normatização e de regulação da atividade profissional, conforme estabelecido na Lei nº 5.766/71, que cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Psicologia. A tentativa de sustar a norma já foi matéria de decisão judicial da 15ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal, que entendeu que a Resolução não viola princípios legais e constitucionais, em maio de 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, cabe salientar que a norma orienta os profissionais da Psicologia a não se pronunciar e nem participar de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica. De forma alguma, essa orientação fere o direito de liberdade de expressão dos psicólogos, pelo contrário, ela defende o respeito aos direitos humanos e às diferentes formas de manifestação da sexualidade humana.” (<a href="http://site.cfp.org.br/nota-de-esclarecimento">http://site.cfp.org.br/nota-de-esclarecimento</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">Na atualidade os termos gays, lésbicas foram substituídos pelo termo homoafetividade, palavra essa que busca o reconhecimento e a descriminalização das relações homossexuais, valorizando então como uma entidade familiar.</p>
<p style="text-align: justify;">Homoafetividade é uma expressão a qual se torna cada vez mais comum e conhecida em nosso cotidiano, pois termos como gays, lésbicas são extremamente preconceituosos para com as pessoas que vivem essa realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Sua criadora, a Desembargadora Maria Berenice Dias desenvolveu a palavra “homo” que quer dizer vários e “afeto” que é o bem maior, o amor, o carinho, o respeito, para definirem-se diversas relações no Direito Civil moderno, com a junção deu-se origem a Homoafetividade:</p>
<p style="text-align: justify;">“Acabei criando o neologismo homoafetividade e escrevi a primeira obra Brasileira a abordar as questões do mesmo sexo: União Homossexual: O Preconceito e a Justiça.” (Desembargadora Maria Berenice Dias).</p>
<p style="text-align: justify;">Os relacionamentos contínuos e prolongados entre duas pessoas do mesmo sexo que vivem juntas e constroem uma vida em comum onde há esforços mútuos para a concretização de interesses, recebeu o nome de relação homoafetiva de Maria Berenice Dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro termo que não é mais utilizado pelos profissionais da psicologia, pois representa um erro semântico, é o termo “opção sexual”, tendo sido substituído pelo termo “orientação sexual”.</p>
<p style="text-align: justify;">Opção sexual remete que o sujeito optou por ser homossexual, o que em realidade isso não seria real. Pensemos da seguinte forma: Algum dos leitores que estão se dignando a ler este despretensioso artigo, lembra-se de haver na idade dos seus 11 a 15 anos ter parado para pensar e optar em ser hetero ou homossexual? Algum dos caros leitores lembra-se de ter optado em sentir desejo por alguém do sexo oposto ou do mesmo sexo?</p>
<p style="text-align: justify;">Não decidimos qual será a direção de nosso desejo sexual, ou seja, se nos sentiremos atraídos por homem ou mulher. Isso acontece pois em determinado momento da formação do sujeito em que ele tem seu desejo orientado para um ou outro sexo. Por isso os psicólogos adotaram o termo “orientação sexual”.</p>
<p style="text-align: justify;">Posso ver isso em minha prática clínica todos os dias, comprovando o quanto a homoafetividade não é uma questão de opção, de escolha, pois vejo diversos sujeitos sofrendo amargamente pela sua homossexualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos tentam o suicídio de tanto que sofrem por não poderem desejar alguém do sexo oposto. Já tive a oportunidade de estudar um quadro de suicídio de um jovem de apenas 18 anos que não conseguia se tornar heterossexual e por conta disso ser discriminado e condenado por seus familiares e amigos.</p>
<p style="text-align: justify;">O que determina nosso desejo se orientar em uma ou outra direção? Quanto a isso, diversos são os fatores que juntos podem contribuir para que isso ocorra de tal forma que até o presente momento não há uma teoria científica específica que possa explicar convenientemente a questão.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo muitos sexólogos, e me incluo entre eles, o mais certo seja que heterossexualidade e homossexualidade sejam classificações criadas historicamente pela humanidade, o que restringiria a sexualidade humana unicamente a estes dois opostos. Essa visão começa a ser aceita do momento que existem sujeitos que não se encaixariam em nenhuma dessas duas classificações. São os agora denominados bissexuais (aqueles que sentem desejo sexual por homens e mulheres).</p>
<p style="text-align: justify;">Na minha visão, visão essa compartilhada por muitos psicólogos, psiquiatras, sexólogos, psicanalistas, sociólogos e antropólogos, limitar a sexualidade em apenas homo e heterossexualidade foi a forma de disciplinarmos nossa cultura, que sempre foi permeada por dualidades, tais como “certo” e “errado”, “pecado” e “virtude”, “doença” e “saúde”, “normalidade” e “anormalidade”. Dentro dessa visão, não teríamos apenas essas duas expressões da sexualidade, mas sexualidades nas suas plurais expressões.</p>
<p style="text-align: justify;">Como conclusão, acreditamos que homossexuais não são piores e nem melhores de caráter do que os heterossexuais, até porque ambos estão sujeitos as mesmas fragilidades humanas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não podemos esquecer que grande parte dos abusos sexuais cometidos contra crianças e adolescentes, estatisticamente o são praticados pelos heterossexuais. Mas também não endossamos que os homoafetivos devam escandalizar a sociedade com atos de vulgaridade que nem mesmo devem ser praticados por casais heterossexuais. O que não é permitido dentro do bom tom e da convivência social para os casais heterossexuais, também não pode ser tolerado aos casais homoafetivos, sobre o pretexto de “incorrer em preconceito e discriminação”.</p>
<p style="text-align: justify;">O mundo todo caminha para compreender a orientação sexual apenas como uma expressão individual das sexualidades e não mais como um problema de saúde, erro ou pecado. O desafio continua nas culturas de rejeição ao direito de orientação sexual, com o preconceito chegando, inclusive, à condenação penal, em muitos países como no Irã, pela pena de morte por enforcamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Um mundo mais harmônico, com pessoas equilibradas emocionalmente, será aquele onde cada um possa ser o que é, sem que se preocupe com a forma diferente de ser do outro, julgando por suas atitudes. Eis o grande desafio daqueles de nós que nos dizemos “civilizados”.</p>
<p style="text-align: justify;">E se ainda restar dúvidas quanto a julgar ao próximo em suas atitudes, o Homem mais civilizado que já passou por essa Terra, Jesus Cristo, no Evangelho de João (9:15), diz: “Vós julgais segundo a carne; eu a ninguém julgo”.··.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Autor:</strong> </span>Charles José da Silva – Psicólogo Clínico – CRP: 05/47.134</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Telefones:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">(24) 99273-4381 (whatsapp – claro)<br />
(24) 98825-8105 (oi)<br />
(24) 2452-8184 (consultório)<br />
(24) 2452-6708 (residência)</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Site:</strong> </span>www.vidaplenapsicologia.com<br />
<span style="color: #000000;"><strong>E-mail:</strong> </span>charlespsique@hotmail.com</p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/existe-cura-gay-como-a-psicologia-encara-tal-ideia/">EXISTE CURA GAY? COMO A PSICOLOGIA ENCARA TAL IDÉIA?</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>NOSSOS PERFIS NAS REDES SOCIAIS, O RELÓGIO E A VIDA.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2015 13:48:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CHARLES JOSÉ]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autor: Charles José da Silva – Psicólogo Clínico – CRP: 05/47.134 Estive pensando em um ditado que pudesse abrir nossas reflexões neste texto, não conseguindo pensar em outra frase que não fosse: “Quem não vive o tempo, acaba sem tempo de viver!” Hoje nossa sociedade é uma sociedade globalizada e hiperconectada, de tal forma que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Autor:</strong> </span>Charles José da Silva – Psicólogo Clínico – CRP: 05/47.134</p>
<p>Estive pensando em um ditado que pudesse abrir nossas reflexões neste texto, não conseguindo pensar em outra frase que não fosse: “Quem não vive o tempo, acaba sem tempo de viver!”</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje nossa sociedade é uma sociedade globalizada e hiperconectada, de tal forma que nenhum fato social ocorre sem que instantaneamente seja veiculado pelos canais atuais de comunicação. Isso se acentuou ainda mais com o advento da era das redes sociais, que interligam milhões de pessoas ao redor do mundo. Alguém é assassinado em qualquer parte de nossa cidade, ou um motorista descuidado bate com seu carro e em poucos minutos centenas ou milhares de pessoas estão por dentro do fato, comentando ou mesmo postando fotos dos corpos e da tragédia (um gosto mórbido e sádico, que serve para um excelente campo de pesquisa para a psicanálise). Facebook, Whatsapp e várias outras ferramentas de relacionamentos sociais são os preferidos de todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas isso nos gera um preço muito alto a ser pago: a perda de tempo e de nossa qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem de nós nunca foi cobrado ou mal interpretado por um “amigo” virtual por termos demorado a responder uma mensagem sua? Quem nunca sofreu uma acusação por ter deixado de ler um simples “oi” e por isso ter sido julgado como “mal educado”?</p>
<p style="text-align: justify;">A excessiva conectividade nos levou a uma maratona diária, onde ao acordarmos precisamos, antes mesmo de levantarmos da cama, espiar nosso “Face”, Whatsapp e e-mail (esse já quase falecido) para vermos se há alguma mensagem ou algo comentado que “precisamos” responder. Assim ao longo do dia, do levantar-se da cama ao deitar-se novamente nela há noite, estamos presos as mensagens, curtidas e postagens de uma rede social que não para de crescer a cada dia.</p>
<p style="text-align: justify;">E vocês poderão me perguntar: “E quem está fora disso, desse mundo virtual”?</p>
<p style="text-align: justify;">Eu direi que a esses, os que estão de fora desse mundo virtual, os nossos especialistas de plantão já nomearam como os “analfabetos virtuais”, os novos analfabetos do século 21, tão descriminados e postos as margens da sociedade quanto aos antigos analfabetos de décadas atrás (que ainda existem em nosso país, graças aos nossos governantes e suas leis ainda capengas).</p>
<p style="text-align: justify;">Então me perguntarão: “Que mal pode haver em nos comunicarmos por essas ferramentas oferecidas pelo avanço tecnológico de nosso tempo?”</p>
<p style="text-align: justify;">Eu responderei que não existe mal algum, somente existindo prejuízos quando fazemos dessas ferramentas prisões que nos tiram a liberdade de vivenciarmos pequenos e únicos momentos de felicidade ao lado de quem amamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ilustrar, contemos uma pequena história:</p>
<p style="text-align: justify;">Um homem ainda jovem, no auge dos seus quarenta anos, vivia razoavelmente bem, procurando cumprir com todos os seus deveres e ser um bom profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Como um homem de seu tempo, dividia-se entre seu trabalho e o mundo virtual, perfazendo uma rotina diária de aproximadamente 17 horas de trabalho e muitas outras (ele já perdeu as contas) de conectividade com o mundo social virtual.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante algum tempo, cansado e entristecido, percebeu que sua convivência com aqueles a quem mais amava e que lhe eram caro em sua vida não lhe era tão satisfatória. Ele queria ter mais tempo, mais oportunidades de estar com essas pessoas, valorizar o tempo e os momentos ao lado delas. Mas, “espera aí, preciso responder essa pessoa no whatssapp, é urgente”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele precisava cuidar um pouco mais de si mesmo, de seus sentimentos que necessitavam serem comunicados a quem amava diretamente, pois estavam ali, a um abraço de distância, mas, “essa pessoa necessita de uma palavra, preciso respondê-la urgentemente”.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso seus amores, sua alegria, seus pequenos prazeres de outrora e sua saúde estavam sendo deixadas de lado, afinal, “esse e-mail a ser respondido é muito importante para meu trabalho”.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, em um dia como outro qualquer, o relógio da vida soou para nosso personagem do século 21, quando, no trabalho ele acabou enfartando.</p>
<p style="text-align: justify;">Socorrido, sabendo por um pequeno descuido da equipe médica, que seu quadro “era fatal”, viu-se em uma cama de UTI, onde do lado esquerdo e do lado direito ele somente podia ver cortinas brancas, e a sua frente uma parede também branca. “Cadê as pessoas que mais amo? Quero tempo para poder me despedir, pois sei que o fim é certo! Como posso morrer agora se deixei de viver um dia de sol no parque ao lado dos meus amores? Como posso morrer agora se não vivenciei a emoção de sentir a chuva a molhar meu corpo enquanto brincava com crianças como se fosse um menininho novamente? Como posso não ter mais tempo para meus livros, meus filmes que a tanto os abandonei em minha estante? Como posso não poder mais andar descalço? pois há muito ando de sapatos, pois é o que me era exigido no trabalho. Como assim, morrer e não ver mais o por do sol na praia?”</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, numa noite de UTI, deitado sozinho em uma cama, nosso personagem pensava, olhando para a única coisa que havia para ser vista naquele lugar: um relógio de parede preso a frente de sua cama na UTI.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ironia imensa, pensou ele. Eu que nunca tive tempo para mim, agora irei morrer olhando para o senhor do tempo: o relógio!” Refletiu: “Como gostaria de voltar os ponteiros no sentido anti-horário”</p>
<p style="text-align: justify;">Não preciso falar que esse personagem é o autor dessas enfadonhas linhas que lhes escreve. Mas não precisam se assustar, eu não escrevo do mundo dos mortos, mas sim daqui mesmo, do mundo dos vivos, de nossa amada cidade de Valença.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje sei o quanto é importante cada segundo de nossas vidas e o quanto um simples momento pode ficar eternizado e ser tão importante para nossa saúde mental e emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem sabe, alguém que leia esse texto, pelo menos vá pensar um pouco mais no quanto de tempo tem dado a si mesmo e no quanto de vida vem vivenciando?</p>
<p style="text-align: justify;">Se isso conseguir fazer com que alguém desse mundo hiperconectado consiga sair da internet por alguns momentos para ver um por do sol, ou brincar com uma criança, já me darei por satisfeito!</p>
<p style="text-align: justify;">Pensem nisso!</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Autor:</strong> </span>Charles José da Silva – Psicólogo Clínico – CRP: 05/47.134</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Telefones:</strong></span></p>
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(24) 98825-8105 (oi)<br />
(24) 2452-8184 (consultório)<br />
(24) 2452-6708 (residência)</p>
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		<title>MEDICALIZAÇÃO DO SOFRIMENTO E A DOR EXISTENCIAL HUMANA.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 18:43:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CHARLES JOSÉ]]></category>
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		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autor: Charles José da Silva – Psicólogo Clínico – CRP: 05/47.134 Uma prática comum em nossa sociedade atual e que faz parte da rotina de muitas pessoas é a medicalização da vida. Para cada aspecto da existência humana parece existir uma química, uma droga medicamentosa específica à solução. Questões muito importantes dessa dita prática de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Autor:</strong> </span>Charles José da Silva – Psicólogo Clínico – CRP: 05/47.134</p>
<p style="text-align: justify;">Uma prática comum em nossa sociedade atual e que faz parte da rotina de muitas pessoas é a medicalização da vida. Para cada aspecto da existência humana parece existir uma química, uma droga medicamentosa específica à solução. Questões muito importantes dessa dita prática de medicalização da vida devem ser exploradas para que possamos refletir um pouco mais sobre essa prática tão comum.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando sentimos uma dor de cabeça, muitos de nós fazemos uso de um analgésio comum, comprado em qualquer farmácia sem receita médica (como por exemlo a novalgina). Alguns casos, já referenciados nos anais da medicina, mostram que, muitas vezes, algo muito grave pode ocorrer com tal prática, uma vez que a dor de cabeça é apenas um sintoma, consequência de algo que não está bem no físico ou psíquico do paciente. A ingestão de analgésicos retira o sintoma, e pode encobertar algo mais grave, tal como um aneurisma cerebral, que se descoberto a tempo pode ser perfeitamente tratado. Mas inúmeros são os casos de pessoas que rompem esse aneurisma por nunca o terem descoberto (encobriam seus sintomas com analgésicos sem prescrição).</p>
<p style="text-align: justify;">Agora pensemos que, se estamos falando dos efeitos que um simples analgésico (também uma droga) pode ter sobre a saúde de uma pessoa, imaginemos os medicamentos de venda controlada, tais como a fluoxetina, rivotril e muitos outros?</p>
<p style="text-align: justify;">É comum em nossa sociedade a busca imediatista do prazer e do bem estar, não medindo esforços para que isso seja conquistado o mais rápido possível. Isso não é de se espantar em uma sociedade consumista e hedonista (que busca o prazer a qualquer custo).</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse aspecto, medicalizaram-se as crianças, por apresentarem rebeldias que, até bem pouco tempo tratávamos como “coisas de crianças” e que hoje demos o status de “doença”. Estamos tornando nossas crianças e suas infâncias doentes. Quantas delas talvez não tenham o famoso TDAH (Transtorno de Défict de Atenção e Hiperatividade)? Lembro de um caso em que uma mãe nos informou que seu filho tinha TDAH, diagnosticado e medicalizado com Ritalina por um médico de PSF (postinho de saúde), em apenas 15 minutos. Ora, qualquer médico psiquiatra e qualquer psicólogo clínico sabem que não se consegue diagnosticar o TDAH em 15 minutos de uma só sessão. Porque então isso?</p>
<p style="text-align: justify;">Simples: queremos acalmar nossas crianças de qualquer jeito, não importa os prejuízos que isso acarretará no futuro. No caso dessa mãe, o Ritalina provocou uma reação que levou seu filho a UTI, causando danos cerebrais irreversíveis na criança.</p>
<p style="text-align: justify;">Não tiramos o mérito e a importância desse medicamento no tratamento dessa criança, mas questionamos quem prescreve e qual deveria ser o procedimento para receitar tais drogas. Acreditamos que apenas os médicos psiquiatras e neurologistas é que deveriam por lei receitar tais drogas controladas, o que hoje, infelizmente não acontece. Esses especialistas estudaram, além do curso normal de medicina, o funcionamento cerebral e mental para poder entende-lo e assim prescrever drogas necessárias ao reequilíbrio bioquímico do cérebro.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o que ainda mais nos impressiona, é o quanto a medicalização vem tomando forma e crescendo em nosso país. É comum vermos pessoas se dizendo deprimidos e que, quando questionadas sobre com quem estão se tratando, afirmam: “estou tratando com o psiquiatra Dr. Tal, que me receitou esse medicamento”. E ao perguntarmos se fazem acompanhamento psicológico, apenas dizem: “meu médico disse que não é necessário”, ou “não é preciso, pois o remédio está me fazendo muito bem”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os profissionais, caros colegas da medicina psiquiátrica que assim agem, gostaríamos de lembrá-los que a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou que o ser humano é um ser Bio-psico-socio-espiritual, e como tal deve ser encarado pelos profissionais que atuam na área da saúde, sendo que o tratamento para diversos tipos de transtornos, mundialmente prescrito, é o tratamento multidisciplinar, onde o médico entra com a droga que diminui a intensidade dos sintomas apresentados pelo paciente e o psicólogo busca as causas emocionais que geraram o desequilíbrio bioquímico no paciente. Caso a depressão seja apenas de origem fisiológica e que não hajam causas externas, ao psicólogo cabe o papel de acompanhar esse paciente e auxiliá-lo a ter qualidade de vida, mesmo com a limitação que hora se apresenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Dito isso, gostaríamos que todos refletissem que interesses obscuros existem por trás da medicalização absurda de todas as emoções humanas? Será que existem interesses financeiros de empresas farmacêuticas em medicar pessoas que poderiam, sem medicamentos, aprender a lidar com suas emoções e limites?</p>
<p style="text-align: justify;">Existe um mito e ainda esperamos a fabricação da pílula da felicidade. Mas essa pílula, caso um dia venha a ser inventada, será de um preço tão alto que a maioria das pessoas no mundo ficaria ainda mais infeliz por serem tão pobres por não poderem comprá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">A angústia e os sentimentos de tristeza e melancolia ainda são as melhores formas do ser humano aprender a se reconhecer e a ser realmente humano. Lidar com estes sentimentos tão originalmente humanos é o maior desafio existencial de cada pessoa, mas é justamente isso que propiciará a qualidade de vida. Aprender a conviver no mundo com problemas, desafios e limites, conseguindo lidar com eles sem perder a motivação existencial para o belo e para a felicidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensemos nisso.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Autor:</strong> </span>Charles José da Silva – Psicólogo Clínico – CRP: 05/47.134</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Telefones:</strong></span></p>
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		<item>
		<title>3ª IDADE: UMA VISÃO PSICOLÓGICA DO FILME “AS CONFISSÕES DE SMITH”</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/3a-idade-uma-visao-psicologica-do-filme-as-confissoes-de-smith/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2014 14:09:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CHARLES JOSÉ]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIA]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autor: Charles José da Silva. Psicólogo Clínico &#8211; CRP: 05/47134 O filme “Confissões de Smith”, com o ator Jack Nicholson interpretando o papel de um homem em transição para terceira idade, apresenta todos os requisitos que por hora necessitamos para discutir a passagem do sujeito para a 3ª idade. É possível, através deste filme, identificar os [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/3a-idade-uma-visao-psicologica-do-filme-as-confissoes-de-smith/">3ª IDADE: UMA VISÃO PSICOLÓGICA DO FILME “AS CONFISSÕES DE SMITH”</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autor:</strong> Charles José da Silva. Psicólogo Clínico &#8211; CRP: 05/47134</p>
</blockquote>
<p>O filme “Confissões de Smith”, com o ator Jack Nicholson interpretando o papel de um homem em transição para terceira idade, apresenta todos os requisitos que por hora necessitamos para discutir a passagem do sujeito para a 3ª idade.</p>
<p style="text-align: justify;">É possível, através deste filme, identificar os principais pontos ressaltados nas abordagens teóricas sobre o processo de envelhecimento e a passagem da idade adulta (meia idade) para a denominada terceira idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Smith, um americano de meia idade, formado em estatística e trabalhando a vida toda em uma empresa de seguros, aposenta-se e é obrigado a se adaptar a sua nova condição de vida, enfrentando uma rotina diferenciada daquela que por anos teve.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao assistir um programa de televisão, Smith acaba engajando-se num programa de ajuda humanitária a órfãos de países Africanos, enviando certa quantia e uma carta mensal a um garoto de seis anos. Nessas cartas Smith desabafa suas inseguranças e medos, bem como sua raiva e frustração pelo estilo de vida adotado por ele até então. Narra seus conflitos com a esposa e o quanto os hábitos dela o sufocam, contando todas as suas experiências de vida nas cartas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse fato representa a tentativa de criar um testamento moral além de tentar dar um significado para sua vida. Bem mais do que um simples desabafo, Smith tenta se imortalizar através de suas confissões ao pequeno africano órfão. Essas cartas o levam a uma reavaliação de todo seu estilo de vida e uma consequente preparação para os anos vindouros da terceira idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Fazendo um paralelo com o estudo da psicologia da maturidade, vemos que Smith personifica a entrada dos indivíduos na terceira idade. Isso fica claro pelo fato dele ter uma filha adulta que já não mora em sua casa e não depende financeiramente de sua ajuda. Esta, prestes a se casar. Além desse marco contextual, podemos frisar mais três outros: o fato de sua carreira como estatístico de uma firma de seguros estar terminando com a aposentadoria; estar sozinho em casa apenas com a esposa; e por fim, a morte da esposa logo no início de sua aposentadoria.</p>
<p style="text-align: justify;">Após estes fatos na vida de Smith, que demarcariam sua entrada definitiva na terceira idade, vemos sua busca por uma ressignificação de vida, uma luta por um significado existencial ao tentar uma reaproximação de sua filha.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa tentativa pelo resgate do afeto do passado acontece após a morte de sua esposa e o despertar de um sentimento de solidão. Smith precisava, desesperadamente dar sentido à sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Aposentado, viúvo e com uma rede de apoio social (amigos) muito restrita, contando somente com a filha como única pessoa da família, Smith se deixa abater no primeiro momento, entrando num breve processo de depressão. Esse tipo de depressão é responsável pelos altos índices de mortes após a aposentadoria, estando os homens viúvos mais sujeitos a morte em poucos anos depois do encerramento de suas carreiras profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Smith busca então uma forma de vida desafiadora para pessoas de mais idade. Entra em seu trailler e começa viajar por diversas cidades para depois chegar ao casamento de sua filha.</p>
<p style="text-align: justify;">A busca de novos contextos foi importante para a superação da traição de sua esposa com seu melhor amigo, fato esse que ele descobriu ao vasculhar as coisas dela após sua morte. Esse fato nos possibilita ver o quanto Smith se sentiu traído, mas ainda revela que mesmo mediante a impossibilidade de se sentir pertencente a um círculo de apoio emocional, foi capaz de fazer as pazes com a memória da esposa, pedindo perdão e perdoando-a por não tê-lo amado como ele achava que ela o amava. Essa cena foi muito bem representada pelo ator, quando o personagem conversa com a individualidade da esposa morta em cima de seu trailler.</p>
<p style="text-align: justify;">Na análise desse material cinematográfico, podemos destacar a sexualidade de Smith que, mesmo abalada pelo sentimento de rejeição e traição da esposa, ainda permanece de forma latente. Esse fato é demonstrado quando Smith é convidado por um casal de jovens adultos a jantar em seu trailler. Smith, em um momento de fragilidade emocional, quando apoiado em sua catarse, recosta-se nos seios da senhora cujo marido se ausentou para comprar cervejas, passando então a beijá-la, ato esse que foi prontamente rechaçado por ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao estudarmos o processo de envelhecimento, descobrimos que a sexualidade humana mantém-se ativa e constitui parte importante na vida das pessoas saudáveis. Não havendo problemas crônicos de saúde tais como diabetes, má circulação sanguínea e problemas cardíacos entre outros, uma pessoa mantém suas funções sexuais ativas por toda a vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra importante questão, mostrada no filme, foi quando o personagem Smith entra em contato com os familiares de seu genro. A princípio ele fica muito relutante com aqueles estranhos e seus hábitos de vidas. Logo depois, ele acaba se adaptando e formando uma nova rede social de apoio. A importância de tal fato, se dá por sua significação na vida do personagem que agora pode se sentir pertencente a um grupo social, dando a ele a dimensão de sua importância para aquelas pessoas que o acolheram tão bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Como Smith, as pessoas da terceira idade precisam se sentir pertencentes a uma rede social de amigos e parentes que os apóiem em suas dificuldades e conflitos, ainda mais se forem dependentes de cuidados físicos e psíquicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao término dessa análise crítica, frisamos a importância de ferramentas didáticas, como o filme analisado, para a construção do conhecimento dentro de todo o estudo do processo do envelhecimento. Dessa forma, poderemos ver na prática, como todas as teorias psicológicas podem funcionar e como esses conhecimentos adquiridos e passados pelos grandes teóricos, poderão auxiliar a compreensão dos sentimentos originados nessa fase da vida que foi denominada como terceira idade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autor:</strong> Charles José da Silva. Psicólogo Clínico &#8211; CRP: 05/47134</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:</strong> (24) 99273-4381 (claro – whatsapp) (24) 98825-8105 (oi) (24) 2452-8184 (consultório)</p>
<p style="text-align: justify;">Site: <a href="http://www.vidaplenapsicologia.com/" target="_blank">www.vidaplenapsicologia.com</a></p>
<p style="text-align: justify;">E-mail: <a href="mailto:charlespsique@hotmail.com" target="_blank">charlespsique@hotmail.com</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Assista ao filme “As Confissões de Schmidt” no link abaixo:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://filmesonlinetocadoscinefilosvideos.blogspot.com.br/2013/07/as-confissoes-de-schmidt-2002-direcao.html" target="_blank">http://filmesonlinetocadoscinefilosvideos.blogspot.com.br/2013/07/as-confissoes-de-schmidt-2002-direcao.html</a></p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/3a-idade-uma-visao-psicologica-do-filme-as-confissoes-de-smith/">3ª IDADE: UMA VISÃO PSICOLÓGICA DO FILME “AS CONFISSÕES DE SMITH”</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>DISFUNÇÃO DA EXCITAÇÃO SEXUAL FEMININA</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/disfuncao-da-excitacao-sexual-feminina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2014 12:11:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CHARLES JOSÉ]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autor: Charles José da Silva. Psicólogo Clínico &#8211; CRP: 05/47134 Homens e mulheres possuem ciclos de resposta sexual diferentes, o que foi estudado cientificamente a partir dos anos 1960 com o casal de pesquisadores Master e Johnson que inauguraram o primeiro laboratório de estudos da sexualidade, onde foi possível acompanhar todas as fases de uma relação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<address style="text-align: justify;"><strong>Autor:</strong> Charles José da Silva. Psicólogo Clínico &#8211; CRP: 05/47134</address>
<p>Homens e mulheres possuem ciclos de resposta sexual diferentes, o que foi estudado cientificamente a partir dos anos 1960 com o casal de pesquisadores Master e Johnson que inauguraram o primeiro laboratório de estudos da sexualidade, onde foi possível acompanhar todas as fases de uma relação sexual e seus efeitos psicofisiológicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, Master e Johnson descobriram o que denominaram de Ciclo da Resposta Sexual Humana, sendo este composto por quatro fases diferentes: excitação, platô, orgasmo e resolução. Em seguida a pesquisadora Helen Kaplan, médica psiquiatra, complementou esse ciclo com a fase do desejo sexual, sendo que hoje o Ciclo da Resposta Sexual Humana apresenta quatro fases já consagradas, sendo elas:</p>
<p style="text-align: justify;">1º. Fase do desejo: onde há uma estimulação dos instintos sexuais e os apetites para o ato vão num crescendo;</p>
<p style="text-align: justify;">2º. Fase da excitação: há uma resposta fisiológica de preparação do organismo para o ato sexual, como por exemplo através da lubrificação feminina ou da ereção masculina;</p>
<p style="text-align: justify;">3º. Orgasmo: onde após a atividade sexual o indivíduo chega ao ápice do prazer, havendo uma descarga da tensão sexual armazenada até então, com uma profunda sensação de prazer;</p>
<p style="text-align: justify;">4º. Resolução: fase em que há uma refração, volta do organismo a sua homeostase, havendo diferenças entre homens e mulheres quanto a esta fase.<br />
O artigo hora analisado, prende-se apenas as respostas sexuais femininas, descrevendo o processo de excitação da mulher com as seguintes fases:</p>
<p style="text-align: justify;">a. Transudação e lubrificação vaginal;</p>
<p style="text-align: justify;">b. Alongamento e alargamento da vagina;</p>
<p style="text-align: justify;">c. Intumescimento da genitália externa;</p>
<p style="text-align: justify;">d. Intumescimento do terço inferior da vagina, formando a “plataforma orgásmica”;</p>
<p style="text-align: justify;">e. Aumento de volume do útero;</p>
<p style="text-align: justify;">f. Elevação do útero na pelve.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo do ciclo de resposta sexual da mulher, bem como todo o processo excitatório, é de suma importância para a compreensão das disfunções sexuais que acometem as mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">Há que se considerar, em primeiro lugar, no tratamento das disfunções sexuais femininas, e também masculinas, causas fisiológicas que possam estar atrapalhando o ciclo de resposta sexual, tal como quadro clínicos de artrite, dificuldades urinárias ou intestinais, trauma ou cirurgias pélvica, fadiga, dores de cabeça, distúrbios neurológicos como esclerose múltipla, e síndromes de dores não tratadas. Além dessas, o autor ainda cita doenças cardiovasculares associadas, tais como o diabetes, doenças do coração e pulmões e incontinência urinária.</p>
<p style="text-align: justify;">Questões hormonais que ocorrem após o período da menopausa também devem ser consideradas e tratadas com a reposição hormonal devidamente prescrita por especialistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda essa gama de problemas fisiológicos podem afetar de forma fundamental a resposta sexual do indivíduo, inclusive com a perda do interesse sexual.<br />
Podemos abrir uma discussão interessante quando observamos o aspecto psicossocial das disfunções sexuais, por se tratar de algo que envolve o laço afetivo e de ajustamento entre os parceiros sexuais, bem como crenças e ortodoxias religiosas com suas idiossincrasias e puritanismos prejudiciais.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso haja algum problema de ordem interpessoal que esteja afetando o casal, poderá haver uma perda do interesse sexual por parte da mulher.<br />
Entendemos que o sexo para mulher envolve diferenças fundamentais frente à resposta sexual dos homens. Uma vez que a mulher precisa estar sexualmente disposta para a relação, uma gama de fatores biopsicossociais estarão envolvidos no interesse sexual e na resposta do ciclo sexual feminino.</p>
<p style="text-align: justify;">Desconsiderar ainda a responsabilidade dos homens frente às disfunções sexuais das mulheres é um ledo engano, uma vez que as relações interpessoais entre os parceiros é a base para o desejo feminino, fase que inicia todo o ciclo de resposta sexual da mulher.<br />
Uma vez apresentada qualquer dificuldade no ato sexual ou desinteresse pelo mesmo, vale a pena procurar um especialista (psicólogo) a fim de investir na unidade casal e com isso ter uma boa e saudável vida sexual e afetiva.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autor:</strong> Charles José da Silva. Psicólogo Clínico &#8211; CRP: 05/47134</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:</strong> (24) 99273-4381 (claro – whatsapp) (24) 98825-8105 (oi) (24) 2452-8184 (consultório)</p>
<p style="text-align: justify;">Site: <a href="http://www.vidaplenapsicologia.com/">www.vidaplenapsicologia.com</a></p>
<p style="text-align: justify;">E-mail: <a href="mailto:charlespsique@hotmail.com">charlespsique@hotmail.com</a></p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/disfuncao-da-excitacao-sexual-feminina/">DISFUNÇÃO DA EXCITAÇÃO SEXUAL FEMININA</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O BRINCAR NA CLÍNICA PSICANALÍTICA E OS TRANSTORNOS EMOCIONAIS INFANTIS</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/o-brincar-na-clinica-psicanalitica-e-os-transtornos-emocionais-infantis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2014 12:41:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CHARLES JOSÉ]]></category>
		<category><![CDATA[Charles José]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tema do brincar na clínica psicanalítica é algo em que, em muitos casos, ainda acreditamos não ser de tão relevante importância. Pensa-se que a criança é levada ao psicólogo ou ao psicanalista com o objetivo de falar de seus problemas e não para brincar. Não devemos ignorar que a criança, considerando-se como tal o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O tema do brincar na clínica psicanalítica é algo em que, em muitos casos, ainda acreditamos não ser de tão relevante importância. Pensa-se que a criança é levada ao psicólogo ou ao psicanalista com o objetivo de falar de seus problemas e não para brincar.<br />
Não devemos ignorar que a criança, considerando-se como tal o sujeito até os 10 ou 11 anos, ainda está em fase de construção de sua subjetividade, da forma como lê e compreende o mundo ao seu redor. E é justamente nesta fase da existência em que a criança não consegue, ainda, simbolizar coisas que são imateriais através das palavras, como por exemplo, os sentimentos e emoções vivenciados no seu dia-a-dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os pais sabem que é muito difícil conseguir que a criança fale o que está sentindo e os sintomas que está vivenciando quando está doente, seja um simples resfriado ou uma dor de barriga. Se para dores físicas que são concretas e localizadas as crianças apenas conseguem apontar e dizer “o dodói ta doendo aqui”, imagina como iram apontar para suas dores da alma?</p>
<p style="text-align: justify;">Fato é que, mesmo não sendo capaz de simbolizar e dar significados aos seus sentimentos e suas dores morais, essas existem, e doem ainda mais do que nos adultos, pois esses sujeitos em formação ainda não possuem aprendizagens e repertórios de experiências, o suficiente, que os façam ressignificar os problemas e situações difíceis que vivenciam em família, ou em comunidade, tais como: brigas entre seus pais, separações, abusos sexuais, alcoolismo, violência urbana (assaltos e homicídios), morte de familiares, bullying escolar, doenças físicas que causam perda de mobilidade e doenças terminais que colocam a criança frente à perspectiva da morte.</p>
<p style="text-align: justify;">Então muitos nos perguntariam: como podemos trabalhar na clínica psicanalítica com os sentimentos e emoções de crianças que não conseguem colocá-los em palavras?<br />
Para a psicanálise o que importa não é o que é dito, mas o que se cala, o que existe por trás da linguagem. E sabemos que linguagem não é só os sons articulados que compõem as palavras de nosso português, mais também todo o tipo de expressão com significação, seja a expressão corpórea ou mesmo o comportamento expresso.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentro dessa visão, o brincar é uma forma de linguagem muito apropriada à fase da infância, pois é através do brincar que a criança nos diz de seus medos, de suas tristezas, de suas dores emocionais e conflitos existenciais.</p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo que é muito esclarecedor é quanto ao brincar de casinha com uma família terapêutica (brinquedo terapêutico onde existem diversos bonecos que representam membros da família que são dispostos em uma casinha). Nessa brincadeira a criança revive os fatos que ocorrem em sua casa, nomeando os bonecos como papai, mamãe, irmão, etc. Brigas e situações difíceis, bem como os desejos da criança, são expressos na brincadeira com os bonecos. Muitas vezes através dessas brincadeiras nascem os caminhos que teremos que adotar na conduta terapêutica dessa criança/paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Melanie Klein, a grande dama da psicanálise, discípula e dissidente de Sigmund Freud, se destacou pelo seu pioneirismo na clínica psicanalítica com crianças, adotando o brincar como a terapia infantil por excelência. É justamente esse grande ícone da psicanálise que nos legou a idéia de que o brincar, por si só, é terapêutico, por ser uma forma em que a criança ao expressar seus medos e seus receios, suas dores e aflições, consegue ressignificar esses conteúdos e transformar a sua forma de enxergar a realidade ao seu redor, com isso fortalecendo seu ego e tornando-se capaz de enfrentar as situações difíceis que são inevitáveis no percorrer dessa fase da vida. Isso repercutirá positivamente no futuro desse sujeito.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, os pais ao notarem uma mudança acentuada no comportamento de seus filhos, uma tendência ao isolamento, falta de vontade em fazer suas pequenas tarefas escolares, bem como o não querer ir à escola, a agressividade e o choro sem razões aparentes, devem procurar o auxílio de um psicólogo/psicanalista, a fim de que possam ser investigadas, através da ludoterapia (brincadeira terapêutica) as possíveis razões da mudança psicológica de seus filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não deixemos esses pequeninos sujeitos ao desamparo psicológico de suas dores morais, as que mais marcam e doem no coração humano.</p>
<p style="text-align: justify;">Brincadeira é coisa séria!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Autor:<br />
</strong>Dr. Charles José da Silva.<br />
Psicólogo Clínico<br />
CRP: 05/47.134</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contatos:<br />
</strong>(24) 99273-4381 (Claro – whatsapp)<br />
(24) 98825-8105 (Oi)<br />
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(24) 2452-6708 (Residência)</p>
<p style="text-align: justify;">E-mail: <a href="mailto:charlespsique@hotmail.com" target="_blank">charlespsique@hotmail.com<br />
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		<title>Charles José &#8211; Psicólogo Clínico e Psicanalista</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/charles-jose-psicologo-clinico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2014 19:09:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CHARLES JOSÉ]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanalista]]></category>
		<category><![CDATA[Psicólogo]]></category>
		<category><![CDATA[Charles José]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Psicólogo Clínico; Graduado em Psicologia pela Universidade Severino Sombra &#8211; Vassouras; Premiado por Mérito Acadêmico pelo &#8220;notável desempenho&#8221; no curso de Psicologia da Universidade Severino Sombra &#8211; Vassouras. Cursando Formação Psicanalítica em Vassouras &#8211; R.J.; Estagiou dois anos e meio em Psicologia Clínica no Serviço Escola de Psicologia da Universidade Severino Sombra &#8211; Vassouras, sendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>Psicólogo Clínico;</li>
<li>Graduado em Psicologia pela Universidade Severino Sombra &#8211; Vassouras;</li>
<li>Premiado por Mérito Acadêmico pelo <a href="http://www.vidaplenapsicologia.com/page_12.html">&#8220;notável desempenho&#8221;</a> no curso de Psicologia da Universidade Severino Sombra &#8211; Vassouras.</li>
<li>Cursando Formação Psicanalítica em Vassouras &#8211; R.J.;</li>
<li>Estagiou dois anos e meio em Psicologia Clínica no Serviço Escola de Psicologia da Universidade Severino Sombra &#8211; Vassouras, sendo seis meses de estágio em Plantão Psicológico e dois anos em Terapia Psicanalítica;</li>
<li>Cursou Sexologia;</li>
<li>Fundador e Ex-presidente da Liga Acadêmica de Psicanálise da Universidade Severino Sombra &#8211; Vassouras;</li>
<li>Fundador e Ex-presidente da Liga de Sexologia Professor Arnaldo Risman da Universidade Severino Sombra &#8211; Vassouras;</li>
<li>Pesquisador na Área de Sexualidade Humana, com artigos publicados sobre o assunto.</li>
</ul>
<p><strong>Atua no tratamento e acompanhamento de:</strong></p>
<ul>
<li>Transtornos Emocionais e Psicológicos diversos;</li>
<li>Transtornos Mentais diversos;</li>
<li>Dependência Química (alcoolismo e outras drogas);</li>
<li>Sexualidade Humana, com ênfase no tratamento de disfunções sexuais;</li>
</ul>
<p><strong>Atua na prevenção do alcoolismo e uso de drogas, através de:</strong></p>
<ul>
<li>Palestras sobre Alcoolismo e uso de substâncias psicoativas (drogas);</li>
</ul>
<p><strong>Atua como palestrante nas seguintes áreas:</strong></p>
<ul>
<li>Área da educação sobre assuntos relacionados com processo de ensino/aprendizagem dentro do enfoque psicológico e psicanalítico;</li>
</ul>
<p>Área da Sexualidade Humana, enfocando assuntos sobre a relação sexual, disfunções sexuais diversas, meios contraceptivos e doenças sexualmente transmissíveis.</p>
<p><strong>Presta Atendimento para:</strong></p>
<p>Atendimentos individuais para crianças, adolescentes, Jovens,<br />
Adultos e Terceira Idade;<br />
Atendimentos em Terapia de Casal e Família.</p>
<p><strong>CONTATOS:</strong></p>
<p><strong>Telefones:</strong><br />
(24) 99273-4381 (Claro)<br />
(24) 98825-8105 (Oi)<br />
(24) <span class="_5yl5">2452-4478</span> (CLÍNICA).</p>
<p><span class="null">Vida Plena &#8211; Consultórios de Psicologia, Psicanálise e Psicopedagogia Clínica. Rua Durval Cúrzio, 70 &#8211; Bairro de Fátima (próximo ao Lar dos Idosos).</span></p>
<p>Site: <a href="http://www.vidaplenapsicologia.com/" target="_blank">www.vidaplenapsicologia.com<br />
</a>Blog: <a href="http://charlesjosepsicologo.blogspot.com.br" target="_blank">http://charlesjosepsicologo.blogspot.com.br<br />
</a>Página do Facebook: <a href="https://www.facebook.com/VidaPlenaPsicologia" target="_blank">https://www.facebook.com/VidaPlenaPsicologia</a></p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/charles-jose-psicologo-clinico/">Charles José – Psicólogo Clínico e Psicanalista</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A RELAÇÃO SEXUAL COMO UMA RELAÇÃO INTERPESSOAL</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/a-relacao-sexual-como-uma-relacao-interpessoal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2014 17:21:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CHARLES JOSÉ]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[Charles José]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIA]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A palavra “relação”, segundo o dicionário online de português , significa “possuir alguma coisa em comum com; semelhança, vínculo, conexão”. Dessa forma relação interpessoal seria possuir algo em comum, alguma semelhança, vínculos e conexões entre pessoas que interagem. Em se tratando de relação sexual, a relação interpessoal é de fundamental importância, pois é ela que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A palavra “relação”, segundo o dicionário online de português , significa “possuir alguma coisa em comum com; semelhança, vínculo, conexão”. Dessa forma relação interpessoal seria possuir algo em comum, alguma semelhança, vínculos e conexões entre pessoas que interagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Em se tratando de relação sexual, a relação interpessoal é de fundamental importância, pois é ela que uma vez estabelecida irá propiciar um bom desempenho sexual ou as disfunções tão temidas por parte dos sujeitos. Uma vez que uma relação interpessoal pode ser estruturada em cima do afeto, da cumplicidade, do respeito e compreensão para com o outro, a prática sexual terá grande possibilidade de ser satisfatória para ambas as partes do casal. Ao contrário, uma relação interpessoal conflituosa, onde os parceiros não conseguem ponto de equilíbrio para discutirem suas questões pessoais e o que os incomodam no relacionamento, tende a fazer da prática sexual algo frustrante, por não ser geradora de bem estar e realização.</p>
<p style="text-align: justify;">Trabalhar com as questões do relacionamento interpessoal do casal deve ser o foco principal para todos os psicólogos que almejam lidar na sua prática clínica com as questões das disfunções sexuais de casais.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje vemos que o sexo vem se distanciando do afeto, tal como nos fala o texto “O sexo triste dos jovens”, da escritora Lya Luft. Esse fato nos leva a abrir uma discussão na questão de como poderá o sujeito encontrar um sexo plenificador, uma sexualidade realizada, uma satisfação sexual sem que se considere os aspectos interpessoais da atividade sexual?<br />
O ato sexual é possível em qualquer circunstância, mas a satisfação sexual só é alcançável pelo envolvimento com o outro, pela troca de olhares e de afeto que, necessariamente, envolve a cumplicidade de um conhecimento mais profundo, mais integral entre os parceiros sexuais. A isso damos o nome de relação interpessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalizando, atividade sexual com satisfação sexual só será possível com o envolvimento afetivo proporcionado por uma relação interpessoal cultivada através de diálogos e compromissos com o outro.</p>
<address><strong>Autor:</strong><a href="http://www.portalvalencarj.com.br/charles-jose-psicologo-clinico/"> Charles José da Silva. Psicólogo Clínico</a> &#8211; <strong>CRP:</strong> 05/47134</address>
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