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	<title>DISTRITOS | Portal Valença RJ</title>
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	<description>O maior conteúdo sobre a Princesinha da Serra!</description>
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		<title>VALENÇA (SEDE)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Aug 2012 21:27:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DISTRITOS]]></category>
		<category><![CDATA[VALENÇA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Valença possui uma área de 1308,1 km² (a segunda maior do estado do Rio de Janeiro), estando situada no Vale do Paraíba Fluminense. A cidade possui 6 distritos: Valença (sede), Barão de Juparanã, a &#8220;Cidade dos Barões&#8221; (2º distrito), Santa Isabel do Rio Preto (3º distrito), Pentagna (4º distrito) , Parapeúna (5º distrito) e Conservatória, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Valença possui uma área de 1308,1 km² (a segunda maior do estado do Rio de Janeiro), estando situada no Vale do Paraíba Fluminense.</p>
<p style="text-align: justify;">A cidade possui 6 distritos: Valença (sede), Barão de Juparanã, a &#8220;Cidade dos Barões&#8221; (2º distrito), Santa Isabel do Rio Preto (3º distrito), Pentagna (4º distrito) , Parapeúna (5º distrito) e Conservatória, a &#8220;Cidade das Serestas&#8221; (6º distrito).<br />
Atualmente a sua economia está voltada especialmente para a agropecuária e para o pólo universitário existente na sede municipal.<br />
A região do vale do Paraíba do Sul no Rio de Janeiro era totalmente coberta por florestas virgens no final do século XVIII.</p>
<p style="text-align: justify;">O território da atual sede do município de Valença era habitado na época pelos índios Coroados que dominavam toda a zona compreendida entre os rios Paraíba do Sul e Preto.[6] O nome Coroados é uma denominação geral dos portugueses para todas tribos que usavam cocares em forma de coroa. Rugendas escreveu que os Coroados da região eram resultantes do cruzamento dos Coropós com os temíveis Goitacás de Campos, fato discutível, embora, segundo Debret, Coroados e Coropós fossem muitas vezes confundidos pela semelhança. Os Coroados eram divididos em Araris e Puris (ou Paris ou Purus), sendo estes últimos em menor número. Ainda havia na região outras tribos como os Tampruns e Sazaricons, igualmente chamados Coroados.</p>
<p style="text-align: justify;">O esgotamento do ouro nas Minas Gerais causou um forte fluxo migratório de mineiros para ocupação das terras virgens existentes no vale do rio Paraíba do Sul. Entretanto, as tribos de índios viviam nômades na região geravam insegurança entre os proprietários das sesmarias que eram doadas em suas terras. Os índios Coroados eram especialmente temidos pela ferocidade que exibiam em batalhas entre si e contra os portugueses.</p>
<p style="text-align: justify;">O vice-rei do Brasil D. Luís de Vasconcelos e Souza ordenou em 1789 que fosse iniciada a catequese dos índios da região. Em 1800, o vice-rei incumbiu o fazendeiro José Rodrigues da Cruz, proprietário das fazendas Ubá e Pau Grande (atualmente na região de Vassouras), de &#8220;proceder à civilização&#8221; dos índios Coroados. O então capitão de ordenanças Inácio de Souza Werneck foi incumbido de &#8220;domesticar e aldear&#8221;, isto é, de reunir os índios Coroados nas matas e conduzi-los para as aldeias onde deveriam se fixar. Assim foram liberadas terras que foram divididas em sesmarias e doadas ao primeiros colonizadores da região.</p>
<p style="text-align: justify;">O vice-rei Dom Fernando José de Portugal nomeou em 1803 o padre Manoel Gomes Leal para o cargo de capelão, tendo-lhe o bispo Dom José Joaquim Justiniano conferido a jurisdição necessária para construir e benzer uma capela e cemitério. Uma modesta capela dedicada a Nossa Senhora da Glória foi construída no principal aldeamento de índios Coroados, o qual deu origem à atual cidade de Valença.[7] A aldeia de Valença foi habitada pelos Puris; a aldeia de Santo Antônio do Rio Bonito, que originou o atual distrito de Conservatória dos Índios, foi habitada pelos Araris.<br />
O aldeamento dos índios da região continuou procurando-se concentrar os aglomerados indígenas com outros índios que também perambulavam pela região.</p>
<p style="text-align: justify;">A aldeia de índios foi elevada a freguesia de Nossa Senhora da Glória de Valença por Carta Régia de 19 de agosto de 1807. O nome foi dado em homenagem ao vice-rei Dom Fernando José de Portugal, descendente dos nobres da cidade espanhola de Valência.<br />
Todos historiadores elogiam a atuação de pessoas como José Rodrigues da Cruz, Inácio de Souza Werneck, padre Manoel Gomes Leal, Miguel Rodrigues da Silva, entre outros, no aldeamento e na proteção dos indígenas Entretanto, apesar de ter ocorrido de forma quase que pacífica, o aldeamento dizimou os indígenas da região. O contato com os colonizadores favoreceu a propagação de doenças contra as quais os índios não tinham imunidade. Foi especialmente danosa uma epidemia de varíola que se propagou nesta época por várias aldeias. Além disto, os colonizadores que chegavam entravam em confrontos constantes com os índios sem respeitar qualquer direito que estes tinham às suas terras. As sesmarias que foram pedidas ao vice-rei para estabelecimento dos índios sedentários nunca foram concedidas, exceto uma localizada na parte do sertão conhecida como Santo Antonio do Rio Bonito e depois como Conservatória dos Índios. Assim como ocorreu com todas aldeias da província do Rio de Janeiro, no final restou apenas a população branca, que logo aumentou, atraída pela fertilidade do solo. Os poucos índios que sobraram mudaram-se para outras localidades como Pomba, São Vicente Ferrer e Carangola na província de Minas Gerais.</p>
<p style="text-align: justify;">O capitão de ordenanças Inácio de Sousa Vernek construiu várias estradas na região de Valença durante esta fase de colonização. A estrada Werneck, então chamada de Caminho da Aldeia, que foi a primeira estrada para o sertão de Valença, ia desde a cidade de Iguaçu até o norte da capitania do Rio de Janeiro, na liha divisória como Minas Gerais marcada pelo rio Preto.[8] As estradas construídas por Inácio de Sousa Vernek ligavam a aldeia de Nossa Senhora da Glória de Valença e a aldeia de Santo Antônio do Rio Bonito (atual distrito de Conservatória) com a Estrada Real para Minas Gerais e os caminhos auxiliares para as freguesias de Sacra Família do Tinguá (atual distrito do município de Engenheiro Paulo de Frontin), Azevedo e Pilar do Iguaçu, de onde seguiam para a vila de Iguaçu. Um atalho permitia seguir rumo a Itaguaí. A estrada de Polícia permitiu aos viajantes que vinham de Minas Gerais cruzar o rio Paraíba do Sul nas proximidades de Desengano (atual distrito de Juparanã, em Valença) pela então povoação de Vassouras até Sacra Família do Tinguá.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Quaresma de 1814, a freguesia de Nossa Senhora da Glória de Valença contava com 119 fogos (casas), com 688 indivíduos adultos, sendo o total das pessoas superior a 700, sem contar os índios aldeados.[6] Em 1820, havia em Valença mais de 1.000 luso-brasileiros e cerca de 1.400 indígenas espalhados nas diversas aldeias da região.</p>
<p style="text-align: justify;">A freguesia foi elevada a vila de Nossa Senhora da Glória de Valença a 17 de outubro de 1823 abrangendo território desmembrado dos termos da cidade do Rio de Janeiro e das antigas vilas de São João Marcos do Príncipe e Resende ocorrendo a sua instalação a 12 de novembro de 1826. A cultura do café espalha-se rapidamente pela região. A produção cafeeira da província do Rio de Janeiro atingiu 5.122 contos em 1828 e superou a produção de açúcar que foi de 3.446 contos. Como comparação, a província de São Paulo, que incluía então o Paraná, produziu apenas 250 contos de café em 1825 e somente em 1886 é que irá produzir mais café do que açúcar.<br />
Entre 1856 e 1859, a província do Rio de Janeiro produziu 63.804.764 arrobas de café, enquanto as províncias de São Paulo e Minas Gerais juntas produziram apenas um quarto deste total. Com o grande crescimento econômico devido à cafeicultura, a vila foi elevada a cidade em 29 de setembro de 1857. Por volta de 1859, a cidade tinha cerca de 5.000 habitantes na sua sede e o todo o município tinha 40.000 habitantes entre homens livres e escravos. A necessidade de mão-de-obra para as plantações de café fez com o município tivesse uma das maiores populações negras da então província do Rio de Janeiro, senão do Brasil. Em 1888 ainda trabalhavam na lavoura de café cerca de 25.000 escravos.</p>
<p style="text-align: justify;">A ferrovia &#8220;União Valenciana&#8221; chegou á cidade em 1871. O comércio atacadista prosperou na cidade incentivado pela facilidade de transporte e pelo desenvolvimento econômico devido à lavoura cafeeira.</p>
<p style="text-align: justify;">A super-exploração e mau uso causaram o empobrecimento do solo e a a produção de café caiu em toda região. Entre 1879 a 1884, a província do Rio de Janeiro ainda produziu 55,91% do total de café exportado pelo Brasil; porém, em 1894 a produção despencou para apenas 20% do total. O município, assim como todo o vale do Paraíba do Sul, entrou então em decadência econômica.<br />
Entretanto, Valença foi menos afetada do que as outras cidades da região devido à ferrovia que passava pela cidade, o que propiciou a criação de indústrias por alguns empresários locais. As indústrias têxteis começaram a surgir por volta de 1909 fundadas pelos empresários José Siqueira Silva da Fonseca, Benjamin Ferreira Guimarães e Vito Pentagna.</p>
<p style="text-align: justify;">A economia local também foi estimulada em 1910 quando a Estrada de Ferro Central do Brasil encampou as operações da antiga estrada de ferro &#8220;União Valenciana&#8221;. A Estrada de Ferro Central do Brasil instalou oficinas e um Depósito na cidade. Houve investimentos locais com a construção da variante de Esteves, do trecho ferroviário entre Marquês de Valença e Taboas e de Rio Preto a Santa Rita de Jacutinga. Com isto, a população aumentou e o comércio local prosperou.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, as fazendas locais erradicaram os cafezais envelhecidos e passaram a dedicar-se á agro-pecuária. A produção leiteira prosperou na região.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 31 de dezembro de 1943, o topônimo Valença foi modificado para Marquês de Valença conforme Decreto-lei Estadual n.º 1056.</p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/historia-de-valenca/">VALENÇA (SEDE)</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>CONSERVATÓRIA &#8211; HISTÓRIA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jul 2012 20:49:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CONSERVATÓRIA]]></category>
		<category><![CDATA[DISTRITOS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conservatória cresceu e prosperou durante o ciclo do café da economia brasileira, a partir do século passado. A cidade, hoje distrito do município de Valença, foi um importante elo na produção e circulação do produto, abrigando mais de 100 fazendas que plantavam o café e o escoavam pelo antigo caminho ferroviário que vinha das Minas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Conservatória cresceu e prosperou durante o ciclo do café da economia brasileira, a partir do século passado. A cidade, hoje distrito do município de Valença, foi um importante elo na produção e circulação do produto, abrigando mais de 100 fazendas que plantavam o café e o escoavam pelo antigo caminho ferroviário que vinha das Minas Gerais e ia para a Corte, na cidade do Rio de Janeiro, de onde seguia para o porto e outras cidades do país.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro registro da localidade data do final do século XVIII, a partir de um relato de 1789, em que Conservatória era reserva dos índios Araris, &#8220;elegantes e desembaraçados&#8221;, segundo o naturista Saint Adolph, um dos primeiros historiadores a registrar o fato. Diversas histórias justificam a origem do nome, sendo que a mais corriqueira diz que o lugar era conhecido como &#8220;Conservatório dos índios&#8221;, um lugar de excelente clima e protegido por montanhas, onde os Araris se recolhiam para se recuperar de doenças que dizimavam as tribos e local no qual resolveram se instalar definitivamente. Em 1826, existiam cerca de 1.400 índios aldeados na reserva, vivendo felizes no lugar de onde seriam exterminados pelos desbravadores colonialistas. Vestígios dos Araris, como artefatos em cerâmica e algumas ossadas, já foram encontrados em escavações feitas em diversos locais da região.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Saint Adolphe, cientista botânico francês, os índios &#8220;Araris&#8221; eram quase brancos, elegantes e desembaraçados e, ainda, segundo Saint Hilaire, outro cientista francês que andou por estas plagas, &#8220;esses índios, pela aparência, costumes e desenvoltura, deviam ser descendentes dos &#8220;Goitacás de Campos&#8221;. E. Rugendas: &#8220;Os Araris eram, sem dúvida, resultantes do cruzamento dos &#8220;Coropós&#8221; com os temíveis &#8220;Goitacás&#8221; de Campos, que os venceram em batalha e os assimilaram.<br />
Conservatória é um lugar tranquilo e aconchegante e que traz em sua arquitetura vários prédios tombados pelo patrimônio histórico e conserva assim casarios no estilo colonial, aqui você irá desfrutar de uma gastronomia ímpar, hotéis e pousadas maravilhosos e é claro terá muita história boa para ouvir e depois para contar.</p>
<p>A região possui muitas fazendas do ciclo do café e você pode agendar uma visita e conhecer alguns desses lugares maravilhosos, e conservatória dispõe de várias fazendas em seu entorno.</p>
<p>&#8211; Cine Centímetro / CineMúsica<br />
Réplica do Cine Metro Tijuca no Rio de Janeiro, o Cine Centímetro em Conservatória é uma forma de trazer a memória a época do cinema de rua. A visitação feita é uma viagem no tempo com filmes antigos e um acervo de peças e réplicas da época.</p>
<p>&#8211; Casa de Cultura<br />
Construído no Século XIX, o casarão já pertenceu às famílias do barão do café Francisco Leite Ribeiro e do padre João Pedro Seabra. A casa está sempre aberta e oferece exposições temporárias e permanentes. Possui um pequeno acervo de rádios e toca-discos, como um gramofone de 1910 e uma rádio-vitrola da década de 1940.</p>
<p>No local, há cerca de cinquenta obras do artista Luiz Figueiredo, que passou parte da infância na cidade. A coleção foi restaurada pela Fundação Portinari em parceria com a Secretaria Estadual de Cultura. Vários museus de arte naïf (produzida por artistas sem formação acadêmica) da Europa também possuem obras de sua autoria.</p>
<p>O chafariz da praça de baixo de Conservatória pertencia ao apartamento de Luiz Figueiredo, em Copacabana.</p>
<p>Um acervo do Museu da Seresta, com fotos, músicas e notícias também é mantido pela Casa da Cultura. As famosas serenatas partem de lá, nas noites de sextas e sábados.</p>
<p><a href="http://www.portalvalencarj.com.br/museu-silvio-caldas-gilberto-alves-guilherme-de-brito-e-nelson-goncalves/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&#8211; Museu Silvio Caldas, Gilberto Alves, Guilherme de Brito e Nelson Gonçalves</a><br />
O atrativo foi construído há cerca de 10 anos, com o objetivo de tentar reproduzir fielmente um sobrado do século XIX.<br />
O acervo reúne documentos, fotografias, discos e objetos pessoais de Sílvio Caldas, Guilherme de Brito, Gilberto Alves e Nelson Gonçalves. Lá estão por exemplo, a carteira profissional de Guilherme, o chapéu panamá de Nelson, o violão que Juscelino Kubistcheck ofereceu a Silvio Caldas em 1957 e objetos pessoais de Gilberto Alves, além de troféus, discos, placas, roupas, fotografias, livros e documentos.</p>
<p>&#8211; Igreja Santo Antônio</p>
<p><a href="http://www.portalvalencarj.com.br/serra-da-beleza/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&#8211; Serra da Beleza</a></p>
<p>Na verdade, a Serra da Beleza chama-se Serra da Taquara, e, há um tempo atrás, a Serra foi, e ainda é, procurada por ufólogos e por várias vezes a serra foi citada em revistas e jornais como ponto de Acontecimentos Extraterrenos, os OVNI´s.<br />
É sem dúvida um dos mais belos lugares para se observar a região.</p>
<p>Serra com relevo de aspecto típico, onde os cumes apresentam-se de forma arredondada e em diversos níveis. A vegetação nas encostas apresenta trechos em mata virgem, de médio e alto porte, capoeirões e principalmente rasteira. O trecho mais elevado da RJ 137 chama-se Mirante da Serra, sendo o melhor local para se apreciar a belíssima paisagem que circunda a região, avistando-se desde o Pico do Cavalo Ruço até a Torre da Igreja de Santa Rita de Jacutinga (MG), e de onde se tem uma visão ampla  do imenso Vale do Rio Preto. Durante o mês de Julho a temperatura chega a 1<sup>0</sup> C.</p>
<p>Local visitado pelos aficionados em fenômenos extraterrestres.</p>
<h3>Discos voadores</h3>
<p>Conservatória é atualmente considerada um dos principais pontos de observação de ovnis, sendo inclusive realizados lá congressos e festivais de filmes de ufologia.</p>
<p>&#8211; Túnel que Chora</p>
<p><a href="http://www.portalvalencarj.com.br/ponte-dos-arcos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&#8211; Ponte dos Arcos</a><br />
A ponte dos arcos foi construída entre 1877 e 1883, pela extinta estrada de ferro Santa Isabel, foi inaugurada por Dom Pedro II em 1884, e desde que passou por ela o último trem em 1963, a ponte se tornou uma atração turística da localidade, sendo uma das mais antigas pontes da rede ferroviária que ainda se conserva em pé. A Ponte dos Arcos possui 100m de extensão, 12m de altura e 4m de largura e foi construída em pedra, cal e óleo de baleia. Compõe-se de dois arcos plenos, construídos à maneira egípcia, com pedras justapostas, funcionando a tração e compressão. Sua base é constituída de grandes pedras sobrepostas e o corpo da ponte com pedras menores e roliças, situa-se na estrada Conservatória / Santa Isabel do Rio Preto, as margens do rio da Prata, junto a uma pequena cachoeira, entre morros.</p>
<p>&#8211; Cachoeira da Índia</p>
<p>&#8211; Locomotiva 206</p>
<p>&#8211; Fazendas</p>
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		<title>SANTA ISABEL</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/distrito-santa-isabel-do-rio-preto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 22:02:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DISTRITOS]]></category>
		<category><![CDATA[SANTA ISABEL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>   Por lei provincial de 26 de maio de 1849 foi criado o curato de Santa Isabel do Rio Preto. A freguesia foi criada logo depois, em 1851. A igreja, feita a partir de 1852 em honra à padroeira da localidade, se destaca no centro desta. É um lugarejo pequeno que guarda marcas íntimas de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">   Por lei provincial de 26 de maio de 1849 foi criado o curato de Santa Isabel do Rio Preto. A freguesia foi criada logo depois, em 1851. A igreja, feita a partir de 1852 em honra à padroeira da localidade, se destaca no centro desta. É um lugarejo pequeno que guarda marcas íntimas de um antigo arraial. Na zona rural o distrito preserva parte da história do país com a comunidade da Fazenda de São José da Serra. Lá vivem, aproximadamente, 200 descendentes de escravos que têm um santuário para a preservação da cultura afro-brasileira: o Centro de Ensino e Cultura Mãe Zeferina.</p>
<p style="text-align: justify;">O espaço é simples – uma cabana erguida ao lado da capela São José – mas ajuda a preservar as raízes do passado. No centro, entre outros, é ensinado o valor das batidas do jongo (dança de roda africana do século passado, também conhecida como Caxambú) e os segredos da cura pelas plantas. Usa-se mais de 100 tipos de raízes para fazer remédios, entre eles, o chamado “viagra do mato” e chás para qualquer tipo de mal, inclusive hipertensão, diarréia, asma e bronquite. Como na época das senzalas, a medicina tradicional só é usada em último caso nessa comunidade que quase foi dizimada pelos agrotóxicos usados pelos fazendeiros nas antigas plantações de café.</p>
<p style="text-align: justify;">   Apesar de já contar com energia elétrica os descendentes de escravos da Fazenda São José da Serra ainda vivem da agricultura de subsistência, cozinham em fogões a lenha, usam candeeiro e ferro à brasa para passar roupas.</p>
<p style="text-align: justify;">   Pelo menos mil pessoas visitam a Faz. de São José da Serra mensalmente e se encantam, sobretudo com a mistura de religiões, preservada desde a escravidão.</p>
<p style="text-align: justify;">   Outro atrativo de Santa Isabel é a serra da Beleza de onde se tem uma visão completa do Vale do Rio Preto. Além da natureza, Santa Isabel é reconhecida internacionalmente como local favorável aos avistamentos de OVNI’s.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Principais eventos:</span></h4>
<p style="text-align: justify;">Festa de Santa Isabel<br />
Semana da comunidade</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Atrativos turísticos:</span></h4>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Igreja de Santa Isabel</strong></em><br />
<em><strong>Praça da Matriz</strong></em><br />
<em><strong>Serra da Beleza (avistamento de OVNI’s)</strong></em><br />
<em><strong>Pedra do Cavalo Ruço</strong></em><br />
<em><strong>Túnel do antigo leito ferroviário</strong></em><br />
<em><strong>Comunidade da fazenda São José da Serra</strong></em><br />
<em><strong>Antiga estação ferroviária</strong></em><br />
<em><strong>Cachoeiras de Perobas, do Macuco, do Rio Preto e da União</strong></em></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/7ZyE1hl1758" width="100%" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/distrito-santa-isabel-do-rio-preto/">SANTA ISABEL</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>PENTAGNA</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/distrido-de-pentagna/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 21:50:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DISTRITOS]]></category>
		<category><![CDATA[PENTAGNA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>    Local de clima ameno e temperado o distrito de Pentanha está localizado a 14km do centro de Valença, junto a estrada que liga Valença a Rio Preto em Minas gerais. Com cerca de 500m de altitude acima do nível do mar o distrito possui como principais atrativos a cachoeira do Rio Bonito, a Igreja [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">    Local de clima ameno e temperado o distrito de Pentanha está localizado a 14km do centro de Valença, junto a estrada que liga Valença a Rio Preto em Minas gerais.<br />
Com cerca de 500m de altitude acima do nível do mar o distrito possui como principais atrativos a cachoeira do Rio Bonito, a Igreja de São Sebastião do Rio Bonito e a antiga estação ferroviária da Central do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>Igreja de São Sebastião do Rio Bonito</strong><br />
A matriz de Pentagna foi construída em 1859, em terras desmembradas da fazenda S. Joaquim dos Ubás. Foi constituída a irmandade de S. Sebastião do Rio Bonito a fim de prover a matriz da paróquia. A imagem de São Sebastião veio de Portugal em 1859, é uma peça de madeira em tamanho natural e perfeitas formas humanas. Recentemente a matriz passou por uma reforma geral sendo reinaugurada em 25 de março de 2007</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>Cachoeira do Rio Bonito</strong><br />
Logo na chegada do distrito nos deparamos com a bela cachoeira que e cruzada por uma ponte que dá acesso ao centro de Pentagna. O Rio Bonito desce exatamente na entrada de Pentagna por entre pedras formando corredeiras ruidosa que, aproximadamente 30 metros abaixo forma um remanso onde se pode chegar por uma trilha, em ótimas condições, beirando o rio.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>Estação Ferroviária de Pentagna</strong><br />
Logo na entrada do distrito a antiga estação ferroviária de Pentagna marca o saudoso tempo das marias fumaças da estrada de Ferro Central do Brasil que fazia a ligação de Valença com Minas Gerais via Rio Preto.<br />
A estação de Pentagna foi aberta em 1880 com o nome de Rio Bonito. A partir de 1910, a estação passou para a administração da Rede de Viação Fluminense da EFCB, no agora ramal de Jacutinga. Nos anos 1940, a estação teve seu nome alterado para Vila Pentagna, mas, no dístico, até hoje aparece apenas Pentagna. Em 1972, o trecho foi extinto e a estação desativada.<br />
Em Pentagna o grande jornalista David Nasser possuía uma residência, que ainda existe junto a colônia de férias dos servidores do Estado do Rio de Janeiro, bem como uma residência que ainda hoje pertence a seus familiares, junto a cachoeira.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong><span style="color: #000000;">Pesquisa e Texto de Luiz Francisco Guia de Turismo e pesquisador da história do vale do café.</span></strong></p>
<h5 style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #000000;">Atrativos Turísticos</span></h5>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Pesque e Pague de Pentagna<br />
Cachoeira de Pentagna<br />
Igreja São Sebastião do Rio Bonito<br />
Colônia de Férias do Servidores Estaduais</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/H8Opv2AfDFs?rel=0" width="100%" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/distrido-de-pentagna/">PENTAGNA</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>PARAPEÚNA</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/distrito-de-parapeuna/</link>
		
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 21:09:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DISTRITOS]]></category>
		<category><![CDATA[PARAPEÚNA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Possui área de 146,96km² e está a 28km de distância da Sede Delimitado pelo Rio Preto que o separa do Estado de Minas Gerais, divide seus encantos com a bucólica cidade mineira de Rio Preto. A principal construção é a capela que tem como padroeira Santa Therezinha do Menino Jesus, em estilo gótico, inaugurada em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Possui área de 146,96km² e está a 28km de distância da Sede Delimitado pelo Rio Preto que o separa do Estado de Minas Gerais, divide seus encantos com a bucólica cidade mineira de Rio Preto. A principal construção é a capela que tem como padroeira Santa Therezinha do Menino Jesus, em estilo gótico, inaugurada em 1935 com a sagração realizada pelo bispo Dom André Arcoverde. Foi criado do desdobramento do antigo distrito de São Sebastião do Rio Bonito (Conservatória) surgindo então, em 28 de janeiro de 1924, como São Sebastião do Rio Preto. A denominação Parapeúna é de origem tupi foi dada por decreto lei de 1943, para diferenciar a localidade do vizinho município mineiro. Significa que leva, conduz, ou vai Ter ao negro mar.<br />
Tamanha proximidade com o estado de Minas (uma ponte com cerca de 20m) faz com que Parapeúna seja o distrito de maior identidade com os costumes mineiros.</p>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Principais eventos:</span></h5>
<p style="text-align: justify;">Festa de Santa Terezinha do Menino Jesus</p>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Atrativos Turísticos:</span></h5>
<p style="text-align: justify;">Igreja de Santa Terezinha do Menino Jesus</p>
<p>Margem do Rio Preto</p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/distrito-de-parapeuna/">PARAPEÚNA</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>JUPARANÃ</title>
		<link>https://www.portalvalencarj.com.br/barao-de-juparana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Valença RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 20:14:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DISTRITOS]]></category>
		<category><![CDATA[JUPARANÃ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Barão de Juparanã possui área de 66,43km² e está a 18km de distância da Sede. O termo Juparanã é de origem indígena e quer dizer, em tupi guarani, Rio Grande. Esta homenagem foi feita ao Barão de Juparanã, que veio a ser o maior benfeitor do local. Filho do Marquês de Baependy, eram proprietários de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Barão de Juparanã possui área de 66,43km² e está a 18km de distância da Sede. O termo Juparanã é de origem indígena e quer dizer, em tupi guarani, Rio Grande. Esta homenagem foi feita ao Barão de Juparanã, que veio a ser o maior benfeitor do local. Filho do Marquês de Baependy, eram proprietários de várias fazendas nas margens valencianas do Rio Paraíba do Sul. A principal, onde a família viveu os áureos tempos do café, foi a Santa Mônica onde faleceu o Duque de Caxias e que hoje sedia atividades de extensão da Faculdade de Medicina Veterinária de Valença.<br />
Próximo ao centro do distrito encontra-se outra construção histórica. É o solar da antiga Fazenda Monte Scylene que chegou a pertencer a Princesa Isabel. Por volta de 1886, a princesa e seu marido o conde D&#8217;Eu criaram nesta propriedade um internato de menores que funcionou até pouco tempo. Adquirida pelo Estado a propriedade está sendo adaptada para transformar-se na primeira clínica pública de recuperação de dependentes químicos do interior do Estado.</p>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Atrativos Turísticos</span></h5>
<p style="text-align: justify;">Entre os atrativos turísticos, a antiga estação de trem será transformada em centro cultural. A Igreja de Nossa Senhora do Patrocínio foi recentemente restaurada pela própria comunidade e vale a pena ser visitada.<br />
Entre os eventos, a Festa de São Jorge, no final do mês de abril, é famosa pela procissão à cavalo que atrai centenas de cavaleiros.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/X0bldtXkxm8?rel=0&amp;controls=0" width="100%" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p><p>The post <a href="https://www.portalvalencarj.com.br/barao-de-juparana/">JUPARANÃ</a> first appeared on <a href="https://www.portalvalencarj.com.br">Portal Valença RJ</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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