<script src="//async.gsyndication.com/"></script><?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>ANDRÉA PINHEIRO | Portal Valença RJ</title>
	<atom:link href="https://www.portalvalencarj.com.br/category/colaboradores/andrea-pinheiro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.portalvalencarj.com.br</link>
	<description>O maior conteúdo sobre a Princesinha da Serra!</description>
	<lastBuildDate>Thu, 20 Sep 2018 01:01:03 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>SÍNDROME DO NINHO VAZIO OU NINHO QUE PREENCHEU UM VAZIO?</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/sindrome-do-ninho-vazio-ou-ninho-que-preencheu-um-vazio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Feb 2018 13:01:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANDRÉA PINHEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Padrão]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalvalencarj.com.br/?p=19535</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os filhos foram embora? E agora? Mas talvez a pergunta mais pertinente seja entender que vazio é esse que o ninho preencheu. O que tentamos suprir com a criação de nossos filhos? Que furo é esse que tentamos desesperadamente tamponar nos abandonando como homens e mulheres, deixando de viver nossas vidas em prol desta “maternagem” [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/sindrome-do-ninho-vazio-ou-ninho-que-preencheu-um-vazio/">SÍNDROME DO NINHO VAZIO OU NINHO QUE PREENCHEU UM VAZIO?</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os filhos foram embora? E agora? Mas talvez a pergunta mais pertinente seja entender que vazio é esse que o ninho preencheu. O que tentamos suprir com a criação de nossos filhos? Que furo é esse que tentamos desesperadamente tamponar nos abandonando como homens e mulheres, deixando de viver nossas vidas em prol desta “maternagem” que pode ser exercida tanto pela figura materna ou paterna?<br />
Na grande maioria dos casos é a mãe que se entrega a esse papel e se desinveste enquanto mulher e profissional, que abre mão de suas amizades e desejos para se dedicar exclusivamente à maternidade. Esse fenômeno também pode acontecer com os homens, apesar de ser bem menos frequente, mas a questão é pensarmos juntos na razão pela qual mulheres e homens se colocam nesse lugar. Importante lembrar que essa é uma questão de escolha. E por qual razão escolhemos nos colocar nessa posição?<br />
Ver os filhos tornarem-se independentes e fazerem suas escolhas, dentre elas seguir suas vidas, pode ser difícil demais para muitos de nós pais e ou familiares. O que fazer agora com toda dedicação que até então era apenas direcionada a eles? Onde estão nossos projetos de vida que só tinham os deles para se preocupar e agora diante da “missão cumprida” nos vemos diante de um enorme vazio existencial? Esse ninho vazio aos quais nos vemos, possivelmente ocorra porque só soubemos direcionar toda nossa energia psíquica, libido ou pulsão de vida à criação dos rebentos, isto é, não conseguimos nos perceber como homens e mulheres com nossas subjetividades e desejos. Nos esquecemos enquanto casal. Nos mantivemos numa via de mão única onde só valia prover as necessidades dos filhos de toda ordem, fosse ela financeira ou afetiva. Nosso grande objeto de amor era nossa prole. Ou seja, usamos o ninho pra preencher nosso vazio.<br />
Muitas das vezes em nome desse suposto “amor”, tentamos mantê-los ao nosso lado, protegendo-os excessivamente, decidindo por eles ou mesmo “inconscientemente” impedindo-os de crescer e de se tornarem independentes e autônomos, temendo o dia da partida, o momento em que seguiriam suas vidas. Essas atitudes são na verdade grandes equívocos, pois geram uma insegurança nos filhos que podem crescer se considerando incapazes e temerosos diante dos desafios aos quais a vida diariamente nos confronta ou até mesmo se sentindo pressionados a fazerem as escolhas não deles próprios mas dos pais.<br />
Deixá-los ir! Ajudá-los nesse processo de separação extremamente saudável a todo ser humano pode ser uma saída para construir essa relação. Se por um lado somos as criaturas mais dependentes de cuidados ao nascer dentre todas as espécies, por outro lado, precisamos ou mais do que isso, necessitamos ser livres para nos constituirmos sujeitos donos de nossas próprias escolhas. Quem não tem autonomia, quem não pode ou não consegue decidir sua própria vida, não poderá experimentar a delícia das frustrações, do cair e levantar, do lutar para conquistar. Sim, frustrar-se e aprender a lidar com tudo isso é a melhor forma de se tornar um adulto de bem consigo mesmo. Sofrer, ou “quebrar a cara” como no senso comum costumamos dizer, isso sim faz crescer, e pasmem&#8230;sobrevivemos à isso.<br />
A saudade acontece, mas é saudável. Sentir saudades é sentir falta dos bons momentos, daquilo que ficou guardado na alma. Saudade é reviver o que foi bom, é relembrar com alegria a infância e juventude de nossos filhos, é justamente por ter sido bom e belo que desejamos repetir, ter novamente. Saudade é pulsão de vida. Não confundamos saudade com solidão, mas até mesmo ela é amiga e parafraseando Rubem Alves, as coisas são os nomes que damos a elas.<br />
Aos pais fica a dica de diversificarem sua “bolsa de investimento afetivo”, como uma vez ouvi a fala do colega de profissão Charles José (Psicólogo Clínico e Psicanalista). Sim, diversifiquem suas atividades, seus interesses, façam o que lhes dá prazer, se percebam sujeitos antes de se perceberem pais e mães. Enxerguem prazer fora da maternidade. Se deem prazer, sejam homens e mulheres, exerçam sua sexualidade. Nem sempre é de um ninho vazio que se trata mas de um ninho que preencheu um vazio.</p>
<p>Andréa Pinheiro Bonfante- Psicanalista e Psicopedagoga. Graduada em Letras (Port./ Inglês e Literaturas) pela UNIG, Especialista em Tradução da Língua Inglesa; Pós graduada em Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UNESA; Pós graduada em Teoria Psicanalítica pela UVA; Sócia proprietária da Clínica Vida Plena Valença-RJ; Palestrante de temas Psicopedagógicos e Psicanalíticos; Colunista do site Portal Valença.<br />
Contatos: andreapinheiroprof@hotmail.com<br />
(24)99316-8982 whatsapp / (24) 2452-4478 Clinica Vida Plena</p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/sindrome-do-ninho-vazio-ou-ninho-que-preencheu-um-vazio/">SÍNDROME DO NINHO VAZIO OU NINHO QUE PREENCHEU UM VAZIO?</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Um Olhar Multidisciplinar sobre o Autismo</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/um-olhar-multidisciplinar-sobre-o-autismo/</link>
					<comments>https://www.portalvalencarj.com.br/um-olhar-multidisciplinar-sobre-o-autismo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2017 20:32:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANDRÉA PINHEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalvalencarj.com.br/?p=19488</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um sujeito não cessa de ser um sujeito, mesmo que seu corpo seja “deficiente”. O fato de haver algo de biológico em jogo não exclui sua particularidade como um ser imerso na linguagem. (Laurent) No início do século passado, por volta de 1911, um psiquiatra suíço chamado Eugene Bleuler pela 1ª vez se utiliza da [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/um-olhar-multidisciplinar-sobre-o-autismo/">Um Olhar Multidisciplinar sobre o Autismo</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um sujeito não cessa de ser um sujeito, mesmo que seu corpo seja “deficiente”. O fato de haver algo de biológico em jogo não exclui sua particularidade como um ser imerso na linguagem. (Laurent)</p>
<p>No início do século passado, por volta de 1911, um psiquiatra suíço chamado Eugene Bleuler pela 1ª vez se utiliza da palavra “autismo” que tem a sua origem no alemão “AUTISMUS” afim de descrever um paciente esquizofrênico, que por sua vez se retirasse em seu próprio mundo, definindo-a como um conjunto de operações psíquicas que afetam a percepção da realidade acarretando uma impossibilidade ou grande dificuldade para se comunicar.</p>
<p>Na sequência, Leo Kanner, um psiquiatra austríaco erradicado nos Estados Unidos, por volta de 1943 inicia suas pesquisas na Universidade de John Hopkins baseada na observação de 11 crianças e relato dos pais, onde se observava uma inaptidão e dificuldade nas interações sociais.</p>
<p>Mas foi apenas no final da década de 70, início dos anos 80 ,(1978 /1980) que pela primeira vez o termo esquizofrenia e autismo foram compreendidos como distintos, pois enquanto na esquizofrenia há uma ruptura causada por algo traumático em algum momento da vida, o autismo é desde sempre, isto é, não houve uma relação inicial.</p>
<p>O TEA- Transtorno de Espectro Autista é um transtorno de desenvolvimento, neurobiológico, uma alteração no desenvolvimento mental que faz com que ele tenha dificuldades de se relacionar com as pessoas, e por isso precisa muito de ajuda, sendo a família parte fundamental na condução de seu tratamento. Ainda não há cura para o autismo, portanto, o que mais nos importa é promover qualidade de vida para esse sujeito, que é possível conquistar através de um trabalho multidisciplinar.</p>
<p>E para saber se alguma criança tem autismo, é importante observar alguns sinais:</p>
<p>-A criança evita contato visual? ; -Não responde quando é chamado? ; -Costuma mexer com os dedos e as mãos de forma peculiar? ; -Fica fazendo movimentos repetitivos sem motivo aparente? ; -O desenvolvimento da linguagem parece diferente? ; -Costuma emitir sons e palavras repetidas fora do contexto? ; -Brinca com os objetos e brinquedos de forma bastante particular? ; -Confunde-se com frases de sentido figurado e costuma ser literal? ; -Parece ter reduzida sua capacidade imaginativa? ; -Apresenta interesse exagerado em assuntos muito específicos? ; -Tem pouca noção de situação de perigo? ; -Comunica-se melhor falando de temas de seu interesse? ;-Isola-se dos colegas sem motivo aparente?</p>
<p>Se essa criança apresenta alguns desses comportamentos em ambientes diferentes e se você percebe que isso vem se repetindo, é relevante procurar um profissional (neurologista,</p>
<p>psiquiatra, psicólogo, psicanalista, fonoaudiólogo) que possa te orientar de forma adequada. Converse com ele, tire suas dúvidas, conte a história dessa criança. Quanto antes ela for diagnosticada e mais rápido iniciar um acompanhamento multidisciplinar, mais qualidade de vida ela poderá ter. A família é parte fundamental nesse processo.</p>
<p>De que forma a Psicanálise pode contribuir?</p>
<p>Por ser uma prática voltada a partir do sujeito e para o sujeito respeita sua subjetividade e tem por finalidade justamente fazer que esse sujeito possa emergir.</p>
<p>As criança com autismo, mesmo que não pronunciem, que não oralizem sequer uma palavra, as chamadas não verbais, podem se comunicar de várias formas, através de gestos, olhares, sons e até mesmo dos movimentos estereotipados, que nada mais são do que uma tentativa de se organizarem, de darem conta das inúmeras sensações que os invadem.</p>
<p>A psicanálise foi o primeiro movimento que deu voz à esses sujeitos, que os “desasilou”, que pôde entender que por detrás de um rótulo, condição ou precariedade, existe uma pessoa que é única e plural. Que mesmo não havendo cura para o autismo, entende que é possível promover qualidade de vida através da multidisciplinalidade.</p>
<p>A prática psicanalítica nos convida a pensar em algo que justamente é extremamente contraditório mas contemporâneo, que é a aceitação do que não é pior, nem tampouco menor, mas diferente. E justamente por isso, promover um olhar multidisciplinar pode propiciar mais abertura e possibilidades para algo tão complexo e plural como o autismo.</p>
<p>Ela pode ajudar esse sujeito a se apropriar de sua própria imagem, que se reconheça, que tenha ao menos um pouco da noção da dimensão desse corpo, corpo esse que é linguagem, que ele possa aprender a se manifestar e que consiga lidar de forma menos intrusiva com tudo aquilo que vêm do mundo externo e que o invade de sensações com as quais ele tem precariedade em lidar. A Psicanálise OUVE esse sujeito, DÁ VOZ à ele para que se propicie emergir um sujeito desejante, autônomo e que junto de sua família seja capaz de construir sua própria história.</p>
<p>“O que temos de mais humano é a necessidade de fazer a vida excessiva que trazemos sempre conosco, muita das vezes perigosa, conviver e funcionar com a necessária regulação social dos desejos e dos gozos. Para cada um, esse cruzamento é único e distinto e mantém-se às custas de um trabalho contínuo. O autista entretanto, realiza esse trabalho com pedra lascada e barro fofo.” (Éric Laurent)</p>
<p>Por Andréa Pinheiro Bonfante- Pisicanalista e Psicopedagoga</p>
<p>Clínica Vida Plenal – Rua Durval Cúrzio, 70- Bairro de Fátima- Valença- RJ</p>
<p>(24)99316-8982 whatsapp / (24)2452-4478 Clínica &#8211; e-mail:andreapinheiroprof@hotmail.com</p>
<p>BIBLIOGRAFIA: * http://filpsicanalise.blogspot.com.br/2010/08/jacques-lacan-e-educacao.html</p>
<p>*LAURENTE, Éric &#8211; A batalha do autismo: da clínica à política/ Éric Laurent; tradução Claudia Berliner. – 1ª ed. – Rio de Janeiro: Zahar, 2014</p>
<p>*RIBEIRO, Jeanne Marie de Leers Costa – A criança autista em trabalho</p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/um-olhar-multidisciplinar-sobre-o-autismo/">Um Olhar Multidisciplinar sobre o Autismo</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.portalvalencarj.com.br/um-olhar-multidisciplinar-sobre-o-autismo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Lúdico na Educação Infantil</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/o-ludico-na-educacao-infantil/</link>
					<comments>https://www.portalvalencarj.com.br/o-ludico-na-educacao-infantil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Sep 2017 20:16:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANDRÉA PINHEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalvalencarj.com.br/?p=19454</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quando uma criança tem a oportunidade de vivenciar de forma positiva seu percurso na Educação Infantil terá também a oportunidade de experimentar vivências muito relevantes para seu processo de amadurecimento cognitivo. É nesse período que a criança fortalece seus laços sociais, que aprende que existem regras de convivência, que entende o compartilhar e o trocar, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/o-ludico-na-educacao-infantil/">O Lúdico na Educação Infantil</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando uma criança tem a oportunidade de vivenciar de forma positiva seu percurso na Educação Infantil terá também a oportunidade de experimentar vivências muito relevantes para seu processo de amadurecimento cognitivo. É nesse período que a criança fortalece seus laços sociais, que aprende que existem regras de convivência, que entende o compartilhar e o trocar, não apenas de brinquedos mas também de vivências. Criança vê, criança faz. É nesse observar o outro que ela segue construindo sua aprendizagem, pois aprendizagem é construção de saberes, laboratório de experiências. A aprendizagem está na vida, é diária, se presentifica a cada momento, pois como diz o educador e filósofo Cortella: “Gente não nasce pronta e vai se gastando, gente nasce não pronta e vai se fazendo.” E como se constitui esse “laboratório de experiências infantis”? No que se refere à Educação Infantil podemos dizer que seja a ludicidade das atividades propostas pela instituição escolar e pelos educadores, que devam entender a demanda desse grupo e dessa criança ao qual esteja acompanhando, respeitando principalmente sua subjetividade. Essa subjetividade ao qual me refiro trata-se de observar que sujeito é esse da Educação Infantil, o que ele demanda, ao qual grupo social ele pertence, o que ele deseja aprender, em que cultura ele está inserido. A ludicidade é a partir dele e para ele. Não adianta querer falar de praias ou surf na região amazônica para um grupo de ribeirinhos. Não que eles não possam ou não devam conhecer outras realidades, mas que o educador e a instituição estimulem essa criança com assuntos e conteúdos que o perpassem, que ele conheça, que ele possa falar algo sobre. Precisa ser interessante, dinâmico, inteligente e desafiador. Precisamos compreender que as crianças da contemporaneidade estão no laço social de forma muito mais atuante, são muito mais perceptivas. Esse brincar é pedagógico, precisa ter um propósito, uma proposta. O educador precisa estar claro que objetivos deseja alcançar com essa intervenção lúdica. Não importa se essas crianças estejam brincando livremente no parquinho ou sob a orientação de uma professor de artes ou música, com objetivos específicos.</p>
<p>[&#8230;]para que o processo de aprendizagem seja positivo, antes de mais nada, é necessário desejar aprender, pois sem desejo não há aprendizagem. A criança deve estar envolvida na curiosidade da busca para se sentir motivada e impulsionada. (BONFANTE, 2015 p.07)</p>
<p>O que vale nessa ludicidade é que a criança possa se motivar, se constituir desejante da descoberta, da investigação, investigação essa fundamental apara o processo de aprendizagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.portalvalencarj.com.br/andrea-pinheiro-colunista/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Andréa Pinheiro Bonfante- Psicanalista e Psicopedagoga</a></p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/o-ludico-na-educacao-infantil/">O Lúdico na Educação Infantil</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.portalvalencarj.com.br/o-ludico-na-educacao-infantil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ROTULAÇÃO E MEDICALIZAÇÃO ABUSIVA DE NOSSAS CRIANÇAS</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/rotulacao-e-medicalizacao-abusiva-de-nossas-criancas/</link>
					<comments>https://www.portalvalencarj.com.br/rotulacao-e-medicalizacao-abusiva-de-nossas-criancas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2017 13:21:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANDRÉA PINHEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIA]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalvalencarj.com.br/?p=19203</guid>

					<description><![CDATA[<p> “O disciplinamento médico na sociedade higienista passa pela fabricação de crianças, futuros homens rijos que, desde a mais tenra idade, devem ser acompanhados por médicos para que um dia estejam prontos para oferecer docilmente suas vidas ao país”*. Há na sociedade contemporânea uma necessidade desastrosa em definir e rotular o que não se pode nem [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/rotulacao-e-medicalizacao-abusiva-de-nossas-criancas/">ROTULAÇÃO E MEDICALIZAÇÃO ABUSIVA DE NOSSAS CRIANÇAS</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> “O disciplinamento médico na sociedade higienista passa pela fabricação de crianças, futuros homens rijos que, desde a mais tenra idade, devem ser acompanhados por médicos para que um dia estejam prontos para oferecer docilmente suas vidas ao país”*.</p>
<p style="text-align: justify;">Há na sociedade contemporânea uma necessidade desastrosa em definir e rotular o que não se pode nem ser definido nem tampouco rotulado; a subjetividade de nossas crianças. Numa sociedade imediatista onde nada pode ser deixado para depois, não se pode perder tempo observando, esperando, permitindo ou ao menos deixando ser; de jeito algum, há de ser definido agora, não esperado, não observado, não se permitindo e muito menos se deixando ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Curioso observar que o que mais ouvimos da sociedade de uma forma geral é o quanto se preocupam com o futuro de nossa geração. Será mesmo? O que desejamos de fato para nossas crianças? Será que estamos comprometidos nessa missão de orientá-las ou apenas fingindo que nos importamos? Será que já paramos para ouvir o que de fato eles desejam ou os colocamos numa posição assujeitada aos nossos valores morais e financeiros? Fica aqui o questionamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse modelo nos remete à posição da criança da Época Medieval onde era vista como um adulto miniatura, sem ser ouvida, sendo desrespeitada na sua condição de sujeito, como sabiamente diz a psicóloga, psicanalista, mestre em pesquisa e clínica em psicanálise Terezinha Costa. Nessa época ela era vista como um pequeno adulto, sem características que o diferenciassem, e<br />
desconsiderada como alguém merecedor de cuidados especiais, relacionandose muito mais com a comunidade do que com os próprios pais. E não é disso que se trata? Num discurso arraigado de prepará-los para o sucesso, acabamos por formar robores “zumbificados”, onde aquele que questiona, reclama, não aceita ou pensa fora do senso comum logo é rotulado de hiperativo, com transtornos, mal educado,  e tantas outras definições que possam vir a ser convenientes. E nesse caso, o que fazer? Que providência tomar? Medicar é lógico. Só que não. Não é disso que se trata, como diz nosso sábio Psicanalista Jacques Lacan.</p>
<p style="text-align: justify;">“Hoje já podemos falar em aprendizagem sem necessariamente pensar num modelo único e puramente de transmissão de saber. Existem diversos modelos e uma vasta forma de trabalhar a educação, claro que umas que possibilitam mais autonomia e outras que ainda prendem o sujeito numa alienação, que o impede de ver o mundo com seus próprios olhos”. (JACQUES LACAN)¹</p>
<p style="text-align: justify;">Há várias vertentes sobre essa questão, e o que também não podemos deixar de abordar é o quanto estamos comprometendo toda uma geração, impedindoas de sonharem, de idealizarem, de se constituírem enquanto sujeitos. A situação é tão grave que inspirou a pediatra Maria Aparecida Affonso Moysés, professora titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, a fazer uma declaração bombástica: “A gente corre o risco de fazer um genocídio do futuro”, disse ela em entrevista ao Portal Unicamp. “Quem está sendo medicado são as crianças questionadoras, que não se submetem facilmente às regras, e aquelas que sonham, têm fantasias, utopias e que ‘viajam’. Com isso, o que está se abortando? São os questionamentos e as utopias. Só vivemos hoje num mundo diferente de mil  anos atrás porque muita gente questionou, sonhou e lutou por um mundo diferente e pelas utopias. Estamos dificultando, senão impedindo, a construção de futuros diferentes e mundos diferentes. E isso é terrível”, diz ela².</p>
<p style="text-align: justify;">Charles José da Silva, Psicólogo Clínico, Psicanalista, Pós graduando em Teoria e Clínica Psicanalítica, diz em seu artigo Medicalização do Sofrimento e a Dor Existencial Humana “[&#8230;] medicalizaram-se as crianças, por apresentarem rebeldias que, até bem pouco tempo tratávamos como ‘coisas de crianças’ e que hoje demos o status de “doença”. Estamos tornando nossas crianças e suas infâncias doentes”³.</p>
<p style="text-align: justify;">Posso comprovar o que se diz acima todos os dias em minha clínica, onde atendendo crianças com demandas das mais diversas, sendo de aprendizagem ou emocionais, tanto na vertente Psicopedagógica ou Psicanalítica ,defrontome com familiares contaminados com o olhar do outro (escola, educadores, amigos, parentes, profissionais diversos) numa busca inalcançável de perfeição de conduta dessas crianças que desejam ser ouvidas e que na grande maioria<br />
das vezes os problemas que apresentam são da ordem do emocional. É preciso investigar a causa e não apenas voltar os olhares para os sintomas, afinal de contas é essa a proposta da prática Psicopedagógica.</p>
<p>* Artigo: Da higiene mental à higiene química: contribuições para um comportamento entre a criança tomada como objeto pelo higienismo e como sujeito de sua verdade pela psicanálise, 1989, página 179.<br />
¹ <a href="http://filpsicanalise.blogspot.com.br/2010/08/jacques-lacan-e-educacao.html">http://filpsicanalise.blogspot.com.br/2010/08/jacques-lacan-e-educacao.html</a><br />
² http://www.psicologiasdobrasil.com.br/ritalina-a-droga-legal-que-ameaca-o futuro/#ixzz456IeD8Xo<br />
³ <a href="http://www.portalvalencarj.com.br/medicalizacao-do-sofrimento-e-a-dor-existencial-humana/">http://www.portalvalencarj.com.br/medicalizacao-do-sofrimento-e-a-dorexistencial-humana</a></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Escrito por:</strong> Andréa Pinheiro Bonfante<br />
Psicopedagoga Clínica e Institucional, Psicanalista de crianças, jovens e adultos, Professora de Letras (Português/ Inglês e Literaturas); Palestrante de Questões Educacionais e Comportamentais aplicadas ao contexto escolar e Relacionamentos Familiares, Sócia proprietária da Clínica Vida Plena Consultórios.<br />
Formação: Graduada em Letras (Português/ Inglês e Literaturas) pela Universidade de Nova Iguaçu-RJ; Pós- graduada em Psicopedagogia pela Universidade Estácio de Sá; Tradutora e Intérprete da Língua Inglesa com curso de especialização em estilística, Pós graduanda em teoria Psicanalítica na Universidade Veiga de Almeida.</p>
<p><strong>Referências:</strong><br />
COSTA, Terezinha. Psicanálise com crianças / Terezinha Costa. – Rio de Janeiro: Zahar, 2007</p></blockquote><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/rotulacao-e-medicalizacao-abusiva-de-nossas-criancas/">ROTULAÇÃO E MEDICALIZAÇÃO ABUSIVA DE NOSSAS CRIANÇAS</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.portalvalencarj.com.br/rotulacao-e-medicalizacao-abusiva-de-nossas-criancas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A sanidade da Psicose e a loucura da Neurose</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/a-sanidade-da-psicose-e-a-loucura-da-neurose/</link>
					<comments>https://www.portalvalencarj.com.br/a-sanidade-da-psicose-e-a-loucura-da-neurose/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2016 19:45:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANDRÉA PINHEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalvalencarj.com.br/?p=19090</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma recente viagem a 03 renomados museus feita por mim e o Psicólogo Clínico e Psicanalista Charles José , sendo eles o Museu de História Natural da UFRJ localizado na Quinta da Boa Vista, São Cristóvão-RJ; O Museu do Inconsciente no Centro Psiquiátrico Pedro II, hoje Instituto Nise da Silveira em Engenho de Dentro-RJ e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/a-sanidade-da-psicose-e-a-loucura-da-neurose/">A sanidade da Psicose e a loucura da Neurose</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma recente viagem a 03 renomados museus feita por mim e o Psicólogo Clínico e Psicanalista Charles José , sendo eles o Museu de História Natural da UFRJ localizado na Quinta da Boa Vista, São Cristóvão-RJ; O Museu do Inconsciente no Centro Psiquiátrico Pedro II, hoje Instituto Nise da Silveira em Engenho de Dentro-RJ e o Museu Bispo do Rosário na Colônia Juliano Moreira em Jacarepaguá-RJ, motivou-me a uma profunda reflexão: Encontrei mais lucidez nos ditos “Lugares de Loucos” do que num “Famoso ponto turístico para pessoas ditas normais”. O que pode parecer a princípio uma insanidade ou argumento inconsistente é fácil de ser explicado. Enquanto em meu primeiro dia de visitação ao Museu de História Natural deparei-me com pessoas apressadas, descuidadas com seus olhares e pouco observadoras a respeito do que foram ali buscar, por outro lado nos museus da dita loucura tive o privilégio de encontrar-me com pessoas apaixonadas pelos seus ideais, além de poder observar belíssimas obras de arte que falam da alma com muita propriedade, sinceridade, riqueza e uma expressividade que só o inconsciente seria capaz de produzir.<br />
<a href="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_1.jpg" rel="lightbox[19090]"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-19092 " src="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_1.jpg" alt="Imagens do Museu de História Natural da UFRJ- Múmias, animais pré-históricos e a história da humanidade" width="308" height="176" srcset="https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_1.jpg 790w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_1-300x171.jpg 300w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_1-768x437.jpg 768w" sizes="(max-width: 308px) 100vw, 308px" /></a><a href="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_2.jpg" rel="lightbox[19090]">   <img decoding="async" class="alignnone wp-image-19093 " src="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_2.jpg" alt="Imagens do Museu de História Natural da UFRJ- Múmias, animais pré-históricos e a história da humanidade" width="307" height="175" srcset="https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_2.jpg 790w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_2-300x171.jpg 300w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_2-768x437.jpg 768w" sizes="(max-width: 307px) 100vw, 307px" /></a></p>
<p><a href="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_.jpg" rel="lightbox[19090]"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-19091" src="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_.jpg" alt="a_" width="648" height="438" /></a></p>
<p><em><strong>(Imagens do Museu de História Natural da UFRJ- Múmias, animais pré-históricos e a história da humanidade).</strong></em></p>
<p><a href="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_3.jpg" rel="lightbox[19090]"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-19105" src="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_3.jpg" alt="Imagens da entrada do Hospital Psiquiátrico Pedro II, que hoje recebe o nome da renomada Psiquiatra Nise da Silveira, que deu novo rumo ao trato psiquiátrico e a forma de perceber seus clientes, como a própria os chamava" width="313" height="179" srcset="https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_3.jpg 790w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_3-300x171.jpg 300w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_3-768x437.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 313px) 100vw, 313px" /></a> <a href="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_4.jpg" rel="lightbox[19090]"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-19106" src="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_4.jpg" alt="Imagens da entrada do Hospital Psiquiátrico Pedro II, que hoje recebe o nome da renomada Psiquiatra Nise da Silveira, que deu novo rumo ao trato psiquiátrico e a forma de perceber seus clientes, como a própria os chamava" width="309" height="176" srcset="https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_4.jpg 790w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_4-300x171.jpg 300w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_4-768x437.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 309px) 100vw, 309px" /></a></p>
<p><strong><em>(Imagens da entrada do Hospital Psiquiátrico Pedro II, que hoje recebe o nome da renomada Psiquiatra Nise da Silveira, que deu novo rumo ao trato psiquiátrico e a forma de perceber seus clientes, como a própria os chamava).</em></strong></p>
<p><a href="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_5.jpg" rel="lightbox[19090]"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-19109 size-full" src="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_5.jpg" alt="Imagens da entrada da Colônia Juliano Moreira e do Museu Bispo do Rosário em Jacarepaguá-RJ. Uma homenagem a um dos seus mais ilustres internos, Arthur Bispo do Rosário" width="791" height="222" srcset="https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_5.jpg 791w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_5-300x84.jpg 300w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_5-768x216.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 791px) 100vw, 791px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>(Imagens da entrada da Colônia Juliano Moreira e do Museu Bispo do Rosário em Jacarepaguá-RJ. Uma homenagem a um dos seus mais ilustres internos, Arthur Bispo do Rosário).</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Frente a todas essas questões reitero minha colocação inicial sobre haver sanidade na Psicose e loucura na Neurose, pois se por um lado valendo-se da metáfora paterna, o neurótico encontra subsídios para dar uma significação fálica ao que demanda do outro, para barrar o desejo de Gozo do Outro sem se perceber invadido; o psicótico na falta desta metáfora é invadido a todo tempo por esse Gozo. O neurótico se vale desse Outro como “uma ajuda alheia” para simbolizar o real, esse Outro é “tesouro de significantes” do neurótico, pois sua linguagem se encontra articulada numa cadeia de significantes, onde um sinal num movimento de deslizamento remete a outro sinal dando sentido, dando significado aos significantes. O psicótico, por sua vez precisa valer-se de uma construção delirante para dar conta desta “intrusão”, desse Outro que Goza, que teima em invadir. Se o psicótico apresenta uma recusa desse Outro, como pode então ter acesso ao tesouro dos significantes ao qual Lacan se refere para simbolizar o seu real? O que se observa em ambas as instituições anteriormente mencionadas para os ditos loucos, é que esse real só pôde ser simbolizado pela via da arte nas obras dos clientes da Dra. Nise da Silveira e de Arthur Bispo do Rosário, motivado pela “missão” de cunho religioso ao qual atribui todos os seus trabalhos, como podemos observar em seguida.</p>
<p><a href="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_6.jpg" rel="lightbox[19090]"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-19111 size-full" src="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_6.jpg" alt="Algumas das telas dos clientes (pacientes) da Dra. Nise da Silveira expostas no Museu do Inconsciente, Antigo Hospital Psiquiátrico Pedro II. " width="790" height="450" srcset="https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_6.jpg 790w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_6-300x171.jpg 300w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_6-768x437.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Algumas das telas dos clientes (pacientes) da Dra. Nise da Silveira expostas no Museu do Inconsciente, Antigo Hospital Psiquiátrico Pedro II.</strong> Muitos desses clientes criaram por volta de 3.000 obras no período em que estiveram internados e foram motivados por Nise. Temos aqui as obras de dois de seus pacientes que mais produziram; Fernando Diniz e Emygdio de Barros.</p>
<p style="text-align: justify;">No Museu Bispo do Rosário é possível deparar-se com as lindas e instigantes obras criadas por Arthur Bispo do Rosário, seu tão renomado manto, estandartes, faixas de Miss, vitrines e trabalhos outros que traduzem sua ligação com a religiosidade e sua criação delirante, criadas durante grande parte de sua permanência do Manicômio Colônia Juliano Moreira</p>
<p><a href="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_7.jpg" rel="lightbox[19090]"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-19113" src="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_7.jpg" alt="a_7" width="793" height="583" srcset="https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_7.jpg 793w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_7-300x221.jpg 300w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_7-768x565.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 793px) 100vw, 793px" /></a></p>
<p>Durante 14 anos aproximadamente Arthur Bispo do Rosário permaneceu dentro de uma cela, depois de ter cumprido uma pena de 04 meses por mau comportamento. Permanecer enclausurado foi uma decisão tomada pelo próprio interno, para realizar seus trabalhos para a “missão” religiosa a qual foi designado.</p>
<p><a href="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_8.jpg" rel="lightbox[19090]"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-19114" src="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_8.jpg" alt="a_8" width="793" height="583" srcset="https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_8.jpg 793w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_8-300x221.jpg 300w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_8-768x565.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 793px) 100vw, 793px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Retorno a você leitor, a pergunta que Alfredo Zenon faz em seu livro “Psicanálise e Instituição- A Segunda Clínica de Lacan”- Qual Instituição Para o Sujeito Psicótico?  Um modelo de saúde mental que respeite o direito do homem ocupa a mesma posição de importância para a introdução do lugar do sujeito na clínica psiquiátrica. Sem se fazer valer dessas questões incorremos no risco de um discurso exclusivo, marginalizante, cruel e extremamente abusivo, que desconsidera as questões do sujeito. Entretanto, a instituição precisa se preocupar em não se tornar um lugar de alienação desse sujeito, que queira permanecer nela para simplesmente se proteger do mundo ou que se torne dependente desta instituição pelo medo de se sentir rejeitado ou mal compreendido. O acolhimento institucional é importante, mas ela, a instituição, precisa secretariá-lo na condução de sua vida social, de forma que esse paciente encontre uma forma saudável ou menos traumatizante de elaborar suas questões e se sinta parte de um grupo, respeitado apesar de suas diferenças, e não relegado ou deixado ao abandono.<br />
<a href="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_9.jpg" rel="lightbox[19090]"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-19115" src="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_9.jpg" alt="a_9" width="787" height="443" srcset="https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_9.jpg 787w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_9-300x169.jpg 300w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_9-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 787px) 100vw, 787px" /></a><br />
Dar vazão as suas emoções através da arte como puderam experimentar os pacientes da Dra. Nise da Silveira, que tiveram dela todo o apoio e que lutou desesperadamente a favor de uma releitura no trato com pacientes psicóticos, é certamente um viés muito saudável para esse paciente escoar sua energia e poder manter então a tensão do aparelho psíquico num nível mais baixo evitando o desprazer.</p>
<p style="text-align: justify;">Arthur Bispo do Rosário não teve a mesma sorte, se é que podemos assim dizer, de ter ao seu lado uma médica psiquiátrica visionária que pudesse lhe secretariar; mas encontrou nos seus “trabalhos”, como ele mesmo nomeou suas obras de arte, uma forma de simbolizar o real e que o manteve de alguma forma estruturado. É exatamente disso que se trata a construção delirante da psicose, um trabalho constante para tentar dar conta dessa invasão, da intrusão do Gozo do Outro.</p>
<p><a href="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_10.jpg" rel="lightbox[19090]"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-19116 size-full" src="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_10.jpg" alt="À esquerda, o que o Bispo do Rosário nomeou “Faixas de Miss”, onde além da riqueza dos detalhes e cores, apresentava vasta informação sobre cada país a qual ele se referia. À direita, uma forma de etiquetar, rotular toda a sua produção nomeando cada um de seus trabalhos." width="787" height="443" srcset="https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_10.jpg 787w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_10-300x169.jpg 300w, https://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2016/11/a_10-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 787px) 100vw, 787px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>À esquerda, o que o Bispo do Rosário nomeou “Faixas de Miss”, onde além da riqueza dos detalhes e cores, apresentava vasta informação sobre cada país a qual ele se referia. À direita, uma forma de etiquetar, rotular toda a sua produção nomeando cada um de seus trabalhos.</strong></em></p>
<blockquote><p>Escrito por: Andréa Pinheiro Bonfante- Professora, Psicopedagoga e Psicanalista.</p>
<p style="text-align: justify;">Pós graduanda em Teoria Psicanalítica na Universidade Veiga de Almeida- Rio de Janeiro-RJ;</p>
<p style="text-align: justify;">Pós graduada em Psicopedagogia pela Universidade Estácio de Sá- São Paulo-SP;</p>
<p style="text-align: justify;">Graduada em Letras pela UNIG-Nova Iguaçu-RJ;</p>
<p style="text-align: justify;">Palestrante de temas escolares e familiares.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>BIBLIOGRAFIA:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">*ZENONI, Alfredo . Qual Instituição para o Sujeito Psicótico?. Abrecampos – Ano1. Junho, 2000.</p>
<p style="text-align: justify;">*____________ O Conceito de Sujeito. Rio de Janeiro. Jorge Zahar Ed., 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">*____________ O Sujeito demasiado Visível do Autismo. Trabalho apresentado na I JORNADA CLÍNICA DA SEDE RIO DO LAEP, O Autismo Tratado pela Clínica psicanalítica. Museu da República (Palácio do Catete), Rio de Janeiro, 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">*FREUD, Sigmund. Neurose e Psicose. In Edições Standart Brasileira das Obras Completas de Sigmund Freud. Vol. XIX. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Imago, 1988.</p>
<p style="text-align: justify;">*________________ A Perda da Realidade na Neurose e na Psicose. In Edições Standard Brasileira das Obras Completas de Sigmund Freud. Vol. XIX. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Imago, 1988.</p>
<p style="text-align: justify;">*_______________ Seminário. Livro 3. As Psicoses. Rio de Janeiro, Zahar, 1998.</p>
<p><span style="border-radius: 2px; text-indent: 20px; width: auto; padding: 0px 4px 0px 0px; text-align: center; font: bold 11px/20px 'Helvetica Neue',Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; background: #bd081c no-repeat scroll 3px 50% / 14px 14px; position: absolute; opacity: 1; z-index: 8675309; display: none; cursor: pointer;">Salvar</span></p>
<p><span style="border-radius: 2px; text-indent: 20px; width: auto; padding: 0px 4px 0px 0px; text-align: center; font: bold 11px/20px 'Helvetica Neue',Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; background: #bd081c no-repeat scroll 3px 50% / 14px 14px; position: absolute; opacity: 1; z-index: 8675309; display: none; cursor: pointer; top: 757px; left: 20px;">Salvar</span></p>
<p><span style="border-radius: 2px; text-indent: 20px; width: auto; padding: 0px 4px 0px 0px; text-align: center; font: bold 11px/20px 'Helvetica Neue',Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; background: #bd081c no-repeat scroll 3px 50% / 14px 14px; position: absolute; opacity: 1; z-index: 8675309; display: none; cursor: pointer;">Salvar</span></p>
<p><span style="border-radius: 2px; text-indent: 20px; width: auto; padding: 0px 4px 0px 0px; text-align: center; font: bold 11px/20px 'Helvetica Neue',Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; background: #bd081c no-repeat scroll 3px 50% / 14px 14px; position: absolute; opacity: 1; z-index: 8675309; display: none; cursor: pointer;">Salvar</span></p>
<p><span style="border-radius: 2px; text-indent: 20px; width: auto; padding: 0px 4px 0px 0px; text-align: center; font: bold 11px/20px 'Helvetica Neue',Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; background: #bd081c no-repeat scroll 3px 50% / 14px 14px; position: absolute; opacity: 1; z-index: 8675309; display: none; cursor: pointer; top: 303px; left: 323px;">Salvar</span></p>
<p><span style="border-radius: 2px; text-indent: 20px; width: auto; padding: 0px 4px 0px 0px; text-align: center; font: bold 11px/20px 'Helvetica Neue',Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; background: #bd081c no-repeat scroll 3px 50% / 14px 14px; position: absolute; opacity: 1; z-index: 8675309; display: none; cursor: pointer; top: 300px; left: 337px;">Salvar</span></p>
<p><span style="border-radius: 2px; text-indent: 20px; width: auto; padding: 0px 4px 0px 0px; text-align: center; font: bold 11px/20px 'Helvetica Neue',Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; background: #bd081c no-repeat scroll 3px 50% / 14px 14px; position: absolute; opacity: 1; z-index: 8675309; display: none; cursor: pointer; top: 300px; left: 337px;">Salvar</span></p>
<p><span style="border-radius: 2px; text-indent: 20px; width: auto; padding: 0px 4px 0px 0px; text-align: center; font: bold 11px/20px 'Helvetica Neue',Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; background: #bd081c no-repeat scroll 3px 50% / 14px 14px; position: absolute; opacity: 1; z-index: 8675309; display: none; cursor: pointer; top: 307px; left: 349px;">Salvar</span></p>
<p><span style="border-radius: 2px; text-indent: 20px; width: auto; padding: 0px 4px 0px 0px; text-align: center; font: bold 11px/20px 'Helvetica Neue',Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; background: #bd081c no-repeat scroll 3px 50% / 14px 14px; position: absolute; opacity: 1; z-index: 8675309; display: none; cursor: pointer; top: 301px; left: 340px;">Salvar</span></p>
<p><span style="border-radius: 2px; text-indent: 20px; width: auto; padding: 0px 4px 0px 0px; text-align: center; font: bold 11px/20px 'Helvetica Neue',Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; background: #bd081c no-repeat scroll 3px 50% / 14px 14px; position: absolute; opacity: 1; z-index: 8675309; display: none; cursor: pointer; top: 964px; left: 337px;">Salvar</span></p>
<p><span style="border-radius: 2px; text-indent: 20px; width: auto; padding: 0px 4px 0px 0px; text-align: center; font: bold 11px/20px 'Helvetica Neue',Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; background: #bd081c no-repeat scroll 3px 50% / 14px 14px; position: absolute; opacity: 1; z-index: 8675309; display: none; cursor: pointer; top: 498px; left: 20px;">Salvar</span></p>
<p><span style="border-radius: 2px; text-indent: 20px; width: auto; padding: 0px 4px 0px 0px; text-align: center; font: bold 11px/20px 'Helvetica Neue',Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; background: #bd081c no-repeat scroll 3px 50% / 14px 14px; position: absolute; opacity: 1; z-index: 8675309; display: none; cursor: pointer; top: 956px; left: 337px;">Salvar</span></p>
<p><span style="border-radius: 2px; text-indent: 20px; width: auto; padding: 0px 4px 0px 0px; text-align: center; font: bold 11px/20px 'Helvetica Neue',Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; background: #bd081c no-repeat scroll 3px 50% / 14px 14px; position: absolute; opacity: 1; z-index: 8675309; display: none; cursor: pointer; top: 1887px; left: 20px;">Salvar</span></p>
<p><span style="border-radius: 2px; text-indent: 20px; width: auto; padding: 0px 4px 0px 0px; text-align: center; font: bold 11px/20px 'Helvetica Neue',Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; background: #bd081c no-repeat scroll 3px 50% / 14px 14px; position: absolute; opacity: 1; z-index: 8675309; display: none; cursor: pointer; top: 4130px; left: 20px;">Salvar</span></p>
<p><span style="border-radius: 2px; text-indent: 20px; width: auto; padding: 0px 4px 0px 0px; text-align: center; font: bold 11px/20px 'Helvetica Neue',Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; background: #bd081c no-repeat scroll 3px 50% / 14px 14px; position: absolute; opacity: 1; z-index: 8675309; display: none; cursor: pointer; top: 4812px; left: 20px;">Salvar</span></p>
<p><span style="border-radius: 2px; text-indent: 20px; width: auto; padding: 0px 4px 0px 0px; text-align: center; font: bold 11px/20px 'Helvetica Neue',Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; background: #bd081c  no-repeat scroll 3px 50% / 14px 14px; position: absolute; opacity: 1; z-index: 8675309; display: none; cursor: pointer; top: 4812px; left: 20px;">Salvar</span></p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/a-sanidade-da-psicose-e-a-loucura-da-neurose/">A sanidade da Psicose e a loucura da Neurose</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.portalvalencarj.com.br/a-sanidade-da-psicose-e-a-loucura-da-neurose/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Psicólogo, Psicanalista ou Psicopedagogo</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/psicologo-psicanalista-ou-psicopedagogo/</link>
					<comments>https://www.portalvalencarj.com.br/psicologo-psicanalista-ou-psicopedagogo/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2015 16:21:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANDRÉA PINHEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIA]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalvalencarj.com.br/?p=17979</guid>

					<description><![CDATA[<p>Essa é uma pergunta que assola a mente da grande maioria das pessoas. Porém, nomes tão parecidos tem funções bem distintas. É bem verdade que todos eles tratam de questões emocionais e comportamentais, mas sobre uma ótica diferente e específica a cada área de atuação. A psicologia, talvez a mais conhecida e difundida trata de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/psicologo-psicanalista-ou-psicopedagogo/">Psicólogo, Psicanalista ou Psicopedagogo</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Essa é uma pergunta que assola a mente da grande maioria das pessoas. Porém, nomes tão parecidos tem funções bem distintas. É bem verdade que todos eles tratam de questões emocionais e comportamentais, mas sobre uma ótica diferente e específica a cada área de atuação.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicologia, talvez a mais conhecida e difundida trata de estudar o comportamento humano e seus processos mentais. Melhor dizendo, a Psicologia estuda o que motiva o comportamento humano – o que o sustenta, o que o finaliza e seus processos mentais, que passam pela sensação, emoção, percepção, aprendizagem, inteligência&#8230; A história da Psicologia se confunde com a Filosofia e a Fisiologia até meados do século XIX. Sócrates, Platão e Aristóteles deram o pontapé inicial na instigante investigação da alma humana. O fato é que no final do século XIX, os acadêmicos da época resolvem distanciar a Psicologia da Filosofia e da Fisiologia, dando origem ao que se chamou de Psicologia Moderna. Os comportamentos observáveis passam a fazer parte da investigação científica em laboratórios com o objetivo de se controlar o comportamento humano. Nesse sentido, os teóricos objetivam suas ações na tentativa construir um corpo teórico consistente, buscando o reconhecimento, enfim, da Psicologia como ciência.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicanálise foi desenvolvida por Freud a partir da clínica médica justamente por estar insatisfeito com o que a medicina lhe dizia a respeito do comportamento histérico dos pacientes. Ela então veio tentar dar conta das frustrações e angústias que o homem contemporâneo não consegue lidar. Tentar definir o lugar da psicanálise no mundo de hoje não é de forma alguma uma tarefa fácil, haja vista que lidar com o que o homem traz no seu inconsciente, é lidar com a subjetividade de um indivíduo que a psicanálise aposta irá se tornar um sujeito. Sendo assim, cabe aqui ressaltar que o psicanalista não traz ao analisando, ao paciente que o procura, uma receita de bolo que diga quais os ingredientes ideais para se fazer o bolo da vida perfeito, não, muito pelo contrário. Ela vai na verdade substituir esses ingredientes por outros, vai testar uma nova receita, vai reinventar, recriar, resignificar a partir do paladar desse que é o autor da receita, isto é, o dono de sua própria história, sua própria vida. O psicanalista vai tentar fazer seu paciente entender como ele se sente em frente às questões da própria vida e como ele lida e vai lidar com essas questões. Não é o “certo” nem tampouco o “errado” que conta aqui, mas sim como essa pessoa se sente e se compreende a partir de seus conflitos. E qual é a condição básica para ser um psicanalista? Ter formação acadêmica nível superior em qualquer área de atuação, estar em análise, ser membro de uma sociedade psicanalítica e estar em estudo constante. Freud se opôs veementemente que a psicanálise fosse exclusivamente uma ciência permitida aos médicos, e como referência temos sua própria filha Anna Freud, uma pedagoga que foi uma das precursoras da psicanálise infantil, além de Melanie Klein, uma professora que contribuiu largamente para o avanço da psicanálise com crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicopedagogia destina-se a compreender as questões de aprendizagem as quais o homem se defronta desde seu nascimento. Ela nasceu a partir da necessidade de se diagnosticar quais as razões que possam comprometer esse processo que é , ou pelo menos deveria ser contínuo e constante, e não apenas isso, a psicopedagogia vai encontrar formas de tornar essa aprendizagem prazerosa,vai tentar despertar nesse paciente o desejo de aprender, pois sem desejo não há aprendizagem. Muitas são as razões que possam vir a comprometer esse processo de aprendizagem, tais como condições sociais, conturbações familiares, patologias clínicas, falta de estrutura das instituições, despreparado e/ ou desmotivação dos educadores, e muitos outras causas, que na grande maioria das vezes são ocultas, são veladas. Esse boicote frente à aprendizagem pode ser da ordem do consciente ou inconsciente. A constatação da necessidade de se procurar um profissional da psicopedagogia, a demanda, nos dá pista de um grito de socorro desse que está encontrando dificuldades em aprender; o aluno. Não devemos atribuir “culpas” nem tampouco rotular situações, alunos ou profissionais. O que há de ser feito é realizar uma investigação cuidadosa, e detectadas as questões comprometer todos aqueles que participam do processo (família, instituição, educadores e o aprendente). Nunca se recorreu tanto à psicopedagogia como nos tempos atuais. E quais seriam as razões? Dentre elas um novo modelo familiar que se apresenta, não tão participativo na criação de seus filhos; o excesso de informações que pode vir a dispersar, tirar o foco dos estudos; o “preto e branco” em que as instituições educacionais se encontram frente ao “colorido da vida”, etc. Frente à todas essas questões, a psicopedagogia vem recorrendo à psicanálise para entender melhor a mente humana e suas nuances, para tentar dar conta daquilo que aflige o homem e possa então comprometer sua aprendizagem. Podemos então concluir que mesmo sendo a psicologia, a psicanálise e a psicopedagogia ciências distintas entre si, atuam de forma interdisciplinar por justamente tratarem de algo tão especial e comum à todas que é a mente humana e o comportamento social desse indivíduo.</p>
<p style="text-align: justify;">Escrito por:</p>
<p><strong><a href="http://www.portalvalencarj.com.br/andrea-pinheiro-colunista/" target="_blank">Prof.Andréa Pinheiro Bonfante</a></strong></p>
<p class="headline"><strong><a href="http://www.portalvalencarj.com.br/charles-jose-psicologo-clinico/" target="_blank">Dr. Charles José – Psicólogo Clínico</a></strong></p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/psicologo-psicanalista-ou-psicopedagogo/">Psicólogo, Psicanalista ou Psicopedagogo</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.portalvalencarj.com.br/psicologo-psicanalista-ou-psicopedagogo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Alcoolismo no Processo de Aprendizagem  de Crianças e Jovens</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/o-alcoolismo-no-processo-de-aprendizagem-de-criancas-e-jovens/</link>
					<comments>https://www.portalvalencarj.com.br/o-alcoolismo-no-processo-de-aprendizagem-de-criancas-e-jovens/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2015 21:27:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANDRÉA PINHEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalvalencarj.com.br/?p=17731</guid>

					<description><![CDATA[<p>A influência negativa do álcool no processo de aprendizagem de crianças e jovens se dará por duas principais vias; o consumo do álcool propriamente dito e a codependência alcoólica. Sendo a memória  função fundamental  no processo de aprendizagem,o consumo do álcool irá promover uma  drástica queda no processo de aprendizagem que  irá resultar em repetição [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/o-alcoolismo-no-processo-de-aprendizagem-de-criancas-e-jovens/">O Alcoolismo no Processo de Aprendizagem  de Crianças e Jovens</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A influência negativa do álcool no processo de aprendizagem de crianças e jovens se dará por duas principais vias; o consumo do álcool propriamente dito e a codependência alcoólica.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo a memória  função fundamental  no processo de aprendizagem,o consumo do álcool irá promover uma  drástica queda no processo de aprendizagem que  irá resultar em repetição escolar, causando desestímulo e consequentemente em evasão. Todo esse processo gera uma baixa auto-estima que irá motivar ainda mais um aumento do consumo do álcool gerando um ciclo vicioso que servirá como porta de entrada para outras drogas causando danos ainda maiores.</p>
<p style="text-align: justify;">            Os principais aspectos motivadores são a família, a vida social, normas culturais, religiosas ou políticas públicas e também a ignorância e a curiosidade.</p>
<p style="text-align: justify;">            Por incrível que pareça, a família é o grupo social que mais motiva essa criança ou jovem a iniciar o uso do álcool, seja pela falta de vigilância e/ ou até mesmo pelo estímulo de pais e parentes mais próximos, que equivocadamente não apenas permitem, como também o apresentam à eles.</p>
<p style="text-align: justify;">A vida social, amigos, baladas, necessidade de auto-afirmação e aceitação do grupo viriam em segundo lugar. Nesse aspecto, os jovens são mais influenciáveis. Estudos comprovam que jovens entre 12 e 17 anos representam 50% da população alcoólica.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida temos  as normas culturais, religiosas ou políticas públicas tais como a oferta indiscriminada do álcool através da mídia. Inegavelmente o consumo de álcool é muito maior em países onde os comerciais são liberados.</p>
<p style="text-align: justify;">E finalmente muitas de nossas crianças, mas principalmente os jovens, entram nesse caminho que nem sempre há retorno, por conta da curiosidade, tão comum nessa faixa de idade. A ignorância,  a falta de informação e esclarecimento, também deixam nossos jovens à mercê dessa armadilha.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante dos fatos, fica a pergunta; o que fazer? Além de conversas francas e esclarecedoras sobre o tema, é também importante que a família coloque regras claras e limites, não em um tom ameaçador, mas de forma a fazê-los entender os prejuízos dessa decisão nada salubre e inteligente.</p>
<p style="text-align: justify;">            Chegamos agora na questão da codependência, que como vários testemunhos no livro “Para Além da Codependência”, de Melody Beattie, podemos definí-la como furtiva e enganosa. Dentre vários relatos, esses são alguns dos que mais me chamaram a atenção: “[&#8230;]um conjunto de comportamentos compulsivos e inadaptáveis adquiridos por membros de uma família que passa por estresse e grandes dores emocionais como forma de sobrevivência[&#8230;]”; “O fogo não termina quando o corpo de bombeiros o apaga e vai embora. Reparar estragos de um incêndio pode envolver um processo de recuperação enorme, e às vezes, frustrante.” “Podemos ter passado a vida imaginando o que poderia  estar errado conosco, quando a outra pessoa , ou o sistema,era o que estava errado.”</p>
<p style="text-align: justify;">            Segundo Robert Subby (renomado psicólogo com mais de 20 anos de experiência em saúde mental e vícios, especialista em codependência e recuperação de adultos-crianças), descreve a codependência como “ uma condição emocional, psicológica e comportamental que se desenvolve como resultado  da exposição prolongada do indivíduo e da prática de um conjunto de regras opressivas.”</p>
<p style="text-align: justify;">            A interferência negativa no processo de aprendizagem se dá através da vivência dessa criança ou jovem num ambiente familiar comprometido e equivocado, onde lhe é roubada sua subjetividade. Modelos familiares desse gênero podem  fazer com que esse  indivíduo entre de forma consciente ou inconsciente num ciclo vicioso, comprometendo não apenas o tornar-se sujeito em sua própria existência, assim como toda uma geração.</p>
<p style="text-align: justify;">            É importante nos conscientizarmos do quanto somos responsáveis em influenciar tanto positivamente como negativamente nossas crianças e jovens. Por isso, fiquemos atentos aos nossos gestos e atitudes e lembremos que eles estão sempre nos observando, como podemos ver nesse vídeo.</p>
<div class="wp-video" style="width: 640px; height: 360px;"><!-- [if lt IE 9]><script>document.createElement('video');</script><![endif]--><br />
<video id="video-8193-1" class="wp-video-shortcode" preload="metadata" controls="controls" width="640" height="360"><source type="video/mp4" src="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2015/08/vídeo.mp4?_=1" /><a href="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2015/08/vídeo.mp4">http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2015/08/vídeo.mp4</a></video></div>
<p>.</p>
<blockquote><p><strong>Autora:</strong> Andréa Pinheiro Bonfante<br />
Professora graduada em letras (Português/ Inglês e Literaturas) pela UNIG.<br />
Especialização em tradução. Pós graduanda em psicopedagogia pela Universidade Estácio de Sá.<br />
Psicanalista em formação pelo Corpo Freudiano-Barra Mansa.</p></blockquote><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/o-alcoolismo-no-processo-de-aprendizagem-de-criancas-e-jovens/">O Alcoolismo no Processo de Aprendizagem  de Crianças e Jovens</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.portalvalencarj.com.br/o-alcoolismo-no-processo-de-aprendizagem-de-criancas-e-jovens/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		<enclosure url="http://www.portalvalencarj.com.br/wp-content/uploads/2015/08/vídeo.mp4?_=1" length="2407804" type="video/mp4" />

			</item>
		<item>
		<title>A cegueira virtual sob o olhar psicanalítico</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/a-cegueira-virtual-sob-o-olhar-psicanalitico/</link>
					<comments>https://www.portalvalencarj.com.br/a-cegueira-virtual-sob-o-olhar-psicanalitico/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2015 14:49:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANDRÉA PINHEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIA]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalvalencarj.com.br/?p=17621</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por: Andréa Pinheiro – Professora de inglês/ português/literaturas (&#8220;A Parábola dos Cegos&#8221; de Pieter Bruegel ) &#8220;Diz-se a um cego, estás livre, abre-se- lhe a porta que o separava do mundo, vai, estás livre, tornamos a dizer-lhe, e ele não vai, ali ficou parado no meio da rua, ele e os outros, estão assustados, não [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/a-cegueira-virtual-sob-o-olhar-psicanalitico/">A cegueira virtual sob o olhar psicanalítico</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por:</strong> <a href="https://www.facebook.com/andrea.bonfante.773" target="_blank">Andréa Pinheiro</a> – Professora de inglês/ português/literaturas</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong> (&#8220;A Parábola dos Cegos&#8221; de Pieter Bruegel )</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Diz-se a um cego, estás livre, abre-se- lhe a porta que o separava do mundo, vai, estás livre, tornamos a dizer-lhe, e ele não vai, ali ficou parado no meio da rua, ele e os outros, estão assustados, não sabem para onde ir, é que não há comparação entre viver num labirinto racional, como é, por definição, um manicômio, e aventurar-se, sem mão de guia nem trela de cão, no labirinto dementado da cidade, onde a memória para nada servirá, pois apenas será capaz de mostrar a imagem dos lugares e não os caminhos para lá chegar.&#8221;</em> (José Saramago).·.</p>
<p style="text-align: justify;">Curiosamente, as doenças oculares (estrabismo, catarata, cegueira, dentre outros) tem ocupado lugar de destaque nas artes. Por que será? José Saramago retrata muito bem essa dita cegueira em seu filme <em>“Ensaio sobre a Cegueira”</em> e o pintor Pieter Bruegel conhecido como “O Velho”, é o responsável pela notável “<em>A Parábola dos Cegos”</em>, na qual se vê cegos de mãos dadas, numa fila, tateando com bengalas no caminho a percorrer. O quadro que vemos acima faz referência ao Evangelho de Mateus, 15:14, que diz: <strong><em>“Não se preocupem com eles, são guias cegos. E quando um cego guia o outro, os dois acabam caindo no buraco”.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">As novas tecnologias da contemporaneidade nos têm colocado frente à aceleração das mudanças, lançando-nos nas incertezas do futuro, e tentamos frustradamente antecipá-lo como se ao usá-las estivéssemos inseridos no contexto futurístico, na necessidade de nos sentirmos parte desse futuro de fato. A civilização então, fascinada por tais tecnologias, decide mergulhar nos cenários virtuais a procura de novas amizades, aceitação social, aprovação de ideias, num apelo constante de criação de laços com pessoas estranhas, onde não há troca de olhares, mas apenas a palavra escrita, alguns vídeos que não expressam de maneira alguma a subjetividade do ser humano, deixando de lado “o falar” de seus problemas, “o refletir”, e “o explorar ideias”. Fala-se sim, bem é verdade, em forma da catarse (desabafo desenfreado), onde o único retorno são lamentações de mesmo cunho, sem conteúdos que venham a dirimir quaisquer dúvidas ou auxiliar esses indivíduos nas suas fracassadas tentativas de terapia coletiva. Faz-se valer a tela acima de Pieter Bruegel e a passagem bíblica de Mateus, 15:14, que diz: <em>&#8230;E quando um cego guia o outro, os dois acabam caindo no buraco”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">O homem contemporâneo enveredou-se de tal forma nesse labirinto dito como “racional”, que mal se dá conta de sua cegueira psíquica entrando num frenesi de histeria coletiva onde um fala “mata” e o outro diz “esfola”, o outro diz “coitadinho” e o outro em contra partida concorda sem ao menos conhecer o contexto como um todo e apenas parte dele. Nunca se soube tanto da vida do outro como hoje. Há uma necessidade latente em se comentar da vida alheia, julgar e condenar. O que se come, o que se faz a cada hora do dia; os temas mais complexos (como morte e doenças), aos mais corriqueiros (como o que se comeu hoje), são lançados nas redes sociais tais como números numa lista telefônica.</p>
<p style="text-align: justify;">Não tenho aqui a pretensão de condenar o uso das redes sociais, de forma alguma, mas que a façamos de forma racional e equilibrada e não como cegos numa cegueira coletiva aonde uns conduzem os outros sem nenhum norte. Façamos então bom uso das novas tecnologias, publicando assuntos relevantes e inteligentes. Que possamos sim dar aos nossos amigos notícias importantes como a doença de um ente querido ou até mesmo de um falecimento, pois afinal de contas as redes sociais facilitam a velocidade das informações e para tal propósito ela se faz extremamente válida. Que possamos sim compartilhar com nossos amigos nossas alegrias, mas com nossos amigos e de forma saudável sem expor nossa intimidade em excesso. O que também há de se tomar cuidado são as pessoas adicionadas ou solicitações de amizade a quem não temos sequer uma referência. Tenho visto jovens se expondo com poses sensuais e textos descompromissados sem quaisquer valores morais (e isso não se trata de falso moralismo nem preconceito). Cabe aos responsáveis orientá-los no sentido do perigo que possam estar incorrendo e desnecessariamente. Um apelo exagerado à vulgaridade, a falta de qualidade de assuntos, uma banalidade preocupante, um desapego àquilo que possa vir a somar, um desinteresse à cultura.</p>
<p style="text-align: justify;">Denise Maurano (professora da UFJF, psicanalista, Dra. Em letras e Dra. em Filosofia pela Universidade de Paris XII, na França) autora do livro “Para Que Serve a Psicanálise” sabiamente diz&#8230; “<em>Esse apelo a se ligar aos outros participa obviamente da história da humanidade, mas o que chamo atenção aqui é para o fato de, na contemporaneidade, termos inflacionado essa estratégia. Assim, as pessoas recorrem mais facilmente a alguém ao alcance da mão, ou ao alcance da linha telefônica, do que a um templo religioso para se amparar. Da mesma forma, também não crêem mais nos poderes da racionalidade para encontrarem uma fórmula para melhor viver.”</em> (Denise Maurano).</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, reiterando a sábia colocação da autora em questão, concluo meus comentários com a proposta de analisarmos essas exposições de ideias, e que a palavra não volte vazia, mas que venha a acrescentar algo na forma como pensamos comunicação e interação social nos tempos atuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Andréa Pinheiro Bonfante</p>
<p style="text-align: justify;">(Professora de Letras pela UNIG, tradudora e intérprete da língua inglesa, pós graduanda em psicopedagogia pela Universidade Estácio de Sá e psicanalista em formação pelo Corpo Freudiano- Barra Mansa –RJ).</p>
<p><strong><em>Por:</em></strong><em> </em><a href="https://www.facebook.com/andrea.bonfante.773"><em>Andréa Pinheiro</em></a><em> </em><em>– Professora de inglês/ português/literaturas<br />
</em><em><strong>Licenciatura plena:</strong> 9404222-MEC<br />
</em><em>Pós graduanda em Psicopedagogia na Universidade Estácio de Sá<br />
</em><em>Coordenadora Pedagógica<br />
</em><strong>Email:</strong>andreapinheiroprof@hotmail.com</p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/a-cegueira-virtual-sob-o-olhar-psicanalitico/">A cegueira virtual sob o olhar psicanalítico</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.portalvalencarj.com.br/a-cegueira-virtual-sob-o-olhar-psicanalitico/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vestibulandos. Como obter sucesso nos estudos?</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/vestibulandos-como-obter-sucesso-nos-estudos/</link>
					<comments>https://www.portalvalencarj.com.br/vestibulandos-como-obter-sucesso-nos-estudos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 13:15:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANDRÉA PINHEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalvalencarj.com.br/?p=17553</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por: Andréa Pinheiro – Professora de inglês/ português/literaturas Sem dúvida alguma, esse é um questionamento feito por grande parte de nossos vestibulandos em potencial. Responder a essa pergunta, talvez seja descobrir a chave certa para o sucesso. Em primeira instância, o aluno deve conscientizar-se de que para estudar é preciso, querer, é preciso desejar adquirir conhecimentos. Partindo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/vestibulandos-como-obter-sucesso-nos-estudos/">Vestibulandos. Como obter sucesso nos estudos?</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por:</em></strong><em> </em><a href="https://www.facebook.com/andrea.bonfante.773"><em>Andréa Pinheiro</em></a><em> </em><em>– Professora de inglês/ português/literaturas<br />
</em><br />
Sem dúvida alguma, esse é um questionamento feito por grande parte de nossos vestibulandos em potencial. Responder a essa pergunta, talvez seja descobrir a chave certa para o sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeira instância, o aluno deve conscientizar-se de que para estudar é preciso, querer, é preciso desejar adquirir conhecimentos. Partindo desse princípio, o passo seguinte deve ser a pré disposição em se criar novos hábitos além de decidir por prioridades tais que irão ajudar esse aluno a alcançar esses objetivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejamos então quais seriam esses requisitos básicos:</p>
<p style="text-align: justify;">-Criar uma rotina de estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">-Estabelecer um tempo e gradativamente ir aumentando a quantidade de horas dedicadas ao estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">-Nada de celular, redes sociais, televisão ligada e/ ou qualquer outra coisa que lhe disperse a atenção.</p>
<p style="text-align: justify;">-Estipule um horário de intervalo pequeno para ir ao banheiro e para um rápido lanche. Paradinhas a toda hora para “beliscar” algo e as “idas” ao banheiro podem ser um boicote inconsciente para a prática de estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">-Abster-se de compromissos sociais durante a semana. Deixe seu momento de lazer para os finais de semana.</p>
<p style="text-align: justify;">-Escolha suas amizades. Aquele suposto “amigo” que lhe convida a todo o momento a interromper sua rotina com convites indevidos e inapropriados pode lhe tirar o foco e fazer com que você se desvirtue do seu objetivo sem você se dar conta. Fique atento!</p>
<p style="text-align: justify;">-Procure saber exatamente quais os conteúdos programáticos a serem estudados pra não perder tempo com aquilo que não será abordado em suas provas. Aqui se aplica a prática de tempo é estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">-Procure usar cores diferentes usando canetas que destaquem informações que julgar importantes. Faça anotações e resumos.</p>
<p style="text-align: justify;">-Alimente-se bem, durma bem, mas lembre-se que qualidade de sono nem sempre se traduz em horas prolongadas desse sono. Coloque seu relógio ou celular para despertar e não se entregue à preguiça.</p>
<p style="text-align: justify;">-Planeje sua agenda e se organize com antecedência para que os imprevistos não sirvam de desculpa para uma interferência em sua rotina. Ao final do dia veja se conseguiu cumprir tudo aquilo a que se propôs.</p>
<p style="text-align: justify;">-Não atribua a seus familiares responsabilidades que são única e exclusivamente suas.</p>
<p style="text-align: justify;">-Procure se manter  tranquilo, sem estresses.  Nada de estudar na véspera das provas. Seu cérebro precisa descansar. Não é se desesperando que você vai conseguir  se preparar, muito menos alcançar melhores resultados. Perto de suas provas, procure fazer algo que lhe dê prazer e te relaxe. O que você não aprendeu em meses estudando, não será aprendido em um ou dois dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembre-se que os tópicos acima são apenas algumas regras básicas que merecem destaque para uma rotina de estudo. Suas decisões de agora decidirão o seu futuro. Vale a pena se dedicar. Saia de sua zona de conforto e se esforce ao máximo. Nada na vida é conquistado sem sacrifícios e dedicação. Lute pelos seus sonhos. Nada mais gratificante do que conseguir realizar seus sonhos depois de uma boa batalha. Nossas conquistas, das mais simples às mais elaboradas, nos movem a nos tornarmos seres humanos melhores e realizados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por:</em></strong><em> </em><a href="https://www.facebook.com/andrea.bonfante.773"><em>Andréa Pinheiro</em></a><em> </em><em>– Professora de inglês/ português/literaturas<br />
</em><em><strong>Licenciatura plena:</strong> 9404222-MEC<br />
</em><em>Pós graduanda em Psicopedagogia na Universidade Estácio de Sá<br />
</em><em>Coordenadora Pedagógica<br />
</em><strong>Email:</strong>andreapinheiroprof@hotmail.com</p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/vestibulandos-como-obter-sucesso-nos-estudos/">Vestibulandos. Como obter sucesso nos estudos?</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.portalvalencarj.com.br/vestibulandos-como-obter-sucesso-nos-estudos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A ESCOLA. A ESCOLHA</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/a-escola-a-escolha/</link>
					<comments>https://www.portalvalencarj.com.br/a-escola-a-escolha/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 18:54:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANDRÉA PINHEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIA]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalvalencarj.com.br/?p=16726</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por: Andréa Pinheiro – Professora de inglês/ português/literaturas Passadas as comemorações de final de ano, a vida vai voltando ao normal, as coisas vão entrando nos trilhos e urge a necessidade de encarar o fato de que nossa rotina está batendo em nossa porta.  Contas a pagar, decisões a tomar e escolhas a serem feitas. Uma delas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/a-escola-a-escolha/">A ESCOLA. A ESCOLHA</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por:</em></strong><em> </em><a href="https://www.facebook.com/andrea.bonfante.773"><em>Andréa Pinheiro</em></a><em> </em><em>– Professora de inglês/ português/literaturas</em></p>
<p>Passadas as comemorações de final de ano, a vida vai voltando ao normal, as coisas vão entrando nos trilhos e urge a necessidade de encarar o fato de que nossa rotina está batendo em nossa porta.  Contas a pagar, decisões a tomar e escolhas a serem feitas. Uma delas e de total relevância é a escolha da escola de nossos filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Que critérios devem ser adotados para a escolha de uma escola? Afinal de contas a escola não é apenas um lugar onde deixamos nossos filhos uma boa parte do dia para serem transmitidos à eles apenas conhecimentos mas também ensinamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">A escola é o lugar mais adequado, depois do seio familiar, para reflexões, formação de consciência social e política, organização de grupos sociais, interação hieráquica, resolução de conflitos de forma inteligente e madura, desenvolvimento de posturas éticas, dentre tantas outras aprendizagens essenciais à nós seres humanos que compartilhamos  viver numa sociedade dinâmica, em constante mudanças e muitas exigências. Precisamos mais do que nunca preparar cidadãos conscientes do seu papel na sociedade, &#8220;antenados&#8221; na demanda da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Por essa razão é necessário visitar essa escola, questionar sobre suas propostas, pesquisar sobre os profissionais que nela atuam. Esses precisam e devem estar comprometidos com o processo educacional de fato, atentos as necessidades de seu público alvo, o aluno. Se a vida hoje cobra cidadãos &#8220;antenados&#8221; para as demandas da vida, que busquemos então escolas &#8220;antenadas&#8221; e profissionais também &#8220;antenados&#8221; para que o processo se dê por inteiro sem demagogias  mas com objetividade e clareza. A vida atual nos cobra praticidade, não percamos tempo com &#8220;decorebas&#8221;e posturas ultrapassadas que sobrecarregam os alunos com ensinamentos de pouco ou nenhum conteúdo. É necessário profissionais responsáveis e sobretudo apaixonados pelo que fazem, que divulguem seu trabalho de forma a esclarecer as dúvidas de pessoas leigas que buscam pelos seus serviços. Afinal de contas ser um EDUCADOR no verdadeiro sentido da palavra não é tarefa fácil, pois existe uma enorme diferença em se ter um diploma e ser de fato&#8221; O&#8221; educador.</p>
<p style="text-align: justify;">Agregar funcionalidade nos ensinamentos é a palavra de ordem, fazer com que esse aluno saiba contextualizar sua aprendizagem e crie autonomia na sua vida escolar e prática, que seja um visionário por natureza, isso sim é EDUCAR.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensemos nisso. Escolha para seu filho &#8220;A&#8221; escola e não apenas &#8221; Uma&#8221; escola.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por:</em></strong><em> </em><a href="https://www.facebook.com/andrea.bonfante.773"><em>Andréa Pinheiro</em></a><em> </em><em>– Professora de inglês/ português/literaturas</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #000000;"><strong>Licenciatura plena:</strong> </span>9404222-MEC</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Pós graduanda em Psicopedagogia na Universidade Estácio de Sá </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Coordenadora Pedagógica</p>
<p></em><span style="color: #000000;"><strong>Email:</strong></span>andreapinheiroprof@hotmail.com</p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/a-escola-a-escolha/">A ESCOLA. A ESCOLHA</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.portalvalencarj.com.br/a-escola-a-escolha/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Férias escolares</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/ferias-escolares/</link>
					<comments>https://www.portalvalencarj.com.br/ferias-escolares/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2014 19:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANDRÉA PINHEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIA]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalvalencarj.com.br/?p=16713</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por: Andréa Pinheiro &#8211; Professora de inglês/ português/literaturas- Licenciatura plena: 9404222-MEC Estudar ou Relaxar? . Nossas tão desejadas férias, que do latim vem de feriae (dias que os romanos não trabalham); vacation em inglês vem de vacationem(lazer ou folga de trabalho) ou vacare(vazio, livre); estão praticamente batendo em nossa porta e com elas várias expectativas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/ferias-escolares/">Férias escolares</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Por:</strong> <a href="https://www.facebook.com/andrea.bonfante.773" target="_blank">Andréa Pinheiro</a> &#8211; Professora de inglês/ português/literaturas- Licenciatura plena: 9404222-MEC</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estudar ou Relaxar?<br />
</strong><span style="color: #ffffff;">.</span><br />
Nossas tão desejadas férias, que do latim vem de <strong><em>feriae</em></strong> (dias que os romanos não trabalham); <strong><em>vacation</em></strong> em inglês vem de <strong><em>vacationem</em></strong>(lazer ou folga de trabalho) ou <strong><em>vacare</em></strong>(vazio, livre); estão praticamente batendo em nossa porta e com elas várias expectativas criadas ao longo de todo ano letivo, mas principalmente no segundo semestre onde o cansaço e a rotina de estudos se intensificam . Com a aproximação delas, surge a típica pergunta; &#8220;O que fazer ?&#8221;; &#8220;Devo estudar ou descansar?&#8221;; &#8220;Devo continuar me preparando para o futuro ou me desligar de tudo e  recarregar as baterias?&#8221; &#8220;Me matricular em algum curso de férias ou em uma colônia de férias?&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida alguma a melhor opção é a segunda; descansar, recarregar as baterias; se matricular em uma colônia de férias. O ser humano, seja ele criança, jovem ou adulto, necessita de lazer, precisa dar um tempo para as atividades intelectuais e entregar-se aos prazeres da diversão e do lazer. Desde viajar com amigos e ou familiares ou simplesmente curtir um cineminha,tomar um sorvete ou  jogar conversa fora com os colegas. O lazer transforma-se em terapia, propicia ao ser humano a possibilidade de vivenciar novas experiências, fazer novos amigos, conhecer  e explorar novos lugares, o que com certeza aumenta a capacidade intelectual do indivíduo. Experiências novas aumentam e muito a criatividade, a capacidade de resolver e enfrentar situações, a capacidade de escolha e desenvolvem o uso da memória. Ao escolher um filme no cinema e concentrar-se em sua história, escolher o sabor de um sorvete, enfrentar e superar o medo em um brinquedo desafiador no parque de diversões, juntar os amigos para um filminho em casa, bater papo, organizar sua viagem, e muitas outras atividades ligadas às férias; são sem dúvida alguma formas de aprendizagem informal altamente relevantes na vida do cidadão, porquê  vivenciando, o indivídio aprende e nunca mais esquece. Esse aprendizado matemático, social e intelectual, é carregado pra sua vida prática fazendo dele um indivíduo aberto às novas experiências e aprendizagens sem nenhuma ou pouca resistência à situações adversas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao retornar aos estudos, depois de algum tempo fora dos compromissos formais, o indivíduo consegue aprender e assimilar com muito mais facilidade. Sente-se motivado e com isso cada vez mais receptivo às novas práticas de estudo. Afinal de contas para que serve o que se aprende na escola senão para nos preparar para a vida  e nos dar condição de alçarmos vôos cada vez maiores sem medo de nos arriscarmos e ousarmos diante de novas experiências?</p>
<p style="text-align: justify;">Aquele que aprende com a vida além da escola, que divide sabiamente seu tempo entre os estudos e o lazer, tem muito mais chance de ser  bem sucedido em sua vida, ser mais realizado como profissional e como ser humano. Esse sim, com toda certeza, não terá sequestrada a sua subjetividade .</p>
<p style="text-align: justify;">Andréa Pinheiro &#8211; Professora de inglês/ português/literaturas- Licenciatura plena: 9404222-MEC</p>
<p style="text-align: justify;">Pós graduanda em psicopedagogia / E-mail:<a href="mailto:andreapinheiroprof@hotmail.com" target="_blank">andreapinheiroprof@hotmail.com</a></p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/ferias-escolares/">Férias escolares</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.portalvalencarj.com.br/ferias-escolares/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ENSINAR COM AMOR</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/ensinar-com-amor/</link>
					<comments>https://www.portalvalencarj.com.br/ensinar-com-amor/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2014 13:11:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANDRÉA PINHEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[Andréa Pinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIA]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalvalencarj.com.br/?p=15862</guid>

					<description><![CDATA[<p>Há de se considerar que são necessárias habilidade e sabedoria para envolver e seduzir nossos alunos no processo de aprendizagem nos tempos atuais, frente à grande oferta de sedutoras informações apresentadas a todo o momento via redes sociais e outros meios de comunicação. Fazer uma abordagem de forma a despertar o interesse pela busca do [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/ensinar-com-amor/">ENSINAR COM AMOR</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há de se considerar que são necessárias habilidade e sabedoria para envolver e seduzir nossos alunos no processo de aprendizagem nos tempos atuais, frente à grande oferta de sedutoras informações apresentadas a todo o momento via redes sociais e outros meios de comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Fazer uma abordagem de forma a despertar o interesse pela busca do conhecimento é com toda certeza desafiador. Tarefa essa que requer dedicação e comprometimento, não apenas daqueles que transmitem o saber, mas também daqueles que o recebem.</p>
<p style="text-align: justify;">Frente a todas essas questões, a tarefa de transmitir conhecimento requer não apenas habilidade, sabedoria, e comprometimento, mas também amor. Não apenas, mas também. É seqüestro da subjetividade cada vez que, no processo educacional, as crianças são submetidas à pedagogia do medo e o aprendizado torna-se um fardo, deixa de ser um desejo (PADRE FÁBIO DE MELO, 2009). Vale ressaltar que não apenas as crianças são submetidas a essa pedagogia do medo, mas também os jovens; assim como os educadores ou qualquer outro ser humano que participe desse processo.</p>
<p style="text-align: justify;">E por que o medo? Bem, por parte daqueles que o transmitem, deve-se também e não apenas; por conta do despreparo, desmotivação, ansiedades e falta de referências, típicas do mundo contemporâneo. Por parte dos alunos, deve-se provavelmente pela exigência em acertar sempre; exigência essa tão cobrada por nossa sociedade, roubando-lhes muitas das vezes sua subjetividade, isto é, seu caráter, suas qualidades, sua singularidade O medo limita e aprisiona. Intimida. O medo no processo da aprendizagem se mostra através da insegurança, da falta de imaginação, de iniciativa, de autonomia, de criatividade, de envolvimento e dentre outros, falta de interesse.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso tomar consciência de que uma mudança na forma em como encarar e como lidar com a educação se faz urgente e primordial para que de fato uma mudança ocorra. A mudança consiste em procurar novos caminhos, remodelar, inovar, desmontar, remontar, se entregar, se comprometer, dar-se trabalho, resignificar e acima de tudo amar. Amar o que se faz, fazer com amor. Amar o que se aprende, aprender com amor. Precisamos estreitar o relacionamento com nossos alunos para melhor os conhecê-los e assim diagnosticar suas reais necessidades no processo educacional. Sem superficialidades, mas com qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">                Sejamos antes de tudo, seres humanos. Que não tenhamos medo de ser amorosos, que amemos as pessoas e o mundo, pois quem ama as pessoas e o mundo briga por uma sociedade onde não há espaço para a pedagogia do medo, mas sim uma educação inclusiva, a pedagogia do amor. Uma pedagogia que não se acomoda, que se renova, que envolve, que se compromete e que olha além do aparente.</p>
<p style="text-align: justify;">                A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se por fora da procura, fora da boniteza e da alegria (PAULO FREIRE).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autora:</strong> Andréa Pinheiro Bonfante<br />
Professora de Inglês/ português e literaturas<br />
Pós graduanda em psicopedagoia<br />
L.P MEC: 94.04.222</p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/ensinar-com-amor/">ENSINAR COM AMOR</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.portalvalencarj.com.br/ensinar-com-amor/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Andréa Pinheiro &#8211; Psicopedagoga Clínica e Psicanalista</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/andrea-pinheiro-colunista/</link>
					<comments>https://www.portalvalencarj.com.br/andrea-pinheiro-colunista/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2014 13:04:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANDRÉA PINHEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanalista]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopedagogo]]></category>
		<category><![CDATA[Andréa Pinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIA]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portalvalencarj.com.br/?p=15859</guid>

					<description><![CDATA[<p>Professora Andréa Pinheiro Bonfante – Psicopedagoga Clínica e Psicanalista de crianças, jovens e adultos- Especialista em Déficit de Atenção e Transtornos de Aprendizagens Formação : Pós graduada em Psicopedagogia pela Universidade Estácio de Sá. Graduada em Letras (Português / Inglês / Literaturas) pela Unig e Tradutora da Língua Inglesa. Fone: (24) 2452-4478 (residência) ou (24) 99316-8982</p>
<p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/andrea-pinheiro-colunista/">Andréa Pinheiro – Psicopedagoga Clínica e Psicanalista</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Professora Andréa Pinheiro Bonfante – Psicopedagoga Clínica e Psicanalista de crianças, jovens e adultos- Especialista em Déficit de Atenção e Transtornos de Aprendizagens</p>
<p style="text-align: justify;">Formação : Pós graduada em Psicopedagogia pela Universidade Estácio de Sá. Graduada em Letras (Português / Inglês / Literaturas) pela Unig e Tradutora da Língua Inglesa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fone:</strong> <span style="color: #444444;">(24) <span class="_5yl5">2452-447</span>8 (residência) ou </span>(24) <span style="color: #3e454c;">99316-8982</span></p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/andrea-pinheiro-colunista/">Andréa Pinheiro – Psicopedagoga Clínica e Psicanalista</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.portalvalencarj.com.br/andrea-pinheiro-colunista/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
